18 de outubro

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Destaques

A partir de 17 de outubro, Brasília vai receber, todos os domingos, a Feira No Setor que nasce com a intenção de ocupar um dos espaços públicos mais estratégicos da região central de Brasília, a Galeria dos Estados, localizada entre o Setor Comercial Sul e o Setor Bancário Sul.

A Feira No Setor pretende ser um novo ambiente de lazer e cultura para quem passa pelo centro de Brasília. Ampla, ao ar livre, gratuita e diversificada foi pensada para acolher todos os tipos de públicos e de todas as idades. Artesanato, comida e bebida, orgânicos, compotas e outros produtos naturais, moda, autocuidado, biocosméticos, arte, economia criativa e muita cultura popular serão oferecidas ao público. O engenheiro ambiental Bruno Macedo, um dos responsáveis pela escolha das e dos feirantes, conta que a curadoria foi pensada, desde o início, tentando dar voz e espaço para que a cidade seja, de fato, democrática. “Buscamos dar à Feira a cara que Brasília tem, explorando essa cidade heterogênea e trazendo essa valência e essa diversidade para o centro, o DF tem gente do Nordeste, do Sul, de Minas, do Acre, de todo lugar do Brasil”, comenta Bruno.

Como pretende ser um movimento de uso do espaço urbano, além da venda de produtos, a ideia é desenvolver atividades de cultura, formativas, debates, turismo, intervenções urbanas e outros tipos de ocupação dos espaços públicos na região central de Brasília. Uma delas é o SCS Tour, um walking tour que acontece desde 2018 e percorre ruas, praças, becos, arquitetura, história e memórias do Setor Comercial Sul, e contará com guias especializados em libras para garantir acessibilidade. Além disso, a arte urbana, tão presente na região da Feira, será contada no portal Panorama SCS mantido por um grupo de turismólogas do Centro de Excelência em Turismo/UnB, que trabalha para mudar o estigma negativo que o Setor Comercial Sul e suas redondezas carregam.

Por ser um espaço aberto, o local foi escolhido, também, pensando na maior segurança do público em tempos de pandemia. A Feira No Setor é realizada pelo Instituto Cultural e Social No Setor, tem o apoio da Administração Regional do Plano Piloto e fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Serviço:

Feira No Setor. Todo domingo, a partir de 17 de outubro.

Das 9h às 17h.

Na Galeria dos Estados (entre o Setor Comercial Sul e o Setor Bancário Sul). Classificação indicativa livre.


Texto e Fotos: Divulgação No Setor

A partir da próxima segunda-feira até o final da semana, de 18 a 22/10/2021, a Administração do Plano Piloto, em parceria com o Sebrae, oferecerá, de forma gratuita, uma consultora para tirar todas as dúvidas sobre licenças, como se tornar um microempreendedor individual entre outras questões relacionadas à atividade comercial. 

Para realizar a consultoria basta se dirigir ao ônibus que estará estacionado no Setor Comercial Sul – SCS, Quadra 5, ao lado do BRB.

O objetivo é informar público-alvo da importância da regularização dos ambulantes como microempreendedores individuais, conforme primeira edição da Semana realizada em agosto.

Texto: ASCOM -RA-PP

Card: Ramíla Moura/ASCOM -RA-PP

A unidade do Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto está de cara nova. O local passou por uma ampla reforma, a primeira em 20 anos, e foi entregue nesta quinta-feira (14) pelo governador Ibaneis Rocha.

Foram investidos R$ 1,8 milhão na unidade para trazer mais conforto aos colaboradores e usuários e também em tecnologia para tornar o atendimento ainda mais ágil naquele que é o posto com maior número de atendimentos no DF.

A expectativa é  que agora o tempo médio de espera no atendimento fique abaixo dos cinco minutos. As instalações do Na Hora passam a contar com acessibilidade, e o atendimento será bilíngue e por Libras (linguagem brasileira de sinais). O governo pretende reformar todas as unidades do Na Hora até o fim de 2022, e a próxima a ser entregue é a unidade de Brazlândia.

“Quando iniciamos o processo de parceria da Secretaria de Justiça com o Banco de Brasília, a expectativa era exatamente essa: trazer modernidade, tecnologia e atendimento à comunidade de forma rápida e útil. Agora, começamos a mostrar o resultado desse trabalho. É possível melhorar o atendimento à comunidade, a vida das pessoas, e vamos levar esse serviço a todas as cidades”, destacou o governador Ibaneis Rocha.

O Na Hora é uma das subsecretarias vinculadas à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus). Para a titular da pasta, Marcela Passamani, a reforma “melhora o atendimento e a experiência do usuário dentro do Na Hora da Rodoviária, que atende uma média de quatro, cinco mil pessoas todos os dias”.

A secretária citou outros projetos e o trabalho do governo de expandir o serviço: “Nós vamos reformar todas as unidades do Na Hora. Temos outros projetos, como o Na Hora Cidades, e estamos com um projeto de carreta itinerante para levar serviços para a população onde o Na Hora não está presente”.

Quem trabalha na Rodoviária elogiou a reforma, com a perspectiva de utilizar os serviços o quanto antes. É o caso de Francinete Terceiro, atendente de uma loja próxima à unidade do Na Hora, que declarou:  “Acredito que vai ser bom para a população essa reforma, porque essa unidade é bastante movimentada”.

A reforma

O Na Hora da Rodoviária passou por ampla reforma, que incluiu reparos nos banheiros, copa e substituição do sistema elétrico e do parque tecnológico. Além disso, o projeto também trouxe a criação de uma sala de descompressão para servidores e colaboradores. O espaço também ganhou redefinição do layout, mobiliários e divisórias, que vão possibilitar a ampliação de serviços públicos pelos órgãos parceiros e melhor atendimento ao usuário.

As mudanças não vão se restringir apenas ao espaço físico. O tempo de espera no atendimento também vai diminuir. Até 2018, o Na Hora Rodoviária contabilizava um tempo médio de espera em 27 minutos. No início da atual gestão, em 2019, a espera caiu para 15 minutos, com a implementação de novos processos e o uso de novas tecnologias. Em 2020, o usuário esperou uma média de oito minutos para ser atendido. A estimativa é que o serviço fique ainda mais ágil, com tempo de espera média abaixo dos cinco minutos.

Atualmente, a unidade na Rodoviária conta com o apoio de 14 órgãos parceiros atuantes em um único espaço: Caesb, Codhab, Detran, Defensoria Pública da União, Instituto de Identificação da Polícia Civil do DF, Neoenergia, Ouvidoria do Corpo de Bombeiros Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Procon, Secretaria de Economia, Secretaria de Desenvolvimento Social, Tribunal Regional Eleitoral e Secretaria de Administração Penitenciária.

O novo horário de funcionamento será das 8h às 19h, de segunda a sexta-feira. Para conferir todos os serviços presenciais e digitais disponíveis, acesse o site do Na Hora.

GDF Presente esteve nesta quarta-feira (13) na Quadra 402 Norte. Em um dia de trabalho, foram retiradas do local 16 toneladas de entulho, com folhas, galhos de árvores e lixo. O coordenador do Polo Central III do programa, Alexandro Cesar, relata que foi dada atenção especial à desobstrução das bocas de lobo, para que não haja um novo alagamento na quadra, como ocorreu no último domingo (11).

Segundo Alexandro Cesar, até um sofá foi retirado durante essa ação. Devido à declividade do terreno, a quadra sofre constantemente com acúmulo de água quando chove. O trabalho de limpeza foi feito por 20 reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

Outra iniciativa para minimizar os danos causados pela água das chuvas é a construção de bacias de contenção. Três delas já estão prontas, sendo duas nas proximidades do estádio Mané Garrincha e uma perto do Colégio Militar. O objetivo da bacia de contenção, que retém a água, é reduzir os impactos das enxurradas provocadas quando há grande volume de chuvas em uma região.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Theodoro, lembra que a ação do GDF Presente para limpeza das bocas de lobo minimiza os riscos de entupimento de transbordo, enquanto se aguarda o início das obras de ampliação da rede de drenagem. “A população também pode contribuir, fazendo o descarte de resíduos no lugar correto e evitando entupimentos das galerias de águas pluviais”, reforça a gestora.

Fonte: Agência Brasília

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) lançou, nesta quarta-feira (13), edital de chamamento público n° 28/2021, que vai selecionar 27 grafiteiras e grafiteiros para trabalhar no projeto W3 – Arte Urbana, previsto para ser realizado dias 27 e 28 de novembro e 4 e 5 de dezembro, na avenida W3 Sul.

A ação vai investir R$ 81 mil, é parte do projeto de recuperação da área e conta com a parceria das secretarias de Governo (Segov), de Transporte e Mobilidade (Semob) e de Projetos Especiais (SPE) e da Administração Regional do Plano Piloto.

“A W3 Sul carrega a responsabilidade de ser uma das avenidas comerciais mais importantes da capital e nada mais justo que cores para ressaltar todo seu potencial econômico com a arte urbana. É hora de botar a mão na massa e colorir ainda mais esse espaço, fundamental para o desenvolvimento da economia criativa do Distrito Federal”, aponta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Processo seletivo

Com inscrições abertas de 13 a 26 de outubro, o certame vai selecionar artistas que moram no DF ou Entorno que comprovarem, por meio de portfólio ou currículo, o desenvolvimento de, pelo menos, uma intervenção artística em muros, paredes, painéis, tapumes, entre outros. Interessados devem preencher formulário de inscrição.

Com o cachê no valor de R$ 3 mil, cada grafiteiro selecionado fará sua intervenção artística de tema livre em uma parada de ônibus da W3 Sul, com a área total de 20 m². Serão reservadas 30% das vagas para a participação de artistas mulheres, de acordo com a Portaria nº 58, de 27 de fevereiro de 2018, que define o estímulo e a participação de mulheres nos mecanismos de apoio, incentivo e fomento da Secec.

Diante do período de pandemia, os artistas selecionados cumprirão as normas recomendadas pelas autoridades de saúde. Para além do uso obrigatório dos devidos suportes de higiene, equipamentos de proteção individual e de segurança, grafiteiras e grafiteiros atuarão em modo de revezamento, a fim de garantir o distanciamento social.

Cultura na rua

Elaborado pela Secec, o W3 – Arte Urbana faz parte da série de iniciativas da pasta para fomentar a cultura nos espaços públicos do DF, além de proporcionar o intercâmbio artístico-cultural e incentivar o empreendedorismo no movimento. O evento também contribui para o fortalecimento da política de valorização do grafite no DF e Entorno.

À frente da iniciativa, a subsecretária de Economia Criativa, Érica Lewis, aponta que a ação de arte urbana nas paradas da W3 Sul contribui para a recuperação da área, valoriza o movimento do grafite e os artistas locais e potencializa a ocupação cultural de espaços urbanos do DF.

“A intenção é expandir a inciativa para todo o DF, democratizando o acesso à arte e à cultura e contribuindo para atrair visualmente e transformar a atmosfera dos espaços público do DF”, ressalta a subsecretária.

Serviço
– W3 Arte Urbana
– Inscrições: 13 a 26 de outubro de 2021
– Informações pelo e-mail cgdfp@cultura.df.gov.br ou pelos telefones 3325-6267 e 99261-9622.

Fonte: Agência Brasília

Nesta terça (12), a Administração Regional do Plano Piloto promoveu o evento Pinte e Brinque no Deck Sul. Uma manhã de muita alegria, brincadeiras, entrega de lanches e brindes e, o melhor: tudo de forma gratuita! O evento foi pensado para comemorar a data, mas também para dar visibilidade ao parque conhecido como Deck Sul, mas batizado com o nome de Cláudio Santana, um dos engenheiros pioneiros da cidade, responsável pela construção do primeiro prédio residencial inaugurado em Brasília, localizado na 106 Sul.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, o evento foi um sucesso e demonstra o comprometimento do Governo do Distrito Federal (GDF) com o local, que é tão simbólico para a cidade. “Estamos aqui no Parque Deck Sul comemorando o dia das crianças e o de Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa cidade. A gente pôde, depois de um processo de revitalização dessa área, fazer o primeiro Pinte e Brinque do Plano Piloto. Hoje, mais de 250 crianças passaram por aqui e é isso: dia de comemorar e celebrar a criançada”!

O Parque Deck Sul, que fica no Setor de Clubes Sul no Plano Piloto, já é muito utilizado pela comunidade de Brasília, tem uma extensão muito grande, com várias possibilidades de lazer e práticas esportivas. A ideia do evento foi também fazer um intercâmbio cultural, artístico e esportivo para demonstrar para a comunidade usuária a potência da ocupação qualificada do espaço e a importância do poder público estar olhando para essas áreas públicas, como tem feito o GDF.

Hellen Mateus, servidora pública, já conhecia o Deck Sul, mas foi a primeira vez que participou de um evento voltado para as crianças no local. Ela levou seus dois filhos junto com a família, gostou muito da iniciativa e pretende voltar mais vezes ao local. “Achei muito bom, principalmente neste tempo em que estamos precisando de opções para crianças ao ar livre. O espaço é muito legal, as brincadeiras e o lanche fizeram as crianças se divertirem bastante”, diz.

Antes do evento, foi feita uma intervenção artística nos banheiros do local, recém revitalizados pela Novacap, com grafite feito pelo artista André Oneal, além de melhorias na pista de skate, pintura das quadras poliesportivas, reforma dos parquinhos e instalação de ducha, que também teve sua base grafitada pelo mesmo artista.

O Secretário de Cultura parabenizou a administradora pela iniciativa e falou da importância do grafite na revitalização dos espaços públicos: “Brasília vai se transformar em breve na capital brasileira do grafite. Estamos dando todo o incentivo para isso e a cidade já está se destacando no cenário internacional dessa arte urbana”, comemora.

Todas as melhorias ocorreram após contratação de empresa de vigilância, feita pela Administração do Plano Piloto, que colocou à disposição uma equipe de quatro profissionais para trabalhar no Deck Sul, protegendo o espaço de vandalismo e depredações, antes frequentes no local.

Fernando Leite, presidente da Novacap também esteve presente na abertura do evento e contou que o trabalho feito no Deck, dá muito prazer porque trata-se de uma determinação do governador Ibaneis Rocha ainda durante sua fase de campanha. “Estamos cumprindo o trabalho de zeladoria em toda cidade, determinado pelo governador. Revitalizar, recuperar, devolver para a população e, em seguida, manter”, afirma.

Por: Agência Brasília

Foto: Emanuelle Sena/RA-PP

O coletivo Bloco do RivoTrio lançou neste domingo (10/10) a Cartilha de Acolhimento em Saúde Mental no DF, publicação digital que divulga a Rede Pública de Atenção Psicossocial e as Universidades que fazem trabalho de base e atendimento ampliado à população, numa perspectiva inclusiva e de redução de danos. No mesmo dia foi aberta a intervenção urbana #ComoVocêEstáHoje que ficará exposta até dia 23 de outubro na Escadaria da Torre de TV, em Brasília.

No dia 2 de setembro, a Administradora Regional do Plano Piloto Ilka Teodoro recebeu o Bloco do RivoTrio que apresentou a proposta de intervenção na cidade. À época, a administradora parabenizou a iniciativa e se colocou à disposição para apoiar a intervenção.

A iniciativa do Bloco do RivoTrio, tem parcerias/apoio de outras organizações, como a Administração Regional do Plano Piloto, Estúdio Cajuína, Inverso DF, entre outras.

ACESSE a Cartilha de Acolhimento em Saúde Mental no DF – Como Você Está Hoje? no link https://cutt.ly/cartilha-saude-mental-df

Informações: Bloco Rivotrio
Fotos: Emanuelle Sena, Cícero Fraga e Estúdio Cajuína

Um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital federal, a Catedral Metropolitana de Brasília, está recebendo serviços de limpeza, ajustes e manutenção das áreas externas em preparação para as celebrações do dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país, no próximo dia 12 de outubro.

Além de feriado nacional, a data também tem um significado muito especial para os fiéis de Brasília e para os frequentadores do local, que se chama Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida. De acordo com a Arquidiocese de Brasília, são esperadas cerca de dois mil fiéis nas quatro missas que serão realizadas para celebrar a data.

O GDF Presente está no local desde o início da semana executando diversas ações de melhoramento, como fresagem das calçadas, limpeza dos jardins em torno da Catedral e lavagem do túnel de acesso à via N1 com a utilização de um caminhão hidrojato. A equipe é formada por 20 reeducandos do programa Mãos Dadas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

Nos arredores da Via S2 – que dá acesso ao local – e da Cúria Metropolitana, vizinha à igreja, foram recolhidas cerca de 10 toneladas de lixo verde e entulhos. O estacionamento também passou por manutenção: homens da Novacap lavaram e fizeram o recapeamento do piso com o uso de 2,5 toneladas de massa asfáltica.

Um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital federal, a Catedral Metropolitana de Brasília, está recebendo serviços de limpeza, ajustes e manutenção das áreas externas em preparação para as celebrações do dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país, no próximo dia 12 de outubro.

Além de feriado nacional, a data também tem um significado muito especial para os fiéis de Brasília e para os frequentadores do local, que se chama Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida. De acordo com a Arquidiocese de Brasília, são esperadas cerca de dois mil fiéis nas quatro missas que serão realizadas para celebrar a data.

O GDF Presente está no local desde o início da semana executando diversas ações de melhoramento, como fresagem das calçadas, limpeza dos jardins em torno da Catedral e lavagem do túnel de acesso à via N1 com a utilização de um caminhão hidrojato. A equipe é formada por 20 reeducandos do programa Mãos Dadas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

Nos arredores da Via S2 – que dá acesso ao local – e da Cúria Metropolitana, vizinha à igreja, foram recolhidas cerca de 10 toneladas de lixo verde e entulhos. O estacionamento também passou por manutenção: homens da Novacap lavaram e fizeram o recapeamento do piso com o uso de 2,5 toneladas de massa asfáltica.

Fonte: Agência Brasília

Nesta segunda-feira (11), o Governo do Distrito Federal (GDF) lança, em parceria com a empresa Tembici, o novo sistema de bicicletas compartilhadas que vai operar na capital. A cerimônia será realizada às 10h, na Estação 18, na entrada do Parque da Cidade, na Via W5, próximo ao Setor de Rádio e TV Sul (SRTVS).

Inicialmente, 131 bicicletas estarão disponíveis em 17 estações localizadas no Plano Piloto.

Lançamento: Sistema de bicicletas compartilhadas

– Data: segunda-feira (11)
– Horário: 10h
– Local: Estação 18 (entrada do Parque da Cidade, na Via W5, próximo ao SRTVS)

Fonte: Agência Brasília

A partir de 06 de outubro, a entrega da documentação completa para a Licença Eventual será presencialmente com até 30 dias de antecedência, incluindo o cadastro da Secretaria de Segurança Pública, pelo agendamento via Whatsapp 61 98199-2134 e dúvidas pelo telefone fixo 3329-0400 (Ramal 4238) de Segunda a Quinta-feira de 09h às 16h.

Não serão autorizados eventos fora do prazo legal!

Mais informações estão disponíveis na Carta de Serviços no site planopiloto.df.gov.br.

Fonte: GELEV/RA-PP

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Trabalho, vai cadastrar trabalhadores ciclistas de aplicativos de entregas para cursos de qualificação e treinamento. O texto, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (6), prevê ainda a doação de equipamentos de proteção individual (EPI) e outros acessórios importantes para o desempenho das atividades desses profissionais pelas ruas da cidade.

Entre os artigos que serão distribuídos aos trabalhadores ciclistas estão camisa de manga longa, colete com faixa reflexiva, faróis de sinalização noturna, capacete, bolsa porta-celular, luvas, além de campainha e tranca. Todos os itens atendem às orientações da Organização Internacional de Trabalho (OIT).

De acordo com o secretário de Trabalho, Thales Mendes Ferreira, o objetivo da medida é colher informações e dados que sirvam de subsídios para políticas públicas voltadas ao setor, além de proporcionar o mínimo de condições de segurança de trabalho para os profissionais.

“Buscamos, por meio do cadastro, conhecer melhor a realidade desses trabalhadores ciclistas e, a partir daí, definir ações de governo voltadas ao segmento”, explica o gestor. “Além de garantir todos os direitos desses profissionais, de forma que eles tenham o mínimo de segurança para desempenhar o trabalho”, destaca.

A expectativa do GDF é de que, num primeiro momento, pelo menos 2 mil ciclistas que trabalham com aplicativos de entrega no DF participem do chamamento público. Segundo dados de entidades relacionadas à categoria, em torno de 60 mil pessoas trabalham como entregadores na capital, seja como motociclista ou ciclista. Desses, cerca de 18 mil utilizam só a bicicleta.

Presidente da Organização Associativa de Profissionais por Plataforma Digital (OAPP), Abel Santos acredita que a iniciativa do GDF é um bom começo para ajudar os trabalhadores. “Essa ação do GDF é ótima. É um algo a mais para quem está na rua pedalando 50, 60 km por dia para poder fazer um valor que possa sustentar suas famílias”, observa.

“Todo apoio que vier para ajudar a dar mais respeito e segurança para quem passa o dia pedalando pelas ruas da cidade é válido”, endossa Cristiano Aguiar, 27 anos, que trabalha como entregador de bike na região de Águas Claras.

Onde e como fazer o cadastro

O cadastramento dos interessados ocorrerá no site da Secretaria de Trabalho ou presencialmente nas agências do trabalhador a partir de sexta-feira (8) até 6 de novembro. Para o cadastro presencial, os profissionais deverão se dirigir a uma das 14 agências do trabalhador.

O horário de atendimento nas agências é das 8h às 17h — os endereços e contatos telefônicos seguem abaixo. Para fazer o cadastro, tanto on-line quanto presencialmente, são necessários os seguintes documentos:

– Documento oficial de identificação pessoal;
– Número de registro no Cadastro Geral de Pessoas Físicas – CPF;
– Comprovante de Parceria, cadastro ou outro demonstrativo físico ou digital que o vincule a qualquer ou quaisquer aplicativos de entregas com atuação no Distrito Federal;
– Comprovante de residência ou declaração de próprio punho; e
– O Trabalhador Ciclista de aplicativo de entregas.

Fonte: Agência Brasília

 

Em comemoração ao Dia das Crianças, A Administração Regional do Plano Piloto promove no dia 12/10, terça-feira, a ação social “Pinte e Brinque”, no Deck Sul. O objetivo é dar oportunidade de lazer e sociabilidade cultural para as crianças participantes, com atividades lúdicas e educativas, respeitando todas as medidas sanitárias exigidas durante a pandemia, como uso de máscaras de proteção facial e de álcool gel nas mãos.

Na programação, que começa às 9h, estão previstas competições de futebol, skate e ping-pong, oficinas de basquete, queimada e pula-corda, além de diversas brincadeiras, distribuição de kits de lanches e premiações durante as atividades.

O Deck Sul recebeu diversas ações de zeladoria e manutenção e teve recentemente a instalação de um posto de vigilância 24 horas como medida de segurança para os frequentadores e como estratégia para impedir os atos de vandalismo no local.

SERVIÇO

Ação social “Pinte e Brinque” – Dia das Crianças

Local: Deck Sul – Setor de Clubes Esportivos Sul – Asa Sul

Data: 12/10 – terça-feira

Horário: 9h

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – RA-PP

Arte: Secom/GDF

 

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, assinou, na tarde desta quarta-feira (5.10), ordem de serviço no valor de R$ 485 mil para a reforma do Teatro Plínio Marcos, do Complexo Funarte Brasília, que se integrou aos equipamentos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
“Vim pessoalmente à Funarte, com toda a equipe da Secec e a presença da administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, para anunciar essa reforma para que possamos, em breve, encher esse palco de arte”, destacou o gestor da pasta.
A obra terá duração de 60 dias e prevê manutenção da fachada, impermeabilização da cobertura, pintura externa, recuperação das calçadas, manutenção das esquadrias de vidros e recuperação de captação de águas pluviais.

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

Foto: Emanuelle Sena/Ascom RA-PP

Ela foi a primeira escola de Brasília. Inaugurada em 19 de maio de 1960 pelo então presidente da República Juscelino Kubistchek, acabou sendo parcialmente consumida por um incêndio em agosto de 2019. Erguido em uma área de 55 mil metros quadrados, o Centro de Ensino Fundamental (CEF) Caseb, na 909 Sul, foi recuperado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio do projeto Adote uma Escola – uma parceria do poder público com a iniciativa privada.

Na manhã deste sábado (2), a escola reformada foi visitada pelo governador Ibaneis Rocha e pela primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social Mayara Noronha Rocha.

Ex-aluna da unidade, foi dela a iniciativa de convencer outras autoridades e empresários da cidade que também estudaram lá para, em uma ação voluntária e de parceria com o GDF, recuperar o prédio.

“Os resultados positivos provam que a união do público com privado pode dar certo. E resultados como os vistos aqui hoje nos prova que estamos indo no caminho certo”, declarou Ibaneis.

A reforma ficou sob coordenação da Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância do Gabinete do Governador e contou com a parceria integrada de pastas e órgãos do GDF, como as secretarias de Projetos Especiais; de Educação; de Esporte e Lazer; e de Justiça – com a mão de obra dos reeducandos da Funap. Também participaram a Companhia Urbanizados da Nova Capital (Novacap); a Região Administrativa do Plano Piloto; e o Corpo de Bombeiros.

Ao voltar à unidade de ensino em 15 de outubro de 2020 – dessa vez como secretária de Estado -, Mayara contou ter reativado diversas memórias afetivas do seu tempo de estudante. “O Caseb faz parte da minha história. Aqui vivenciei alguns dos melhores momentos da minha pré-adolescência”, disse, ao lado da aluna da primeira turma do Caseb, Cosete Ramos, uma das entusiastas da ideia.

Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá lembrou a importância de pessoas que fazem parte do governo hoje e que passaram pelo ensino público. “Por isso somos obstinados a dar prosseguimento a esse sistema de ensino de qualidade no Distrito Federal.”

O CEF Caseb tem dez blocos, sendo um administrativo, com 20 salas de aula; um laboratório de informática; um auditório; um ginásio poliesportivo; uma sala de leitura; um refeitório; quatro quadras poliesportivas; um galpão multiúso; um bloco de laboratórios; e um pátio multiúso coberto.

Quem fez o quê

Na reconstrução da escola, os projetos de paisagismo e de jardinagem foram executados pela Novacap. Coube à Secretaria de Educação a estruturação dos prédios, com a troca de piso, a recuperação e construção de novas calçadas; e as reformas da caixa d’água e da grade que cerca o colégio. Além disso, foi feita a manutenção na parte elétrica com a troca de fiação e a instalação de novos quadros de energia – tudo isso ao custo de R$ 500 mil.

Novas intervenções ainda serão feitas. A reforma das quadras esportivas está em processo de licitação pela Secretaria de Esporte e Lazer. Na área externa, a Administração do Plano Piloto segue reformando a calçada.

Ex-vice-governador do DF, o empresário Paulo Octavio, que também estudou no Caseb, doou 1,2 mil litros de tinta para pintura de todo o espaço. “O que estamos vendo é a escola que é uma marca na cidade. Aqui aprendi muito, moldei minha personalidade e fui muito feliz”, declarou ele.

Adote um espaço público

Quase três anos após ser lançado, o Adote uma Praça se expandiu e ganhou outras frentes, estando presente em 22 regiões do DF. De acordo com o secretário de Projetos Especiais Roberto de Andrade, o programa já recebeu 162 propostas de adoção, entre praças, estacionamentos, um setor inteiro (Setor Hospitalar Sul), parques infantis, banheiros públicos, áreas verdes, rotatórias, jardins, estádio de futebol, parque para pets, quadra de peteca, passagem subterrânea de pedestres, becos e, agora, escola. Dessas, 55 já foram entregues, 32 estão em processo de reforma e 58 em análise técnica.

“O Adote transcendeu a praça e agora é do espaço público. A proposta é criar uma integração entre o governo e a sociedade civil, despertando no cidadão a consciência de cuidar e preservar um espaço que é dele”, destacou Andrade.

Fonte: Agência Brasília

Retomar as atividades econômicas da cultura do Distrito Federal é a proposta do FAC (Fundo de Apoio à Cultura) Brasília Multicultural II, lançado nesta quarta (29) pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec). Com investimento total de R$ 58 milhões, o Edital nº 26/2021, do FAC, vai contemplar projetos de cinema e grandes eventos, com geração de cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos.

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, comemora: “Como nunca antes, todas as linguagens culturais foram alcançadas, com os recursos sendo descentralizados para ampliar o leque de oportunidades. Como nunca antes, a periferia foi tão contemplada”.

O Multicultural II é fruto da suplementação de R$ 91,6 milhões do FAC, sendo R$ 58 milhões para esse certame que contempla 61 projetos e R$ 16,8 milhões adicionados aos R$ 53,7 milhões do Multicultural I, que passa a validar 930 projetos. Além disso, foram destinados R$ 4,5 milhões (5%) para gestão do FAC e R$ 13 milhões de empenhos cancelados de 2020.  Ao todo, o FAC, em 2021, ficou em torno R$ 161 milhões. Assim, o GDF teve o maior orçamento público destinado para cultura no Brasil neste ano.

“Se o Multicultural I tinha o objetivo de descentralizar, democratizar e incluir, o Multicultural II vem com o viés da retomada das atividades econômicas do DF, com a proposta de geração de cerca de 100 mil empregos num prazo de seis meses”, detalha o subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural, João Moro. Cada proponente pode apresentar até dois projetos, mas somente um será selecionado. Vinte e duas linguagens artísticas serão contempladas em ao menos 61 projetos distribuídos em duas áreas: audiovisual e plataformas culturais. Os interessados devem estar com o Ceac (Cadastro de Entes e Agentes Culturais) válido até 6 de outubro.

Consulta pública

A Secec abriu consulta pública para a qual recebeu contribuições de todos os segmentos da comunidade cultural. Após análise, algumas ações foram acatadas como critérios de regionalização, eventos de porte menor – o que quase dobrou a quantidade de vagas.

“Quero agradecer as contribuições e dizer que conseguimos reunir aquilo que é o desejo de todos: a retomada das atividades, a oportunidade de voltar a trabalhar, de fazer girar a cultura, com emprego e renda”, destaca o titular da Secec.

 Cinema

Para o audiovisual, o FAC Brasília Multicultural II reservou oito linhas de apoio, com aporte de R$ 37,2 milhões, que serão distribuídos em, no mínimo, 34 projetos.

Serão contemplados ao menos 16 projetos, com recursos entre R$ 1 milhão e 1,5 milhão, na linha Produção de longa-metragem – que abrange ficção, documentário, produções de baixo orçamento e a categoria Meu Primeiro Longa, um incentivo a filmes de diretores estreantes, com reserva de vagas para equidade de gênero e racial.

A área prevê ainda projetos de obra seriada, mostras e festivais e projetos livres. Em todas as linhas, há reserva de ao menos uma vaga para projeto inscrito por proponente residente em local distinto da região central do DF (Plano Piloto, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul e Lago Norte).

Plataformas culturais

A área engloba sete linhas de apoio, entre plataformas em rede e grandes eventos, com aporte total de R$ 20,8 milhões, distribuídos por, no mínimo, 27 projetos.

Serão destinadas seis linhas a feiras, eventos, mostras e festivais (temáticos, consolidados, tradicionais, médio porte, novas iniciativas de médio porte e Meu Primeiro FAC), com recurso aportado entre R$ 400 mil e R$ 1,5 milhão para cada projeto.

Além disso, será oferecida uma vaga para projeto de até R$ 1 milhão na linha Plataformas em Rede, que deve apresentar uma sequência de eventos, mostras ou festivais de pequeno ou médio porte a serem realizados por agentes culturais que possuam Ceac de pessoa física ou jurídica.

Acessibilidade

De acordo com o edital, todos os projetos precisam ter, obrigatoriamente, formatos comunicacionais ou prever estruturas físicas ou logísticas acessíveis às pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência.

Além disso, todos os projetos inscritos devem ser acessíveis aos deficientes visuais, conforme determina a Lei nº 6.858/2021, que dispõe sobre a garantia de acessibilidade dos deficientes visuais aos projetos culturais patrocinados ou fomentados com verba pública no Distrito Federal.

O edital ainda tem, entre seus quesitos gerais, pontuação para participação de pessoas com deficiência na ficha técnica, indicando acessibilidade não apenas àqueles que consomem a cultura, mas também a quem trabalha dentro da economia criativa.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas de quinta-feira (30) até as 18h de 14 de outubro deste ano, por meio de sistema eletrônico disponível neste link.  Os interessados devem encaminhar formulário de inscrição, planilha orçamentária, currículo, portfólio e outros documentos exigidos no edital.

A Secec vai aceitar novos registros ou renovações no Ceac que sejam encaminhados até 6 de outubro. Proponentes podem consultar a regularidade do cadastro no site do FAC, ou, presencialmente, na sede da Secec, no Anexo do Teatro Nacional.

Fonte: Agência Brasília

A Copa Brasília retorna após um ano de hiato, por causa pandemia de Covid-19. Para a edição deste ano, o torneio vai reunir 33 times, representando todas as regiões administrativas do DF. Os estreantes são: Arniqueiras e Sol Nascente/Pôr do Sol.
 

As disputas vão ocorrer nos ginásios do Centro de Atividades Sesc Ceilândia Bartolomeu Gonçalves Martins e do Cruzeiro. A Copa é ​uma parceria do Sesc-DF com a Globo. Os jogos começaram no dia 25 de setembro.

A Copa Brasília terá dois meses de duração e a grande final será transmitida pela Globo ao vivo no dia 20 de novembro. Os jogos possuem a duração de 50 minutos, com dois tempos de 25. Serão premiados os três primeiros colocados com troféus e medalhas, além dos melhores jogadores.

Campeão da edição de 2018, o Plano Piloto busca o seu segundo título na competição. A equipe do Plano Piloto está no Grupo A junto com Guará, Recanto das Emas e Samambaia e briga pela classificação. 
 
 
Confira o calendário do grupo que está o Plano Piloto:
 
28 de setembro (Sesc Ceilândia)
19h45 – Guará 4 x 0 Recanto das Emas
21h – Plano Piloto 4 x 4 Samambaia
 
9 de outubro (Sesc Ceilândia)
19h – Guará x Samambaia
 
12 de outubro (Sesc Ceilândia)
15h – Plano Piloto x Recanto das Emas
 
23 de outubro (Sesc Ceilândia)
15h – Guará x Plano Piloto
16h – Recanto das Emas x Samambaia
 
Dia da Final: 20/11
Para mais Informações: 3218-9113​
 
Texto: Gabriel Ferraz sob supervisão de Ramíla Moura/ ASCOM/RA-PP
Fotos: Emanuelle Sena/ ASCOM/RA-PP

A Secretaria de Saúde divulgou nesta segunda-feira (27/9) boletim epidemiológico com os registros dos números da dengue durante as primeiras 18 semanas do ano em todas as regiões do DF.

O Boletim Epidemiológico é produzido semanalmente pela Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis (GVDT), da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) – GVDT/DIVEP/SVS/SES-DF.

As informações sobre dengue apresentadas neste Boletim são referentes às notificações no Distrito Federal (DF), ocorridas entre as Semanas Epidemiológicas (SE) 01 a 36 (03/01/2021 a 11/09/2021), disponíveis no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN Online. Todos os dados deste Boletim são parciais e provisórios, sujeitos as alterações, podendo ocasionar diferenças nos números de uma SE para outra.

Acesse o último boletim aqui.

Leia o boletim anterior aqui.

Embora a tendência de queda tenha se mantido desde o início deste ano, as ações de prevenção e de combate ao mosquito devem ser mantidas diariamente começando dentro de casa.

Com as chuvas, deve ser redobrado o cuidado com possíveis depósitos de água, como pneus, garrafas e outros recipientes. Veja a seguir algumas dicas de como se proteger da dengue e evitar a proliferação do mosquito:

Informações: Secretaria de Saúde

 

 

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) fará a interdição de duas alças de acesso à Estrada Parque Aeroporto (Epar/DF-047). A operação começa às 9h desta terça-feira (28), implantando bloqueio para motoristas que saem do Lago Sul, pela Estrada Parque Dom Bosco (DF-025), em direção ao Plano Piloto.

O ajuste viário será feito na altura do Km 3 da Epar e permitirá a sequência do cronograma da obra de duplicação da rodovia. Com a intervenção, cerca de 20 mil motoristas que seguem diariamente do Lago Sul pela EPDB com destino ao centro de Brasília acessarão o desvio de aproximadamente 80 m localizado cerca de 300 m depois das alças interditadas na DF-047. A previsão é que o bloqueio do trecho dure 90 dias.

A obra

Os trabalhos no trecho de aproximadamente 1,8 km em que serão construídas as novas faixas de rolamento começaram em junho de 2020, abrangendo a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB/ DF-025) e a Estrada Parque Guará (EPGU/ DF-051), entre o antigo Balão Dona Sarah Kubitschek e o viaduto Camargo Corrêa.

O contrato, no valor aproximado de R$ 12 milhões, inclui nos serviços a construção de ciclofaixas, ciclovia e a execução da sinalização vertical e horizontal, além da instalação de uma barreira de concreto New Jersey na extensão do trecho.

Com as novas faixas, a capacidade de fluxo da via será melhorada em 70%. “Ali existe um estreitamento de pistas, e a construção de novas faixas vai proporcionar uma maior fluidez e segurança no trânsito”, informa o superintendente de obras do DER, Cristiano Alves Cavalcante.  Quando concluída, a obra vai beneficiar cerca de 100 mil motoristas que passam pelo local todos os dias.

Fonte: Agência Brasília

 
Um dos locais mais movimentados do Setor Comercial Sul (SCS) –  a Praça do Povo – passa por uma grande reforma com paisagismo, novas calçadas, mobiliário urbano, pista de skate, espaço para quiosques e acessibilidade.
 
Para contribuir com mais segurança no local, a CEB Ipes instalou 30 novos pontos de iluminação pública com 36 luminárias de LED e ainda substituiu 68 luminárias convencionais, que já estavam instaladas, também por modelos de LED.
 
A obra e a melhoria do sistema de iluminação, que destinaram 104 luminárias de LED para a praça, foram realizadas com recursos da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), no valor de R$ 167 mil.
 
Localizada na Quadra 3 do Setor Comercial Sul, a Praça do Povo tem uma área de 2,8 mil m² e recebe diariamente cerca de 150 mil pessoas. “A Praça do Povo está localizada no coração do SCS. É um espaço central onde as pessoas transitam à noite quando saem do trabalho, caminham para as diversas paradas de ônibus da região e onde os jovens confraternizam e usufruem do local. A nova iluminação pública vai permitir que todas essas pessoas tenham uma boa visibilidade de onde estão e de quem se aproxima, e uma maior sensação de segurança, onde a cidadania se pronuncia através da luz”, declara o presidente da CEB Ipes, Edison Garcia.
 
Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, a iluminação é fundamental para segurança das pessoas e para o embelezamento da cidade. “O Setor Comercial Sul é um lugar central em Brasília com relevância cultural, econômica e social para todo o DF. Merece toda atenção, cuidado e luz”, disse.
 
Fonte: Agência Brasília

Faleceu neste domingo, (26/9), aos 95 anos, o cardeal Dom José Freire Falcão, arcebispo emérito de Brasília, devido à complicações causadas pela covid-19.

Arcebispo de Brasília durante 20 anos, Dom Falcão deixa legado de numerosas obras nas igrejas do DF.

A Administração Regional do Plano Piloto registra condolências e deseja conforto aos familiares e amigos de Dom Falcão e à toda a comunidade católica de Brasília.

 

Créditos: Arquidioces de Brasília/Divulgação

 
A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Lucília Garcez, professora aposentada do Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB), membro da Academia Brasiliense de Letras e da Associação Nacional dos Escritores (ANE), que faleceu nessa quinta-feira (23/9), aos 71 anos.

Lucília era autora de mais de 20 livros. Foi professora de língua portuguesa do Instituto Rio Branco, responsável pela formação de diplomatas, por oito anos. Era uma grande incentivadora da leitura e da literatura e fará muita falta para a população brasiliense.
A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Lucília Garcez nesse momento de dor.
 
Créditos da foto: Reprodução Fundação Astrojildo Pereira
A partir de hoje, sexta-feira (24/9) começa o curso virtual para formação de lideranças e prefeitas (os) comunitárias (os) no Plano Piloto, ministrado pelo professor Jeann Cunha, prefeito da 105 Norte, com apoio da Administração Regional do Plano Piloto (RA-PP) e do Conselho Comunitário da Asa Norte (CCAN).

O Jeann criou um manual informativo que lista todo o passo a passo para se realizar trabalhos comunitários. Sendo morador da 105 Norte e a prefeitura da quadra estando desativada, ele decidiu reativá-la, começando tudo do zero, mesmo sem saber por onde começar. 

“Eu já tinha esse desejo de ativar a nossa prefeitura, mas não sabia por onde começar, pois não se tinha nem um documento informando o que fazer. Por esse motivo eu tomei a decisão de que iria criar esse documento informativo e assim ajudar as pessoas que queiram entrar para as lideranças comunitárias ou até mesmo fundar uma nova prefeitura em sua quadra”, disse Jeann Cunha.  
 

A Administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, reforçou a importância da parceria entre os órgãos públicos e a comunidade para um melhor andamento das resoluções de demandas.

“As prefeituras de quadra, aqui no Plano Piloto, têm um papel muito importante quanto a organização de demandas da comunidade e apresentação ao órgão competente. É muito mais fácil resolver os problemas de uma forma organizada, sendo coletadas e trazidas à Administração Regional pelos prefeitos, do que de forma esporádica. 

Jeann teve o auxílio da especialista de criação e gestão de comunidade, Izadora Barros, que usou seu conhecimento para incrementar o manual com os passos para se criar uma comunidade. "Uma prefeitura comunitária, nem sempre é uma comunidade" explica ela.
"Uma prefeitura nem sempre é uma comunidade. Para ser comunidade precisa ter relacionamento entre todas as partes, confiança, pontos de conexão, pontos de encontro… precisa ter a relação interpessoal cultivada e não apenas cuidar da parte física do lugar. Por ser de certa forma abstrato, as pessoas tem dificuldade de entender, por isso a necessidade deste manual tratar o passo a passo das burocracias e também de como se criar uma comunidade. O manual está bem completo!", contou Izadora.

O curso será gratuito e terá 10 encontros, cada um com um convidado ao final. Ocorrerá das 19h ás 20h todas as sextas-feiras, a partir do dia 24. Cada tópico terá um assunto diferente, visando tratar dos principais passos tratados no manual para prefeitura comunitária.

A primeira convidada será a prefeita da 115 Norte e integrante do Conselho Comunitário da Asa Norte (CCAN), Vera Reuber Coradin, que estará presente na primeira aula (dia 24). Para ela, o curso é uma “grande oportunidade para muitas quadras de Brasília, que ainda não tem prefeitura organizada”.

“Para qualquer pessoa que deseja mobilizar seus vizinhos para formar uma Associação, ou uma Prefeitura Comunitária, é importante receber informações básicas sobre como proceder. O curso on-line para formação de lideranças comunitárias será uma grande oportunidade para muitas quadras de Brasília, que ainda não tem prefeitura organizada. Parabéns à Administração do Plano Piloto, ao CCAN e ao facilitador do curso Jeann Cunha, por proporcionar essa oportunidade às comunidades que desejam se organizar”, contou ela.
 

Site para adquirir o manual: https://jeanndacunha.com.br/manual-prefeitura-comunitaria
Contato: conselhocomunitarioasanorte@gmail.com
 
Texto: Gabriel Ferraz sob supervisão de Ramíla Moura

Com aporte de R$ 150 mil, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec–DF) selecionou 50 artistas da comunidade LGBTQIA+ para serem premiados com R$ 3 mil cada. A cerimônia acontece nesta quinta-feira, às 20h, no auditório do Museu Nacional da República, em cerimônia restrita a convidados, respeitando os protocolos sanitários.

“Desde que assumi a gestão da pasta de Cultura e Economia Criativa, voltei minha atenção e preocupação para a comunidade LGBTQIA+, simultaneamente uma das mais invisíveis e fortes da cadeia de cultura. Historicamente perseguidos, seja pela ditadura militar, seja pelo preconceito e práticas homofóbicas, acredito que esse segmento precisa de ações afirmativas para mostrar a sua potência”, diz Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF.

O reconhecimento se consolidou após a inclusão, pela pasta, de artistas LGBTQIA+ no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (CEAC). O Edital Nº 13/2021, por sua vez, buscou democratizar o acesso de novos agentes, com reserva de 20% das vagas para aqueles que nunca haviam sido contemplados por editais do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

A comissão de seleção do prêmio avaliou 300 fichas de inscrições e portfólios de artistas consagrados no segmento, que concorreram ao certame por suas devidas contribuições ao desenvolvimento artístico do DF e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE).

A subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural (SDDC), Sol Montes, explica que o projeto de premiação surgiu a partir do entendimento de que a população LGBTQIA+ é numerosa, potente, criativa e, ao mesmo tempo, invisibilizada pelo estado.

“Tivemos 300 inscrições de todas as regiões administrativas (RAs), trazendo-nos dados e números que permitem pensar futuras políticas públicas mais precisas. Basta ler as histórias de cada um para saber que esse segmento merece cada vez mais nosso apoio”, diz Sol Montes.

Com o objetivo de prestigiar e dar protagonismo aos artistas, o balanço da Secec é de que o prêmio cumpriu seu papel de inclusão. Segundo análise da SDDC, o índice de contemplados como primeiro beneficiário ultrapassa o número de vagas reservadas. A comissão também optou por premiar seguindo os parâmetros de equidade de gênero.

Na publicação dos resultados, a Secec teve o cuidado de prezar pela divulgação dos nomes sociais de cada proponente, conforme política pública estabelecida no Decreto nº 37.982, de 30 de janeiro de 2017.

Orgulho e bem-querer

“Eu já estou com a roupa de ir”, brinca Jéssica Alves, premiada por sua trajetória como produtora cultural, desde 2017 atuando como coordenadora das Paradas de Brasília e Taguatinga. “A verdade é que estou muito ansiosa, com saudades de eventos. Mesmo que seja com poucas pessoas, isso vai ser importante”, completa.

Para Jéssica, mulher negra, ceilandense e bissexual, suas produções buscam valorizar, sobretudo, as interseccionalidades (estudo da sobreposição ou intersecção de identidades sociais e sistemas relacionados de opressão, dominação ou discriminação) artísticas da sigla. Jéssica produz a também premiada Kédma Thaís, a cantora ceilandense de nome artístico Prethaís.

“Fico imensamente grata, pelo olhar sincero para com uma das comunidades que mais resiste fazendo arte neste país. Fazer música representando corpos negres LGBTQIA+ que amam seus semelhantes e ser reconhecida por isso é importante, sobretudo nesse momento”, diz a cantora e compositora.

Entre lentes, câmeras e flashes, Emanoel Nobre, residente da M-Norte, fotografa seres humanos em interações, incluindo a fantasia em seu processo de criação. Ele conta que busca tornar a realidade mais poética e silenciosa.

“No começo, não entendia muito bem se o que eu estava fazendo era bom ou ruim, mas com estudos e práticas, eu fui me moldando aos poucos, na verdade, ainda estou em processo. Participei da premiação sem muita expectativa, mas com fé no que eu faço e acredito”, relata Emanoel.

Carol Ribeiro, de Planaltina, dedica seu prêmio à mãe Maria Edna Ribeiro, falecida há 3 meses por complicações da covid-19. Carol é produtora cultural do DF, jornalista, oficineira de um projeto de poesia e atuante em campanhas que reforçam o respeito à identidade LGBTQIA+.

Assistente social, e envolvida com a comunidade, Maria Edna convivia com amigos músicos e artistas, o que, desde pequena, chamou a atenção de Carol. Ambas frequentavam a Casa de Cultura de Planaltina.

“Falo de minha mãe porque, mesmo com a sua partida, sinto ela viva nesse momento. Porque posso sentir as coisas em que ela acreditava se materializando de alguma forma. Não só para mim, como para outras pessoas, e, para fazer um adendo, às pessoas que acreditam que arte é um elemento transformador e inclusivo”, conclui Carol.

Prêmio LGBTQIA+ 2021
Data: 23/9
Horário: 19h
Local: Museu Nacional da República
Entrada restrita a convidados e selecionados no prêmio
*A gravação do evento ficará disponível no YouTube posteriormente

Confira a lista dos indicados para o prêmio:
– Artur Mello Cavalcante
– Carol Voigt
– Fábio Martins
– Edilene Colado
– Thango
– Luiz Gustavo Amorim Nunes
– Victor Hugo Soulivier
– Larisse Raquel de Jesus Lopes
– Larissa Hollywood
– Isadora Santos de Jesus
– Paulo Cesar Bastos da Silva
– Andy Souza
– Marcus Vinícius Azevedo de Mesquita
– Ruth Venceremos
– André Luiz Pinto Ferreira
– Maria Eduarda Santos Rodrigues
– Mel Mesquita
– Mary Gambiarra
– Iris Marwell
– Gherald George Almeida de Oliveira
– Amaro
– Emanoel Porto Nobre
– Pablo Hércules Cunha
– Ronnalty Cordeiro
– Madison
– Rafael Veiga dos Santos
– Haynna Jaciara Mendes e Silva
– Emerson da Ponte Lima
– Rafaelly Godoy Brito (La Conga Rosa)
– Lucas Miguel Salomão Meireles
– Elvira Retriever
– Fetxawewe Tapuya Guajajara Verissimo
– Bruno Henrique Coelho de Oliveira
– Kaio Kimera
– Alexandre Ribondi
– Ruan Ítalo de Araújo
– Baby Brasil
– Ana Caroline Brito Gonçalves
– Ricardo Caldeira de Souza
– Lélia de Castro Gramignolli
– Luis Gustavo Pereira Furtado
– Carolina Ribeiro
– Guylherme Almeida
– Debora Rita da Silva Pereira
– Jéssica Alves Silva
– Lu Shonda
– Kédma Thais dos Santos
– Caio Handel
– Leandro Gustavo
– Marcus Alexandre Torres de Souza

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal

Fonte: Agência Brasília

O Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é referência não apenas no Distrito Federal e região do entorno, mas para outros estados do país, no atendimento a pessoas com síndrome de Down. São cerca de dois mil pacientes cadastrados, contemplando desde gestantes que recebem o diagnóstico da trissomia do cromossomo 21 a outras faixas etárias de público.

Assim, bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos encontram atendimento humanizado e interdisciplinar no local. Segundo a coordenadora do CrisDown, a terapeuta Carolina Vale, o serviço atende atualmente 1.878 pacientes. A equipe possui em torno de 30 profissionais, entre fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, assistente social, geneticista, pediatra, cardiopediatra, neuropediatra e clínico geral.

A coordenadora do serviço explica que o trabalho é interdisciplinar e foi pensado assim para proporcionar um olhar integral aos pacientes: “O intuito do CrisDown, quando construímos o serviço, foi facilitar essa interlocução entre as áreas e evitar que os pacientes ficassem andando na rede em busca de atendimento com diversos profissionais”.

Um dos pacientes atendidos é o pequeno José Pedro, de 3 anos e 8 meses. Acompanhado da mãe, a professora Eliane Dourado, ele foi acolhido no serviço assim que nasceu e passa por sessões semanais de fisioterapia e terapia ocupacional, além de ter acompanhamento com o ortopedista e a pediatra. “A equipe é muito acolhedora e o atendimento é sempre muito humanizado. Os profissionais são muito comprometidos e solícitos com as nossas necessidades”, avalia Eliane.

A também professora Ana Lúcia Silva de Souza, mãe de Rafael, de 2 anos e 4 meses, leva o filho ao CrisDown desde quando ele tinha dois meses de vida e diz estar satisfeita com o acolhimento recebido. “Viemos participar de uma palestra e, desde então, ele está aqui sendo atendido. O desenvolvimento dele tem sido surpreendente. Ele já está andando, já fala algumas palavras”, comemora.

Pandemia

Carolina Vale lembra que, com a pandemia, foi necessário repensar a forma de atendimento. “A gente precisava fazer alguma coisa, pois os pacientes tinham perdido muito em termos de desenvolvimento global – motor, cognitivo e de fala – e isso nos angustiava”, relata.

“São seis pacientes pela manhã e seis à tarde”, detalha a terapeuta. “Geralmente, os pais entram junto para acompanhar as atividades e poder auxiliar em casa, mas cada família fica distante, dentro da sala, seguindo os protocolos recomendados”. Mesmo com as dificuldades impostas pelo momento, diz Carolina, o serviço acolheu quase 100 pacientes em 2020.

O serviço

O CrisDown nasceu em 2013 e funcionou primeiramente na Unidade Básica de Saúde (UBS) da 905 Norte. Atualmente, o serviço está disponível no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde era a creche. A entrada é separada do hospital, proporcionando mais tranquilidade aos pacientes.

É preciso entrar em contato por WhatsApp (99448-0691) e agendar. “Antes era acolhimento aberto, era possível receber muitas pessoas. Hoje, em função da pandemia, isso mudou. Passamos a trabalhar com agendamento e atendemos três famílias às sextas pela manhã”, esclarece a coordenadora. Quando chegam ao CrisDown, as famílias conversam com a equipe. Após esse acolhimento, é feita a estratificação de risco.

Após essa etapa, explica a gestora, o paciente é classificado de acordo com o risco. “Os vermelhos [marcados com identificação dessa cor] possuem prioridade, e então é feito o agendamento de acordo com a necessidade”, explica.

“Aqui, investimos no presente para modificar o futuro. É preciso oferecer oportunidade e possibilidade para que [os pacientes] possam se desenvolver. Empoderamos as famílias para acreditar que sim, é possível que no futuro [esses pacientes] se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”, salienta.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Na manhã desta terça-feira, 21/9, a Administração Regional do Plano Piloto recebeu a visita de Renato Palomba, Síndico Bloco K, da quadra 316 da Asa Sul que trouxe demandas dos moradores e moradoras do Bloco. O principal assunto tratado foram as melhorias para os canteiros nas áreas verdes lindeiras ao prédio.

De acordo com Renato, a comunidade fez o plantio de cerva viva da espécie “Clusia” para evitar que as pessoas transitem em cima da grama e também para conter a água da chuva. Porém, segundo ele, a estratégia não tem resolvido o problema da infiltração de água que acaba prejudicando a face exterior do prédio.

“Queremos parceria com a Administração Regional para conservar a área e buscar uma solução conjunta para esse problema”, diz Renato.


Ilka Teodoro, Administradora Regional, explica que as cercas vivas são um problema urbano porque não cumprem a função esperada, nem na contenção da chuva e nem na sensação de segurança pensada pela comunidade que opta por essa plantação. “As raízes das cercas vivas se aprofundam e invadem as redes de água, esgoto, telefone e eletricidade e destroem calçadas e estacionamentos”.

Além disso, de acordo com a Administradora, as cercas vivas acumulam sujeiras propiciando a proliferação de pragas como ratos e pombos, além de impedir a livre circulação de pedestres, considerada uma das características mais importantes da cidade”.
Ilka sugeriu a implantação de um jardim de chuva com plantas nativas do cerrado como solução para o problema apresentado, porque essas espécies não retêm a água da chuva e permitem a permeabilidade do solo.

Sobre os outros pedidos apresentados, que já foram formalizados pelo e-mail do Núcleo de Protocolo e Arquivo, a Administradora reforçou que os andamentos dos processos podem ser acompanhados por meio do Acesso ao Usuário Externo.

Tem algum processo no Sistema Eletrônico de Informações (SEI)? 

Saiba aqui como acompanhar o andamento.
 
Por: Ramíla Moura/ Ascom RA-PP
Fotos: Emanuelle Sena/ Ascom RA-PP

Como qualquer criança, Yure Koppe, 3 anos, não para quieto. A agitação do pequeno, porém, vai um pouco além por um detalhe imperceptível: ele tem autismo. Para a mãe, Ana Karolina Koppe, segurar o garoto enquanto aguarda numa fila de banco, supermercado ou atendimento médico é uma batalha.

Por isso, agora ela comemora a publicação da Lei 6.945/202, que inclui pessoas com Transtorno Espectro Autista na lista de atendimento prioritário em estabelecimentos comerciais, serviços e instituições financeiras.

“As pessoas com autismo costumam ser impacientes, principalmente quando estão em locais com muitas pessoas e precisam ficar esperando. O Yure corre, mexe em tudo. Esperar em uma fila de banco com ele é uma dificuldade, pois normalmente não tenho com quem deixá-lo. Essa lei é uma grande conquista”, diz Ana Karolina.

A nova legislação entra em vigor partir de 14 de outubro. Até lá, os estabelecimentos terão que afixar, em local visível, placa com os seguintes dizeres: “Atendimento prioritário a gestantes, mães com crianças no colo, idosos com idade igual ou superior a 60 anos, pessoas com deficiência física, pessoas com obesidade grave ou mórbida, pessoas que se submetem à hemodiálise, pessoas com fibromialgia, pessoas portadoras de neoplasia maligna e pessoas com transtorno do espectro autista – TEA”, conforme especifica a lei. Em caso de não cumprimento, a população pode denunciar no Procon.

Para a diretora da Associação Brasileira de Autismo, Comportamento e Intervenção, Lucinete Ferreira de Andrade, que é mãe da jovem, autista, Mayara Ferreira de Abreu, 18 anos, o maior benefício dessa lei é a redução do tempo de espera que, na maioria das vezes, é desencadeador de stress.

“Autistas em ambientes como mercados, shoppings, devido a questões sensoriais tendem a ter crises. Isso implica em prejuízo social, já que as famílias ficam mais receosas com crises na rua”, aponta.

Para ter direito à prioridade, é preciso apresentar algo que identifique o autismo. “Atualmente, eles podem apresentar o laudo médico. Mas estamos nos preparando para começar a emitir uma carteirinha especial para essas pessoas”, adianta o chefe de gabinete da Secretaria da Pessoa com Deficiência, Alisson Dias.

O decreto que regulamenta (Decreto nº 41.184) a instituição da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) já foi publicado.

Estacionamentos
Atualmente, não há dados oficiais de quantos autistas há no Distrito Federal, mas Alisson Dias diz que a estimativa é de que tenha, pelo menos, 15 mil pessoas com o transtorno.

A lei publicada esta semana vem somar a outras políticas públicas já garantidas para quem tem Transtorno do Espectro Autista no DF. Uma delas é a Credencial de Estacionamento para Autista, lançada em 2020 pelo Detran.

Com o documento, os deficientes têm modelo especial para identificação do veículo. A nova credencial traz o símbolo universal do autismo – um laço com estampa de quebra-cabeças – e dobrou a validade para 10 anos.

A Lei Federal nº 10.098/ 2000, assegura a reserva de 2% das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para serem utilizadas exclusivamente por veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência ou com dificuldade de locomoção.

Já a Lei Distrital nº 4.568/2011 garante ao condutor de veículo que estiver conduzindo pessoa autista o direito de uso das vagas especiais de estacionamento reservadas às pessoas com deficiência. Os carros estacionados nessas vagas deverão, obrigatoriamente, exibir a credencial de estacionamento sobre o painel, com a frente voltada para cima.

Outros serviços

A Secretaria de Educação oferece atendimento educacional especializado a cerca de 3,5 mil estudantes com TEA em escolas inclusivas da rede pública de ensino, com atendimento especializado em sala de recursos no horário contrário ao turno de aula regular. Também são realizados atendimentos em 13 centros de ensino especial.

Na Saúde, a cadeia de assistência aos pacientes com casos de TEA é formada pela Rede de Atenção Primária, pelos ambulatórios especializados e por unidades como os CAPSi, o Centro de Atenção Psicossocial tipo I ou II (CAPS I), Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica e o Adolescentro.

Além disso, as demandas para reabilitação neuromotora dos pacientes com TEA são realizadas pelos Centros Especializados em Reabilitação Física e Intelectual (CERs) de Taguatinga; o Hospital de Apoio; e do Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal-LP).

Fonte: Agência Brasília

Caso queira solicitar uma ligação de energia para seu comércio ou residência, o processo é simples e prático. É importante destacar que essa solicitação não é feita nas Administrações Regionais, devendo ser feita diretamente no site da Neoenergia, que é a responsável pelo procedimento.

Para solicitar a ligação de energia você deve acessar o site:

https://www.neoenergiabrasilia.com.br/Paginas/default.aspx

Na página inicial, clique na seção “Nova Ligação”:

Então, informe um email válido para prosseguir com a solicitação:

Após o e-mail ser informado, a Neoenergia encaminhará no mesmo e-mail informado um formulário para preenchimento das informações do local a receber a ligação:

Após o preenchimento, encaminhe o formulário.

 

Para esclarecer dúvidas e demais informações estes são os canais de atendimento da Neoenergia:

 https://www.neoenergiabrasilia.com.br/atendimento/Paginas/canais-de-atendimento.aspx:

 

Texto: Ana Luiza Santos/ASCOM-RAPP

Imagens: Página institucional da Neoenergia

Começou nesta quinta-feira (16) o processo democrático para aprimoramento da política de assistência social do Distrito Federal, com a realização da primeira de sete conferências regionais preparatórias para a XIV Conferência Distrital de Assistência Social, marcada para o dia 21 de outubro.

Nesses encontros serão apresentadas e debatidas propostas para a política e eleitos delegados(as) que vão representar os participantes no debate distrital e nacional, previsto para dezembro. Nesta primeira conferência, 230 pessoas, entre usuários, servidores e trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) dessas regiões, se inscreveram para contribuir para o fortalecimento da política pública.

A primeira Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul teve como foco ouvir as propostas de usuários e trabalhadores de entidades e unidades socioassistenciais das regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

“As conferências são um momento de avaliarmos o que está sendo feito na política de assistência social e pensarmos, conjuntamente, em um processo de aprimoramento dos nossos serviços, programas, ações e benefícios. Precisamos pensar, dialogar e construir propostas para que tenhamos um Suas mais eficiente para quem dele necessita, mais atuante no Distrito Federal”, ressaltou a presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves, durante a abertura do evento.

Segundo a gestora, também subsecretária de Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), um dos pontos de destaque das conferências será o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos profissionais da assistência social para manter o suporte às famílias em risco social e ampliar a capacidade de atendimento, tendo em vista que houve um aumento expressivo do número de pessoas que perderam a renda e passaram a depender do Estado por causa da pandemia da covid-19.

“O CAS-DF reconhece o trabalho feito neste período de pandemia pelos profissionais do Suas, tanto da Sedes quanto da rede parceira, as Organizações da Sociedade Civil. Foi um trabalho essencial. Nós estávamos vivenciando incertezas, houve um agravamento da situação de vulnerabilidade de muitas famílias, de muitas perdas e os trabalhadores responderam a isso, se colocaram não linha de frente”, reforça Kariny Alves.

Na abertura do processo conferencial, ao fazer um balanço das ações da Sedes durante a pandemia, a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou a contratação de mais de 500 novos servidores para área social neste último ano, incluindo os nomeados que foram também para a Secretaria de Justiça (Sejus) e a Secretária da Mulher, além da criação do Programa Cartão Prato Cheio, que garante alimentação de quase 40 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.

Ana Marra destacou ainda que a atual gestão conseguiu tirar do papel e  implementou deliberações de conferências anteriores. “É com muita alegria que digo que o DF implementou a primeira República LGBTQI+ do país, uma reivindicação antiga e já apresentada em outros processos conferenciais. Também conseguimos abrir o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) em São Sebastião. Tudo isso só mostra o comprometimento desse governo com a área social”, afirma.

Região Central e Centro-Sul

A Região Central e Centro-Sul abrange o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Brasília e o Creas Brasília; o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade; o Centro POP Brasília, que atende população em situação de rua; a UPS 24 horas; o Cras, Creas e Centro de Convivência Estrutural; Cras Varjão; Cras e Creas Núcleo Bandeirante e o Centro de Convivência Divineia; Cras Candangolândia; Cras Guará e a República para Jovens.

“É o momento de discutirmos questões e propostas relativas ao nosso território, que, por exemplo, tem um desafio em relação ao grande número de pessoas em situação de rua e combate ao trabalho infantil”, explica a gerente do Creas Brasília, Juliana Castro, que foi a representante do território na conferência desta quinta.

A servidora, no entanto, pontua que as conferências também são um momento de reflexão. “Quando nós paramos para avaliar o que está sendo feito e o que precisa ser feito, nos damos conta do que nós já fazemos. Muitas vezes, na angústia do dia a dia, não prestamos atenção nisso. Quando paramos para analisar, como agora, podemos ver que o trabalhador do Suas dá o máximo de si ali, temos que olhar isso também e não só olhar o que falta”, avalia Juliana.

Problema na rede

Devido a problemas técnicos e em respeito aos participantes, a Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul teve de ser interrompida, após sucessivas quedas na conexão de internet. Os debates, a eleição dos delegados (as) e a plenária final dessa regional serão realizados nos próximos dias, em data a ser divulgada pelo Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), responsável pela organização dos eventos.

Como a conferência é on-line para manter o distanciamento social não foi possível concluir o debate. “Nós, da comissão organizadora e a Mesa Diretora do CAS-DF, chegamos ao entendimento de que é melhor suspendermos a realização da Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul considerando a instabilidade do sistema, na plataforma de transmissão.

“Consideramos que esse é um trabalho extremamente importante. Por isso, retornaremos em outro momento, em outra data para que realmente vocês possam contribuir, consigam apresentar propostas e fazer uma discussão de qualidade. Agradeço a compreensão de todos”, informou Kariny Alves, presidente do CAS-DF.

A próxima Conferência Regional de Assistência Social Região Leste, que abrange São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá, está mantida para a próxima terça-feira (21), a partir das 8h.

Fonte: Agência Brasília

A eficientização do sistema de iluminação pública do Distrito Federal, além de economia aos cofres públicos, gera conforto e segurança a quem trafega pelas cidades. Foi com esse foco que, na noite desta quarta-feira (15), o governador Ibaneis Rocha acionou o botão para inaugurar o funcionamento das 233 lâmpadas de LED instaladas na Praça dos Cristais e nas vias adjacentes, no Setor Militar Urbano (SMU).

Localizada em frente ao Quartel General do Exército, a praça teve seu fluxo de visitação aumentado durante a pandemia, quando os moradores de Brasília passaram a usar espaços públicos ao ar livre para recreação e lazer. Além da procura por mais de 60 mil pessoas desde que o posto noturno de vacinação drive-thru foi aberto no local.

“A gente vem instalando a iluminação de LED em vários pontos da cidade, principalmente naqueles com focos de insegurança. No caso da Praça dos Cristais, se trata de um ponto turístico que tem sido bastante explorado e que vai ser ainda mais com esse novo sistema”, afirmou o governador Ibaneis.

R$ 40 milhões

De acordo com o diretor-técnico da CEB, Fabiano Cardoso, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem reforçado a modernização do sistema de iluminação pública. “Ao longo dos últimos dois anos e nove meses foram investidos cerca de R$ 40 milhões na substituição de 50 mil pontos de luz”, disse Cardoso. A troca das lâmpadas convencionais por LED na Praça dos Cristais foi gerenciada pelo CEB Iluminação Pública (CEB Ipes) ao custo de R$ 212 mil.

Para o comandante do Exército Brasileiro, general Paulo Sérgio Nogueira, a eficientização do sistema de iluminação pública no SMU é o resultado de uma parceria eficiente das Forças Armadas com o GDF. “Esse trabalho em conjunto tem gerado excelentes frutos para a população do DF, principalmente para as milhares de pessoas que passam pelo posto noturno para se vacinar.”

Participaram também da solenidade de inauguração da nova iluminação da praça o vice-governador Paco Brito; os secretários de Governo, José Humberto Pires; de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus de Oliveira; de Saúde, Manoel Pafiadache; da administradora regional do Plano Pilo, Ilka Teodoro; além de autoridades do Exército.

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional juntamente com o GDF Presente, por meio do Polo Central Adjacente III, trabalharam intensamente nesta terça-feira (14) com serviços de obra e manutenção no Plano Piloto.

Veja quais foram as ações de conservação feitas hoje, no Polo Central Adjacente III pela região do Plano Piloto:

  • Retirada de lixo verde na Praça 21 de Abril e no Jardim da Infância 21 na 708 Sul

 

  • Retirada dos bancos e mesas danificados no Parque Deck Sul (L4 Sul) para substituição pela NOVACAP/DE

 

  • Substituição das lâmpadas, fios e postes furtados ou danificados no Parque Deck Sul pela CEB/Neo Energia.

 

  • Recolhimento de placas na W7 do Setor Noroeste

 

  • Limpeza das bocas de lobo na W3 SUL, seguindo efetivamente o plano de preparação para às próximas chuvas.

 

Sofá, pneu, óleo de cozinha, restos de construção e comida, animais mortos são algumas das coisas encontradas dentro das bocas de lobo do Distrito Federal. Nesta terça-feira (14), equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) iniciaram um mutirão de serviços preventivos para limpar os locais antes que o período chuvoso comece – facilitando o curso da água.

Dezoito reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), vinculada a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), e 17 funcionários da Novacap começaram a limpeza de bocas de lobo, desobstrução de redes de água pluvial e reposição de peças que estão danificadas – como tampas de bueiros – pela quadra 710 da W3 Norte.

Valdeir Cardoso, 40 anos, é funcionário de uma loja de construção na quadra há 22 anos. O morador de Planaltina acredita que esses serviços preventivos são essenciais para evitar danos causados por tempestades. “Onde eu moro não tem tanto alagamento como acontece no Plano Piloto, por isso é muito importante que sejam feitos esse tipo de trabalho antes das chuvas chegarem”, comenta.

Serviço diário

Os serviços não começaram só esta semana. O trabalho da companhia é diário, principalmente na parceria com os polos do GDF Presente. O Departamento de Parques e Jardins (DPJ), por exemplo, executa várias ações preventivas há cerca de 90 dias. São mais de 20 equipes com 200 pessoas pelo Plano Piloto. “É a cidade que tem uma arborização mais antiga. Todos esses serviços têm o objetivo de evitar acidentes, mas vale lembrar que a força da ventania pode ser maior do que a resistência da árvore”, explica o diretor do DPJ, Raimundo Silva.

Segundo Raimundo Silva, este ano já foram podadas mais de 60 mil árvores pela capital. “Retiramos mais de 6 mil espécies que estavam em risco, além de aparar mais de 500 milhões de metros quadrados de grama – o que equivale a 46.297 mil campos de futebol”, informa o diretor da DPJ.

Já a Diretoria de Urbanização (DU) desobstruiu 17 mil metros de tubulação de rede de águas pluviais; limpou 3,2 mil bocas de lobos e  1.040 bueiros; reconstruiu 314 metros de tubulação e reparou 585 bocas de lobos e 384 bueiros. “Estudamos os pontos mais críticos das cidades para realizar essas ações”, comenta o engenheiro civil da área de Manutenção e Obras Diretas da DU, Lanio Trida.

Fonte: Agência Brasília

Com entrega prevista para março de 2022, os viadutos da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) começam a ganhar forma com o avanço da fundação e da escavação. Já são mais de 25% dos serviços concluídos. Atualmente, as obras se concentram na armação das estacas e baldrames, na conclusão do estaqueamento e na escavação dos blocos. A obra gera 122 empregos diretos e 400 indiretos.

“A construção simultânea dos viadutos é uma atividade complexa, mas tudo está de acordo com o cronograma estabelecido. Estamos trabalhando arduamente para entregar os viadutos dentro do prazo estabelecido. É mais uma obra visando à melhora da mobilidade na região”, declarou Luciano Carvalho, secretário de Obras do GDF.

A ESPM será revitalizada para compor o chamado Corredor Eixo Oeste. A obra, dividida em duas partes por questões de logística e segurança, teve início pelo trecho localizado entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e o Terminal da Asa Sul (TAS), onde estão sendo construídos dois viadutos.

Um dos viadutos será construído na alça de acesso da ESPM ao Eixo W, conhecido como “Eixinho de cima”. Terá 8 metros de altura, 33 metros de comprimento e 19 metros de largura. O outro, situado na alça de acesso ao Eixo Rodoviário Leste (ERL), sentido L4, terá 29 metros de comprimento, 15 metros de largura e altura aproximada de 8 metros.

“A novidade é que o nível para circulação dos ônibus será todo em pavimento rígido [concreto], com maior durabilidade. Além disso, os novos viadutos irão desafogar o trânsito na região, minimizando os engarrafamentos e os transtornos enfrentados diariamente pelos motoristas que trafegam por ali, especialmente nos horários de pico”, explica o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras, Ricardo Terenzi.

Corredor Eixo Oeste

Com 38,7 km de extensão, o corredor prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a avenida Hélio Prates, a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e a ESPM, que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto.

As obras serão feitas por trechos, uma vez que seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. Além da revitalização da Avenida Hélio Prates, o corredor contempla diversas outras obras, tais como a construção de viadutos e do túnel de Taguatinga.

Fonte: Agência Brasília

Para abrir o ciclo de Conferências Regionais de Assistência Social do Distrito Federal, preparatórias para a XIV Conferência Distrital, está marcada para esta quinta-feira (16) a Conferência da Região Central e Centro-Sul. Este primeiro encontro abrange as regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

As Conferências Regionais de Assistência Social são realizadas a cada dois anos. Serão dois dias de encontros durante a semana, divididos em regiões, para avaliar a atual política e reunir propostas de usuários, entidades, servidores e trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

“É uma oportunidade de usuários e trabalhadores do Suas participarem da construção da política de assistência social do DF e até do país, já que parte das propostas será levada também para a Conferência Nacional, marcada para dezembro”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

Regionais

No total, serão realizadas, entre 16 de setembro e 7 de outubro, sete Conferências Regionais de Assistência Social, considerando as 33 regiões administrativas, com até 200 participantes em cada encontro. As reuniões começam às 8h com o credenciamento dos participantes. As inscrições estão abertas no site da Sedes.

As conferências também terão espaço aberto para apresentações culturais de servidores, trabalhadores e usuários do Suas. “Quem tiver interesse em participar deve preencher formulário no site da Sedes”, reforça a presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves.

“As conferências não são somente um momento de debate, mas de celebração e de envolvimento de todos na busca por uma assistência social justa, que combata as desigualdades”, destaca a gestora. O CAS-DF é quem organiza as conferências no âmbito distrital

A cada conferência regional, serão eleitos 42 delegados titulares e suplentes para participar da XIV Conferência Distrital de Assistência Social. Serão eles os responsáveis por levar as propostas.

Conferências

Os encontros serão on-line para prevenir a disseminação da covid-19 e abertos aos usuários residentes nas regiões administrativas abrangidas pela respectiva conferência regional e aos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social que atuam nas unidades da Sedes e instituições localizadas nessas regiões.

Podem participar: representantes do governo, dirigentes ou representantes de entidade de assistência social inscrita no CAS-DF, trabalhadores que atuam na política de assistência social, usuários e beneficiários dos serviços socioassistenciais, convidados e observadores (estudantes, estagiários e interessados no assunto).

Para facilitar o debate e garantir que todos os temas pertinentes sejam discutidos de forma igualitária, as conferências, incluindo a distrital e nacional, foram divididas em cinco eixos temáticos:

1. Proteção social não contributiva e o princípio da equidade como paradigma para a gestão dos direitos socioassistenciais no enfrentamento das desigualdades;

2. Financiamento e orçamento como instrumento para uma gestão de compromissos e corresponsabilidades dos entes federativos para garantia dos direitos socioassistenciais;

3. Controle social: o lugar da sociedade civil no Suas e a importância da participação dos usuários;

4. Gestão e acesso às seguranças socioassistenciais e articulação entre serviços, benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais e proteção social;

5. Atuação do Suas em situações de calamidade e emergências.

Calendário

Confira as datas das Conferências Regionais de Assistência Social do DF:

16/09 – Conferência da Região Central e Centro-Sul: Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

21/09 – Conferência da Região Leste: São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá.

23/9 – Conferência da Região Norte: Sobradinho II, Sobradinho, Fercal e Planaltina.

28/9 – Conferência da Região Sudoeste: Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Samambaia

30/9 – Conferência da Região Centro-Oeste: Vicente Pires, Taguatinga, Águas Claras e Arniqueiras.

5/10 – Conferência da Região Oeste: Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia.

7/10 – Conferência da Região Sul: Gama e Santa Maria.

Fonte: Agência Brasília

Quem caminha pela W3 Sul agora tem onde jogar o lixo de maneira adequada. Novas 39 lixeiras foram instaladas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) nas quadras 507 e 508 Sul, que passaram recentemente por uma grande reforma de urbanização e acessibilidade. Ao longo da avenida, já foram instalados um total de mais 89 equipamentos. Antes eram apenas 42. Agora, já são 131 papeleiras, tanto do lado das quadras 500 como das 700, facilitando o descarte correto de lixo.

Os novos depósitos, tecnicamente batizados de papeleiras, são feitos de plástico, pintados na cor cinza, têm o logotipo do SLU e são fixados em postes, presos com uma alça metálica. Cada lixeira possui 74,5 cm de altura, 42,5 cm de largura e 32 cm de profundidade, com uma abertura de 31 cm x 9,5 cm para o descarte de objetos de pequeno porte, como embalagens de balinhas ou panfletos, com capacidade de 50 litros.

Desde o ano passado, o GDF investe R$ 2,5 milhões para ajudar a manter a cidade limpa. A meta é instalar 21 mil lixeiras até maio de 2022. Até agora, já foram colocados 10.136 equipamentos em todo o DF. As papeleiras já existentes, mas que apresentem desgastes ou danos físicos, além das que foram arrancadas em consequência de atos de vandalismo, serão substituídas pelas novas.

“Fazer parte da revitalização da W3 Sul nos deixa muito felizes, pois as papeleiras são equipamentos fundamentais para compor e agregar a todas as melhorias feitas pelo GDF no local. As papeleiras são uma demanda antiga da população e chegaram na hora certa. Todos devemos preservá-las para que durem muitos anos”, disse o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, a instalação de papeleiras atende também a uma reivindicação dos empresários da região. “Por ser uma área com grande fluxo de pessoas, a instalação de lixeiras é fundamental para a manutenção da limpeza da avenida”, diz.

A maior quantidade de lixeiras também vai beneficiar os frequentadores do Viva W3, projeto que leva centenas de pessoas para praticar atividades físicas na avenida aos domingos. “Quanto mais perto tem uma papeleira, maior a possibilidade de as pessoas descartarem o lixo de forma correta”, diz a subsecretária de Políticas Públicas e uma das coordenadoras do projeto, Meire Motta. “Essa colocação de lixeiras, junto com esse projeto de urbanização que está sendo feito na avenida, mostra a preocupação do governo com a qualidade de vida da população”.

Fonte: Agência Brasília

Entre pessoas pedalando, praticando exercícios e caminhando com familiares, o Eixão do Lazer, na altura da Quadra 108 Norte, foi o cenário, na manhã deste domingo (12), da segunda edição da Ouvidoria Itinerante. A iniciativa do Instituto Brasília Ambiental teve o objetivo de levar o órgão mais próximo dos brasilenses, com o serviço de intermediação prestado à comunidade, e esclarecimentos sobre poluição sonora, maus tratos à fauna e outros assuntos ligados à temática ambiental e a distribuição de materiais informativos.

A servidora pública e estatística, Maria do Socorro, esteve no ponto de apoio e aprovou o projeto itinerante. “Este tipo de trabalho é muito bom para a comunidade, pois já presenciei situações nas ruas, como maus tratos a animais, mas não sabia a que lugar recorrer para falar e nem de que forma”, comentou a moradora da Asa Norte.

A função educativa da Ouvidoria Itinerante é ponto chave para o auditor fiscal e ouvidor do Brasília Ambiental, Alan Ferreira. “Essas abordagens propiciam às pessoas conhecerem mais sobre o que o órgão faz e, também, saber que existe um site , o  https://www.ouv.df.gov.br/#/ ou o telefone 162, nos quais elas podem fazer as suas manifestações” esclareceu.

O aposentado Jarvas Martins também aproveitou a presença da Ouvidoria do Instituto no Eixão do Lazer e teceu elogios. “Foi muito bom o atendimento. Além de pegar folhetos explicativos sobre temas importantes também fui direcionado qual órgão procurar, pois se tratava de outro assunto de meu interesse”, comemorou o também morador da Asa Norte.

A ação deste domingo fez parte das comemorações da Semana do Cerrado, que ocorre entre os dias 11 a 19 de setembro de 2021, sob a coordenação da Secretaria do Meio Ambiente e conta com a parceria do Brasília Ambiental.

Denúncias

O tema recordista junto à Ouvidoria do Brasília Ambiental é a poluição sonora e o Plano Piloto foi eleito para sediar essa nova etapa do projeto por ser a região administrativa campeã no número de reclamações.

De janeiro até setembro deste ano, foram recebidas 990 manifestações, de um total de 2.468, representando mais de um terço dos registros sobre os variados assuntos relacionados ao meio ambiente e demonstrando a importância do órgão em interagir mais com a comunidade, levando conteúdo informativo.

Devido ao sucesso junto ao público na primeira versão, realizada no mês de maio em Águas Claras, a Ouvidoria Itinerante incluiu os maus tratos aos animais no plano de conscientização, por ser também um tema de grande repercussão junto ao órgão executor da política ambiental no DF.

O Instituto Brasília Ambiental é responsável por receber e fiscalizar tanto as denúncias de agressões à fauna quanto à poluição sonora proveniente do exercício das atividades de bares, restaurantes, igrejas, shows, academias, clubes (sons mecânico ou ao vivo), e por maquinários (ar-condicionado, exautores, entre outros).

Os registros, sobre ambos, são acolhidos pelo número 162 ou também por meio da internet, pelo site do Sistema de Ouvidoria do Distrito Federal: https://www.ouv.df.gov.br/#/

 

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

A partir do primeiro sábado de outubro a população poderá participar de oficinas temáticas, presenciais e virtuais, para debater os principais problemas enfrentados no Distrito Federal. Entre eles, o déficit habitacional, questões com o transporte coletivo, meio ambiente, desenvolvimento econômico, entre outros.

O objetivo é apresentar à comunidade as principais problemáticas levantadas pela leitura técnica do território feita pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com vários órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), para colher as contribuições da comunidade e fechar um diagnóstico compartilhado do Distrito Federal.

O debate com a comunidade servirá de base para a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), ferramenta fundamental para orientar o desenvolvimento do território. A revisão vem sendo conduzida pela Seduh há dois anos e meio.

“Nós fizemos essa leitura técnica, apontamos alguns desafios que precisam ser resolvidos e a população vai avaliar e complementar o trabalho que fizemos no levantamento dessas problemáticas, trazendo sua visão de cidade”, explicou a subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano (Suplan), Sílvia de Lazari.

Cronograma

Ao todo, serão sete oficinas organizadas pela Seduh, sempre aos sábados, nos dias 2, 9, 16 e 23 de outubro, nos períodos da manhã e tarde. Cada uma delas será em uma região administrativa que representa um grupo de locais, intitulada Unidade de Planejamento Territorial (UPT). Confira ao final da matéria o cronograma com as regiões onde cada reunião será promovida.

A construção do texto da revisão do Pdot é coletiva, ou seja, nesses encontros não será apresentada uma proposta fechada elaborada pelo governo. O objetivo é que o documento final represente os anseios da população, que enfrenta no dia a dia os problemas em suas cidades.

“Quando falamos em cidade, falamos de todos os problemas que ela comporta. Inclusive déficit habitacional, questões do meio ambiente, entre outros. Esses são alguns temas que precisamos abordar no Pdot. E para isso, precisamos da participação da população”, afirmou a secretária executiva de Planejamento e Preservação (Seplan), Giselle Moll.

Desafios

Um exemplo de desafio levantado pela equipe é o déficit habitacional de 108.316 domicílios para atender a população no DF. Nesse caso, Ceilândia se destaca como a região administrativa de maior déficit absoluto, com 14.937 domicílios.

Com relação à mobilidade, o levantamento apontou a predominância crescente do uso do transporte individual motorizado. A realidade do DF ainda desfavorece modos sustentáveis, como o transporte coletivo e trajetos feitos a pé e de bicicleta.

Além disso, o DF possui elevada concentração de empregos e renda na sua área central. O Plano Piloto concentra a maior parte dos empregos formais (52,2%) e também a maior parte da massa salarial do Distrito Federal (74,7%).

Na semana passada esse levantamento foi apresentado à Comissão de Governança, constituída pelo Decreto n° 41.004/2020 e que faz parte da estrutura de revisão do Pdot.

No dia 23 de setembro esse mesmo documento será apresentado ao Comitê de Gestão Participativa (CGP), composto de 34 membros da sociedade civil, também instituído pelo Decreto nº 41.004, como forma de garantir a participação popular desde o início do processo.

Pdot

Como uma cidade pode se desenvolver melhor? Qual o perfil dos seus habitantes? E como esses habitantes querem viver na sua cidade nos próximos anos? Para responder essas e outras perguntas, é preciso ter um plano que oriente o seu melhor desenvolvimento.

Por isso existe o Pdot, revisado a cada década para atualizar as diretrizes do planejamento territorial. Afinal, as cidades são dinâmicas e passam por constantes mudanças. E o DF de hoje é muito diferente do de dez anos atrás, com novos desafios que a população enfrenta diariamente.

“Estamos em um momento crucial de reflexão sobre a cidade que queremos, com a pandemia e as mudanças climáticas que o mundo está passando. Por isso, é muito importante que a população e a sociedade organizada participem e se engajem nas discussões”, destacou Giselle Moll.

Ao todo, o Plano Diretor contempla oito eixos temáticos para debates: Meio Ambiente e Infraestrutura; Ruralidades; Mobilidade; Habitação e Regularização; Território Resiliente; Gestão Social da Terra; Desenvolvimento Econômico Sustentável e Centralidades; Participação Social e Governança.

O último Plano Diretor para o DF é de 2009 e teve mudanças incorporadas em 2012. A revisão desse normativo, também conhecido como Lei Complementar nº 803, de 25 de abril de 2009, deve ocorrer a cada dez anos, conforme determinação do Estatuto da Cidade.

Confira o cronograma das oficinas temáticas:

Fonte: Agência Brasília 

Titulares de precatórios expedidos em face do DF ou de qualquer de suas autarquias e fundações poderão receber os valores devidos antecipadamente, por meio do Acordo Direto de Pagamento de Precatório.  

O Edital nº 1/2021, com as regras de adesão à sexta rodada do acordo, foi publicado na edição nº 165/2021 do Diário da Justiça/TJDFT, disponibilizada nesta terça-feira, 31 de agosto. 

Neste Chamamento, poderão aderir os credores de precatórios alimentares expedidos até 31/12/2020 e credores de precatórios comuns expedidos até 1º/07/2020.  

O pagamento antecipado é feito após deságio de 40% sobre o valor atualizado do precatório. Quando houver incidência de imposto de renda e/ou de contribuições à seguridade social, conforme cada caso, a dedução é feita após aplicação do deságio.    

O prazo para aderir à conciliação inicia em 1º de setembro e encerra em 1º de outubro. A proposta de adesão é feita por meio de formulário eletrônico, diretamente pelo interessado ou por meio de procurador ou advogado, no endereço www.acordoprecatorio.pg.df.gov.br 

Desde 2018, quando iniciou essa modalidade de pagamento de precatórios no DF, já foram pagos mais de R$ 310 milhões de forma antecipada a pouco mais de 6.600 credores. No mesmo período, o DF economizou quase R$ 220 milhões.  

Nesta sexta rodada, a proposta de acordo alcança pouco mais de 65 mil credores, dos quais aproximadamente 38 mil foram emitidos no ano passado e têm, agora, a oportunidade de aderir ao acordo. Vale lembrar que, para aderir ao Acordo, o precatório não pode ter sido cedido a terceiros, total ou parcialmente, ou apresentado em processo de compensação.

Fonte: PGDF

O Polo Central Adjacente III do GDF Presente está concentrando os trabalhos na Asa Sul nesses dias para fazer a limpeza das bocas de lobo, por causa da proximidade das chuvas. O serviço já começou com a retirada de 33 toneladas de terra, entulhos e folhas de 79 bocas de lobo da região.

O trabalho ajuda a prevenir possíveis alagamentos e até inundações, situações que ocorrem geralmente quando as bocas de lobo estão entupidas por causa de lixo descartado nas ruas.

O serviço é minucioso. Para a retirada de toda a sujeira, as bocas de lobo são abertas, limpas e depois recebem um jato de água de alta pressão do caminhão-pipa, que é essencial para a retirada de materiais que porventura ainda possam estar incrustados nos equipamentos que protegem os bueiros.

Força-tarefa

Nas quadras 500, 700 e 900, o foco dos trabalhos foi o recolhimento de galhos e folhas. A força-tarefa reuniu 96 homens do Polo Central Adjacente III e trabalhadores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e de reeducandos da Secretaria de Administração Pública do Distrito Federal (Seap-DF).

Nesta época do ano, as folhagens caem naturalmente das árvores e cobrem os gramados da cidade. Essas folhas também chegam às calçadas e pistas. Com isso, elas podem acabar abrigando bichos peçonhentos, como aranhas, escorpiões e vespas. Além disso, existe o risco de as pessoas derraparem e sofrerem quedas, principalmente as mais idosas.

O Polo Central Adjacente III do GDF Presente começou também a retirada do mato e folhagens que insistem em brotar nos canteiros centrais, como no viaduto do Setor Policial Sul, que fica no final da Asa Sul.

A pintura dos meios-fios não foi esquecida. Do balão do aeroporto, passando pelo Eixão e eixinhos Sul, até o Eixo Monumental, os meios-fios receberam pintura nova.

Na W3 Sul, os trabalhos foram direcionados também para a limpeza das calçadas. Ao longo das quadras 506 até a 516, as equipes fizeram um pente-fino para a retirada de restos de concreto, pedras e outros materiais usados nas obras de construção das novas calçadas, que ficaram pelo caminho. Confira o vídeo das ações do GDF Presente:

“O Polo Central Adjacente III do GDF Presente está empenhado em cumprir a determinação do nosso governador, Ibaneis Rocha, de realizar as obras e serviços para a melhoria da cidade. Neste primeiro momento, estamos trabalhando na Asa Sul, mas vamos também para a região da Asa Norte”, disse o coordenador do polo, Alexandro César.

A presença do GDF Presente faz a diferença, qualquer que seja a cidade. “As ações do GDF Presente são um reforço fundamental na conservação do Plano Piloto”, afirma a arquiteta e urbanista Gaby Galvão, diretora de Obras da administração do Plano Piloto.]

Fonte: Agência Brasília

A Vila Telebrasília completa, neste sábado(4), 65 anos. Situada às margens da Via L4 Sul, a comunidade tem como cartão de visitas um disputado campo de futebol sintético. Abriga ruas estreitas, diversas esquinas – o que não é comum na capital – e cerca de 5,5 mil moradores.

Um café da manhã organizado pela comunidade marcou a comemoração da data, na Praça da Resistência, a mais conhecida do local. Antigo acampamento onde moravam funcionários de construtoras que ergueram Brasília, a pequena vila hoje está urbanizada e recebe cuidados do Governo do Distrito Federal (GDF). Serviços intensificados ao longo da semana passada.

O programa GDF Presente reuniu um conjunto de órgãos nos preparativos para a festa de aniversário. Novacap, Detran, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Administração Regional do Plano Piloto participaram. As ruas e quebra-molas foram todos sinalizados. Árvores foram podadas e servidores trabalharam reforçando a capina, a limpeza dos parquinhos e de espaços comuns, além das ações de manutenção de vias e do tapa-buracos.

“Foi um grande mutirão para manutenção e conservação dos espaços públicos da vila. Um cuidado especial para o dia”, explica a administradora Ilka Teodoro. Além disso, as sete praças do bairro também estão sendo reformadas por meio de um projeto da Terracap, que investirá R$ 1,2 milhão na empreitada.

Trata-se de espaços que mexem com a memória afetiva da comunidade. A pracinha da Capela São Pedro Nolasco já está de calçadas novas, paisagismo em andamento e bancos de concreto serão logo instalados. Ali, há três décadas, morava o aposentado Geraldo Arão, 64. Com a construção da igrejinha, ele se mudou para outra rua.

Tranquilidade e resistência

A família Arão se instalou em 1976 na Vila Telebrasília e de lá não saiu mais. Geraldo, seus quatro irmãos, e os filhos André (31) e Aline (35) são conhecidos na comunidade. “Eu falo que ter chegado aqui na vila e conseguido fazer minha casa foi como ganhar na loteria”, orgulha-se. “Aqui é muito tranquilo, todo mundo se conhece e foi onde criei meus três filhos”, completa.

A próxima praça da lista é a da Resistência, em frente à residência de Neide Peixoto. A aposentada de 65 anos é popular no bairro, onde desembarcou há 41 anos. “No início, aqui era considerada uma área irregular e os governantes queriam nos tirar. Resistimos nessa praça. Era nela que nos reuníamos e pensávamos em soluções”, explica Neide.

Ela se recorda de como a vila mudou nas últimas quatro décadas. “Quando cheguei junto com meu esposo, era muita poeira e barracos beirando o Lago Paranoá. Parecia uma fazenda”, revela Neide. “Com o passar dos anos, ficou bom demais e somos agradecidos ao governo. Melhor que aqui, só o céu”, arrisca.

Creche será construída

Uma benfeitoria que a população logo receberá é a primeira creche da região. Ela será construída em uma parceria do GDF com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e está em fase de licitação. Caberá à Novacap erguer o espaço infantil que terá investimentos de aproximadamente R$ 4 milhões.

E os cuidados estão em dia no vilarejo onde andar a pé é um hábito. Semanalmente, o Polo Central Adjacente 3 do GDF Presente passa pelo bairro do Plano Piloto.

“Temos feito serviços intensos na região. Cuidando de parquinhos, reformando as calçadas, poda de árvores. E tapamos todos os buracos das pistas. Foram 20 toneladas de massa asfáltica usadas para ‘zerar’ as ruas”, finaliza o coordenador do polo, Alexandro César.

Fonte: Agência Brasília

Uma das praças mais bonitas e conservadas do Distrito Federal, a Praça dos Cristais, localizada em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU), teve um aumento considerável no número de visitantes. Isso porque o local virou um ponto de vacinação noturno, que funciona na modalidade drive-thru. Com o objetivo de gerar mais segurança para quem opta pela imunização à noite, a CEB Iluminação Pública (CEB Ipes) iniciou a troca de todas as luminárias convencionais por modelos de LED na praça e nas avenidas adjacentes.

O projeto consiste na eficientização de 233 luminárias pelo valor de R$ 212 mil e está sendo executado com recursos da CIP – Contribuição de Iluminação Pública. O presidente da CEB, Edison Garcia, reforça a importância da iluminação pública para a segurança da população. “Os postos de vacinação costumam ter filas e as pessoas precisam se sentir seguras para esperar a sua vez. Pensando nisso, a CEB desenvolveu o projeto e começou a executar a substituição da iluminação antiga por uma mais potente e eficaz”, disse o presidente.

Para o general de Divisão e Comandante Militar do Planalto, Rui Yutaka Matsuda, um dos projetos prioritários do Exército para o Setor Militar Urbano é transformar a área num espaço para que a população possa desfrutar da segurança, limpeza e organização. “A contribuição da CEB está sendo fundamental para este projeto, sendo que a nova iluminação de LED, na Avenida do Exército e na Praça dos Cristais, compõe um ambiente de muito maior percepção de segurança e claridade”, disse Matsuda.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, afirma que a nova iluminação traz muitos benefícios. “Toda a população ganha com esse investimento. Mais segurança, acessibilidade e visibilidade”, disse. Além disso, a conta de energia da região administrativa com o LED reduz em até 40% do valor, necessita de menos manutenção e a lâmpada dura mais tempo.

Frequentadora da Praça dos Cristais, a técnica da área da saúde, Ana Eduardo Bezerra, de 22 anos, afirma que o local ficou ainda melhor. “Essa é uma praça segura, por ser localizada em frente ao Quartel do Exército. Mas quando está escuro fica difícil para os soldados e as pessoas se identificarem. Com a nova iluminação, a praça terá ainda mais segurança”, disse.

As equipes da CEB já concluíram a troca das luminárias da Praça dos Cristais e vão iniciar a eficientização das ruas adjacentes.

Novos canais de atendimento da CEB

A CEB Ipes lançou novos canais de atendimento para a população. Para solicitar manutenção em pontos de iluminação pública no Distrito Federal, o chamado deve ser aberto por meio do call center 155, pelo aplicativo Ilumina DF ou no site www.brasilia.cidadeiluminada.com.br

Vacinação na Praça dos Cristais
O posto de vacinação na Praça dos Cristais funciona das 18h às 22h, de segunda a sexta-feira.

Fonte: Agência Brasília

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) participou da live “Conversa com SLU”, promovida pela Administração Regional do Plano Piloto sobre gestão de resíduos sólidos na região. O evento, realizado nesta sexta-feira (3), no Espaço Conexão, no Shopping Venâncio, foi transmitido ao vivo no Instagram da administração. A live foi apresentada pela administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, e contou com participação do diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, e da diretora de Limpeza Urbana interina, Andrea Almeida. Além disso, lideranças comunitárias da região participaram do encontro.

O objetivo do evento foi esclarecer dúvidas da população sobre a gestão de resíduos e os equipamentos de limpeza no Plano Piloto. A conversa foi aberta à comunidade, que pôde compartilhar experiências e participar – presencialmente ou de forma on-line – com perguntas sobre o tema.

Ao longo da live foram abordados assuntos como coleta seletiva, uso de equipamentos públicos do SLU (papa-entulho, papa-lixo, papa-reciclável e lixeiras), posicionamento de contêineres de prédios residenciais, contêineres de grandes geradores, descarte e coleta de lixo verde, varrição de calçadas, fiscalização e descarte de vidro.

Para o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, a iniciativa da conversa foi muito importante. Segundo ele, o contato do SLU com a população é fundamental. “É muito importante que a comunidade participe mesmo e cobre a gente. Quero agradecer, especialmente, a presença das lideranças comunitárias. Nós estamos aqui para isso, para trabalhar e atender a comunidade. Tenho aprendido muito e sei que podemos fazer muitas coisas. O SLU está à disposição da população”, frisou.

A diretora de limpeza urbana interina do SLU, Andrea Almeida, teve a oportunidade de esclarecer quais são e como a população deve usar os equipamentos públicos do SLU. “Os papa-recicláveis são equipamentos azuis destinados aos nossos recicláveis, como papel, papelão e metal, por exemplo. Nos papa-entulhos a população pode fazer a destinação correta dos resíduos da construção civil, podas, galhadas e volumosos. Inclusive temos um papa-entulho, aqui, no Plano Piloto, que fica na via L4 Sul. Outro equipamento nosso é o papa-lixo, contêiner semienterrado que tem capacidade de receber até 5m³ de resíduos orgânicos e indiferenciados. E temos também as lixeiras públicas. Já são quase 10 mil instaladas em todo o Distrito Federal”, explicou Andrea.

“A gente resolveu fazer a live pois a gestão de resíduos é uma das demandas que mais chegam na nossa administração. Todos esses assuntos são muito importantes e estamos juntos com o SLU e a comunidade por uma cidade mais harmônica, limpa e com qualidade de vida”, destacou a administradora Ilka Teodoro.

O presidente da Associação de Moradores das quadras 700 da Asa Sul, Carlos Cézar, elogiou o evento e ressaltou a importância da comunicação entre governo e sociedade. “Quero agradecer o convite e parabenizar a administração e o SLU. Me lembro quando houve uma vez alteração nos horários da coleta e o SLU passou com carro de som nas quadras distribuindo folhetos. Esse contato e o trabalho de comunicação são muito importantes para melhorar a gestão de resíduos”.

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Maria do Chapéu, moradora pioneira da Vila Planalto, que faleceu nesta sexta-feira, 3/9.


Dona Maria foi das fundadoras do Centro Social, da Creche Comunitária e do Grupo de Idosos. Ela também foi responsável por criar um grupo de mulheres da Vila.


A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Maria do Chapéu nesse momento de dor.

Nesta terça-feira, 31/08, integrantes da Acadêmicos da Asa Norte compareceram à Administração Regional do Plano Piloto para discutir soluções para a agremiação manter suas atividades, uma vez que o Carnaval foi paralisado em virtude da pandemia. A reunião acontece após visita da administradora regional, Ilka Teodoro, à sede da Acadêmicos, ocorrida em agosto, na qual foram identificadas série de ações voltadas à melhoria do acesso ao espaço.

Estiveram na reunião o presidente da Acadêmicos, José Luiz, o vice-presidente, Robson Souza, a produtora da Acadêmicos e do Carnavalesca, Juliana Lima, e o conselheiro fiscal, Tadeu.

O presidente da Acadêmicos da Asa Norte agradeceu a receptividade e a administradora ressaltou a disponibilidade em conceder todo o suporte possível: “Que bom que tivemos essa oportunidade de estarmos juntos e desde já me coloco à disposição”.

O grupo, surgido em 1969, busca alternativas viáveis para dar continuidade às atividades interrompidas com a pandemia além de melhorias para a sede, localizada no Setor de Clubes Sul.

Entre as demandas discutidas estão a criação de projetos que promovam conhecimento sobre o Carnaval e aproximem a comunidade, além do interesse do grupo em se tornar patrimônio imaterial. Foram solicitadas melhorias na iluminação da sede e na urbanização das imediações, apoio no registro como patrimônio e apresentação de ideias para que seja dada continuidade ao trabalho desenvolvido pela Acadêmicos da Asa Norte. 

 

Texto: Ana Luiza Santos – Ascom/RA-PP

Fotos: Emanuelle Sena – Ascom/RA-PP

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O governador Ibaneis Rocha afirmou que repudia a depredação na Praça dos Orixás, próxima à Ponte Costa e Silva. A afirmação foi feita durante visita feita ao local na manhã deste sábado (28). Na última quinta-feira (26), uma das esculturas das divindades africanas, a estátua de Ogum, amanheceu incendiada. O caso está sendo investigado como ato de intolerância religiosa pela Polícia Civil do DF.

“Temos aqui no Distrito Federal um ambiente de muita convivência entre todas as religiões. Em vários momentos, principalmente nos processos de regularização fundiária, recebemos representantes de todas elas. Ficamos muito tristes de ver um ato de intolerância religiosa de tamanha gravidade”, afirmou o governador.

Acompanhado do secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e da administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, o chefe do Executivo local disse que os dois órgãos estão trabalhando para a recuperação da imagem queimada.

“Também vamos partir para um processo de revitalização total da Prainha, que já vem sendo estudado pela administração. Fica aqui nosso total repúdio a este ato de vandalismo que ocorreu aqui. A gente espera ter toda essa situação reparada o mais rápido possível ”,disse.

A Praça dos Orixás tem 16 estátuas que representam as divindades africanas. Elas foram feitas pelo artista baiano Tatti Moreno e são as mesmas que flutuam no Dique do Tororó, em Salvador. No ano-novo de 2015, a estátua de Oxalá também foi queimada e, atualmente, uma roupa feita de TNT esconde os estragos na escultura.

Para uma das lideranças do candomblé do DF, Adna Santos, mais conhecida como mãe baiana, a depredação não foi um ato de vandalismo comum, mas trata-se de um caso de “racismo religioso”. “Eles serraram a cabeça da estátua, a penduraram na árvore e colocaram fogo no corpo”, disse. “Respeita meu axé que eu respeito sua fé”, pediu.

Fonte: Agência Brasília

A campanha "Vem Brincar Comigo" está de volta para trazer solidariedade para as crianças do nosso Distrito Federal.

O objetivo desta ação é fazer o Dia das Crianças mais feliz. Para que isso seja possível, entre os dias 30 de agosto e 30 de setembro serão arrecadados brinquedos e livros infantis nas Administrações Regionais, Batalhões do Corpo de Bombeiros, Palácio do Buriti e anexo, Secretarias e demais órgãos do GDF, bem como na sede da Defesa Civil do DF. Cada brinquedo ou livro doado cumprirá sua função social levando esperança para as crianças de todo o Distrito Federal.
 
Vale ressaltar que doação não é descarte. Portanto, antes de fazer sua doação verifique se os brinquedos e livros estão em condições de serem utilizados. Ainda, se possível, higienize os brinquedos e acondicione em sacolas plásticas transparentes para facilitar a identificação.     

Cuidar das nossas crianças é cuidar do nosso futuro. Faça você também a diferença! 

*Com informações da Subchefia de Política Sociais e Primeira Infância da Governadoria.

Conforme publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (30), nesta semana a Administração Regional do Plano Piloto, ao lado da Secretaria de Cidades, anuncia a terceira etapa da ampliação dos pontos de iluminação pública no Setor Hoteleiro Sul.

Nesta fase, foram investidos R$ 775.776,00. O deputado distrital Roosevelt Vilela direcionou metade dos recursos para a execução do projeto e a outra metade partiu da Administração Regional do Plano Piloto.

Segundo a administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, os esforços para continuidade da obra foram no sentido de ampliar com a maior brevidade possível a iluminação do local, considerando a importância do Setor Hoteleiro Sul para o turismo, a economia e a manutenção da cidade, especialmente da área central.

Nesta sexta-feira (3), a partir das 9h30, a Administração Regional do Plano Piloto e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) vão promover um debate sobre gestão de resíduos e equipamentos de limpeza no âmbito do Plano Piloto, Museu da Limpeza Urbana (MLU) itinerante, no Shopping Venâncio.

berta à comunidade, a conversa poderá ser acompanhada tanto presencialmente como de forma on-line, pois será transmitida pela página da administração regional no Instagram. O público poderá participar com perguntas, tendo a chance de esclarecer todas as dúvidas sobre os temas em questão.

Serviço
Evento: Conversa com SLU
Data: 3/9 (sexta-feira), às 9h30
Local: Museu do SLU, no Shopping Venâncio, com transmissão no Instagram

Após a conclusão das reformas do Setor Hospitalar Sul e no Setor de Rádio e TV Sul, o Governo do Distrito Federal (GDF), agora, trabalha na requalificação do Setor Comercial Sul (SCS). Na quadra 3, a Praça do Povo é um dos locais onde os trabalhos já foram iniciados, frutos de um investimento de mais de R$ 1,5 milhão do GDF e que geram mais de 100 empregos.

A reforma na Praça do Povo marca a primeira vez que o local, inaugurado na década de 70, recebe um serviço de reforma completa. Ao redor da praça, novas calçadas foram feitas, e a parte interior conta com piso completo de placas de concreto vibro prensado (técnica de moldagem das estruturas), além de trechos com marcadores de acessibilidade. “Já completamos cerca de 75% de toda a obra”, afirma a engenheira civil da Secretaria de Obras e Infraestrutura e fiscal da obra, Cláudia Mansur.

A técnica aponta ainda que a reforma, além de proporcionar maior acessibilidade para os frequentadores do SCS, vai beneficiar ainda os amantes da prática esportista do skate. “O projeto tem algumas coisas piramidais, tem várias quinas nas estruturas de cimento, pensando nos eventos e nos skatistas. É um lugar onde vão ter muitos pontos para se divertirem”, destaca.

O projeto da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) para a Praça do Povo prevê ainda um espaço multiúso, com equipamentos urbanos que serão utilizados dia e noite. O objetivo é gerar diversidade e integração com a sociedade. A arquitetura vai permitir ainda a realização de feiras e espetáculos culturais, como shows musicais e peças de teatro.

Outras obras virão

A requalificação da Praça do Povo é apenas um dos projetos urbanísticos que o GDF vai realizar na região, como esclarece o diretor de espaços públicos e qualificação urbana da Seduh, Clécio Nonato Rezende. “O SCS está dentro das estratégias de revitalização das áreas centrais do Plano Piloto. Já estamos tratando de outras intervenções, como na quadra 5, que é um projeto que está quase pronto para ser licitado, além da quadra 4 e a continuação da quadra 3”, conta.

Estima-se que cerca de 150 mil pessoas passem diariamente pelas ruas do SCS. Além do R$ 1,5 milhão que o GDF já aplicou na Praça do Povo, as outras obras de requalificação do setor vão gerar novos aportes. Para o projeto da quadra 5, a previsão de investimento é de cerca de R$ 4,2 milhões.

Já os trabalhos da quadra 4, o governo estuda a possibilidade de realizar a reforma por meio do programa Adote uma Praça. A proposta é buscar a iniciativa privada para financiar a execução dos serviços a exemplo do Setor Hospitalar Sul.

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional do Plano Piloto vem a público repudiar todo e qualquer ato de intolerância religiosa e vandalismo na cidade. 

Lamentamos profundamente o ocorrido no dia de hoje, na Praça dos Orixás,    
declarada patrimônio imaterial do Distrito Federal, onde imagens de orixás foram queimadas.  

A Administração Regional reforça seu compromisso com a preservação dos espaços culturais na cidade e informa que já está tomando as devidas providências para restauração do local, incluindo a reposição das imagens, e para impedir que estes atos de vandalismo e intolerância religiosa se repitam. 

A Polícia Civil do DF já foi acionada para investigar materialidade e autoria, bem como será solicitada a instalação de vigilância. 

A Administração conclama toda a comunidade para o combate à intolerância religiosa e defesa da preservação do patrimônio público, denunciando atos dessa natureza no DF.

A partir do dia 1º de setembro, a rede pública de saúde do Distrito Federal começará a disponibilizar medicamentos de prevenção ao HIV. O remédio de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), que atualmente só pode ser prescrito pela rede privada, poderá ser retirado nas Unidades Dispensadoras de Medicamentos de antirretrovirais (UDM).

A mudança ocorre após o Ministério da Saúde eleger o DF como uma das unidades federativas piloto do Projeto “PrEP na Saúde Suplementar”. A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV.

“Com essa disponibilidade para o setor privado, a oferta da PrEP irá aumentar, beneficiando mais pessoas. É um avanço importante para as estratégias de prevenção ao HIV. No Distrito Federal, o atendimento e a dispensação para PrEP no SUS estão disponíveis no Hospital Dia, no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e a partir de 1º de setembro na Policlínica de Taguatinga. A dispensação dos medicamentos da PrEP prescritos por médicos da rede privada estará disponível nas UDM da Policlínicas de Taguatinga, do Lago Sul, de Ceilândia e na Farmácia Escola do HUB, a partir de 1º de setembro”, explica a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Beatriz Maciel Luz.

A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. Essa estratégia mostrou-se eficaz e segura em pessoas com risco aumentado de adquirir a infecção. A PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do HIV.

Dentro do conjunto de ferramentas da prevenção combinada, inserem-se  também: testagem para o HIV; Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP); uso regular de preservativos; diagnóstico oportuno e tratamento adequado de infecções sexualmente transmissíveis (IST); redução de danos; gerenciamento de vulnerabilidades; supressão da replicação viral pelo tratamento antirretroviral; imunizações.

“No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é concentrada em alguns segmentos populacionais que respondem pela maioria de casos novos da infecção, como gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas trans e profissionais do sexo. Além disso, destaca-se o crescimento da infecção pelo HIV em adolescentes e jovens”, explica a gerente.

De acordo com Beatriz, além de apresentarem maior risco de adquirir o HIV, essas pessoas frequentemente estão sujeitas a situações de discriminação, sendo alvo de estigma e preconceito, o que aumenta, assim, sua vulnerabilidade ao HIV/Aids.

“Para esses casos, a PrEP insere-se como uma estratégia adicional de prevenção disponível no SUS, com o objetivo de reduzir a transmissão do HIV e contribuir para o alcance das metas relacionadas ao fim da epidemia”, afirma.

Fluxo

Para a prescrição da PrEP, o profissional será cadastrado no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos Antirretrovirais (Siclom) pelo farmacêutico da Unidade Dispensadora de Medicamentos (UDM), portanto, o nome e CRM deverão estar legíveis. Cabe ao profissional que prescreve acompanhar com o usuário a marcação das consultas de forma a garantir a continuidade do cuidado, da oferta dos medicamentos e do cumprimento da regularidade da testagem para HIV.

O usuário deverá comparecer a uma das UDM e entregar os documentos. Além disso, cumprir o prazo de até sete dias após a realização do teste rápido para HIV ou anti-HIV laboratorial (com resultado não reagente) para retirar a PrEP na UDM (preferencialmente o mais breve possível).

Caso o usuário perca o prazo acima, ele deverá realizar novo teste e apresentá-lo ao médico prescritor para preenchimento de novo formulário. O usuário também deve atentar-se para não perder os prazos das consultas de seguimento de forma a garantir a continuidade da PrEP sem interrupção por falta de medicamentos. Depois, basta retirar os medicamentos preferencialmente na UDM onde foi inicialmente cadastrado.

A PrEP não é para todas as pessoas. Ela é indicada para aquelas que têm maior risco de entrar em contato com o HIV.

* Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

A cada dois anos, a população e os trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) têm a oportunidade de avaliar e sugerir mudanças para aprimorar a política de assistência social do Distrito Federal. Todas as contribuições são debatidas e apresentadas nas Conferências Regionais de Assistência Social do DF, entre os dias 16 de setembro e 7 de outubro. As inscrições começam a partir desta segunda-feira (30).

Os encontros vão ser on-line, como medida para prevenir a disseminação da covid-19, abertos aos usuários residentes nas regiões administrativas abrangidas pela respectiva conferência regional e aos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) que atuam nas unidades da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e instituições localizadas nessas regiões.

Para participar, basta preencher e enviar o formulário que vai ficar disponível no site da Sedes a partir de segunda-feira (30). São sete conferências regionais com 80 participantes por região, onde ocorrem discussões dos cinco eixos temáticos. Ao final, são produzidos documentos com as contribuições dos participantes que servem de base para a XIV Conferência Distrital de Assistência Social, marcada para o dia 21 de outubro.

“As conferências regionais avaliam a política atual, analisam os avanços, desafios e as dificuldades para a construção e a consolidação do Suas em cada região administrativa; além de indicar propostas para o aperfeiçoamento da política em âmbito distrital. Também são indicadas propostas para Conferência Nacional de Assistência Social”, reforça a subsecretária de Assistência Social da Sedes e presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves.

Eixos temáticos

Os participantes das conferências regionais são divididos em grupos para discutir cinco eixos temáticos: a proteção social não contributiva e o princípio da equidade como paradigma para a gestão dos direitos socioassistenciais no enfrentamento das desigualdades; financiamento e orçamento como instrumento para uma gestão de compromissos e corresponsabilidades dos entes federativos para garantia dos direitos socioassistenciais; controle social: o lugar da sociedade civil no Suas e a importância da participação dos usuários; gestão e acesso às seguranças socioassistenciais e articulação entre serviços, benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais e proteção social; e atuação do SUAS em situações de calamidade e emergências.

Essa divisão em grupos facilita o debate e garante que todos os temas sejam debatidos de forma igualitária. Confira as datas das Conferências Regionais de Assistência Social do DF 

REGIÃO ABRANGÊNCIA DATA

1 CENTRAL E CENTRO SUL Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia 16/9/2021
2 REGIÃO LESTE São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã, Paranoá 21/9/2021
3 REGIÃO NORTE Sobradinho II, Sobradinho, Fercal e Planaltina 23/9/2021
4 REGIÃO SUDOESTE Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Samambaia. 28/9/2021
5 REGIÃO CENTRO-OESTE Vicente Pires, Taguatinga, Águas Claras e Arniqueiras. 30/9/2021
6 REGIÃO OESTE Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia 5/10/2021
7 REGIÃO SUL Gama e Santa Maria 7/10/2021

Quem pode participar:

– Representantes do governo
– Dirigentes ou representantes de entidade de assistência social inscrita no CAS-DF
– Trabalhadores que atuam na política de assistência social
– Usuários e beneficiários dos serviços socioassistenciais
– Convidados
– Observadores (estudantes, estagiários e entusiastas no assunto)

* Com informações da Sedes

Fonte: Agência Brasília

No próximo domingo (29), o Lago Paranoá estará em festa para celebrar a retomada da tradicional Procissão Náutica de Dom Bosco, que desde 2011 não é realizada. Na programação, está prevista também a missa campal em homenagem ao copadroeiro de Brasília.

A Procissão Náutica de Dom Bosco celebra os 138 anos do sonho do padre italiano e dez anos de operações da Capitania Fluvial de Brasília. Foi no século 19 que Dom Bosco teve a visão de que uma nova e revolucionária civilização nasceria no local onde Brasília foi construída, às margens de um lago, de onde jorrariam leite e mel.

Para a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, a retomada da procissão é um momento único para a história e o desenvolvimento da cidade. “O nosso governo está resgatando não apenas a Procissão Náutica de Dom Bosco, mas também a história da nossa cidade”, afirma.

Para a secretária, é o resgate também do turismo náutico, “valorizando o nosso querido lago, que é um patrimônio, e queremos, cada vez mais, que a população possa desfrutar, que empresas possam gerar emprego e renda, e que os turistas possam conhecer e saber que o Paranoá é o maior lago artificial do mundo”, afirma a secretária.

A procissão terá início às 8h, com uma carreata que sairá do Santuário São João Bosco (702 Sul) até a Ermida Dom Bosco (QL 28 do Lago Sul). Em seguida, acontecerá a missa campal na Ermida Dom Bosco, com início às 10h. A saída da procissão náutica, com embarques no deck da Ermida Dom Bosco, está prevista para às 12h.

O cortejo náutico passará pela Ponte JK por volta das 13h30, retornando para a Ermida Dom Bosco às 14h. A dispersão das embarcações está programada para as 15h30. A etapa seguinte será uma carreata da Ermida até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante), onde o evento será encerrado com uma missa às 18h.

O evento é uma realização da Secretaria de Turismo (Setur), com o apoio institucional da Secretaria de Governo (Segov), o suporte logístico da Marinha do Brasil e a participação do Brasília Ambiental e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).

Conta ainda com a parceria da Arquidiocese de Brasília; Salesianos; Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília (Asbranaut); Federação Náutica de Brasília (FNB) e Sindicato de Clubes e Entidades de Classe Promotoras de Lazer e Esportes do Distrito Federal (Sinlazer).

Programação:

8h: Saída da carreata do Santuário São João Bosco (Asa Sul) até a Ermida Dom Bosco (Lago Sul);
10h: Missa Campal na Ermida Dom Bosco;
12h: Saída da Procissão Náutica de Dom Bosco, a partir do deck da Ermida Dom Bosco;
13h30: Passagem pela Ponte JK;
14h: Retorno para Ermida Dom Bosco;
15h30: Dispersão das embarcações na Ermida Dom Bosco;
16h30: Carreata da Ermida de São João Bosco até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante);
18h: Missa na Paróquia São João Bosco.

*Com informações da Secretaria de Turismo do DF

Fonte: Agência Brasília

As equipes do GDF Presente estiveram no Plano Piloto na semana passada e se concentraram na manutenção e limpeza de bocas de lobo e na reposição de grelhas no centro da capital da República. A ação é um preparativo para a chegada das chuvas, previstas para meados de setembro.

O Polo Central Adjacente III iniciou as atividades no viaduto entre a W3 Norte e Sul; SGAS 901, nas imediações do estacionamento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF); na SGAS 912, próximo aos colégios Sigma e Santo Antônio. O trabalho, no entanto, vai se estender para outros pontos com tradição no acúmulo de águas pluviais. A ideia é deixar tudo bem limpo para ajudar na drenagem das vias.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, lembra a importância da realização desses serviços para garantir mais comodidade para a população. “São serviços que previnem acidentes e contribuem para a manutenção da cidade bem cuidada, limpa e segura”, resume.

As grelhas – que funcionam como um filtro, permitindo o escoamento da água das ruas – estão sendo trocadas. Além da limpeza das bocas de lobo, em muitos casos os servidores estão trocando as grades danificadas ou furtadas. “O furto de grelhas está aumentando no DF em uma velocidade muito grande. Essas maiores custam, cada uma, cerca de mil reais”, explica Edivaldo Oliveira do Amaral, chefe da seção de Manutenção de Redes de Drenagem da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

Amaral destaca que o furto desses equipamentos é um problema maior pois, além de evitar que a sujeira siga para rede de águas, as grelhas são componentes fundamentais para a segurança da população. “Com ela no lugar, a gente evita acidentes para pedestres, corredores, ciclistas, crianças e até bichinhos de estimação. Com a grelha no lugar, não há buraco aberto via pública”, detalha.

Somente em 2021, a Novacap já repôs 300 tampas e grelhas padrões (que são menores). Um prejuízo de mais de R$ 150 mil. O custo estimado destes equipamentos menores é de R$ 500 a unidade.

Reparos

GDF Presente está atento ao problema. Levantamento feito pelo Polo Central Adjacente III identificou mais de 70 grelhas em bocas de lobo precisando de reparos ou de substituição, somente no Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e W3 Sul. “Desse total, mais de uma dúzia já foram consertadas ou substituídas. E as outras estão programadas para a gente ir consertando”, informa Alexandro César, coordenador do polo. 

Fonte: Agência Brasília

E se a Catedral Metropolitana de Brasília ficasse no meio da Praça dos Três Poderes ou a torre do Congresso fosse uma só com detalhes em alto relevo na parede externa? E se o Palácio do Planalto trocasse de lugar com o Superior Tribunal Federal ou a cúpula da Câmara dos Deputados tivesse a forma da casca em concreto armado localizado no Setor Militar Urbano?

Todas essas possibilidades foram imaginadas e esboçadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer antes de apresentar o projeto definitivo da nova capital brasileira ao presidente Juscelino Kubistchek, no final dos anos 1950. Quem conta essa história é o pioneiro mineiro, Gervásio Cardoso de Oliveira Filho, 78 anos.

Ele foi estagiário de Niemeyer durante as construções dos primeiros edifícios da capital e detentor de 14 traços que revelam as transformações sofridas no projeto original do Congresso Nacional. Os rascunhos datam de 1957 e até agora estavam inéditos para o público. “É a Brasília que ninguém viu”, brinca o arquiteto, que guardou esse segredo histórico por 44 anos.

“São obras que revelam o processo criativo de Oscar Niemeyer, a evolução de cada ideia até chegar ao projeto original de uma obra”, conta Gervásio, que doou o material para o Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF). Os esboços irão compor a coleção Projeto Pioneiros, novo programa da instituição arquivística.

Dividido em duas linhas de pesquisas, o Projeto Pioneiros visa resgatar, além de divulgar, a história da construção, inauguração e consolidação de Brasília por um olhar mais romântico e mais humano, que foge dos registros oficiais.

“O Arquivo Público é a casa da memória do DF, é uma instituição que tem a vocação, missão de guardar a história dos protagonistas que fizeram parte da história desta cidade”, comenta o historiador do órgão, Elias Manoel da Silva, há 17 anos servidor do espaço.

Na etapa, Olhar Pioneiro, serão recolhidos registros de fontes diversas como, por exemplo, vídeos, textos e fotografias, sobre o surgimento da nova capital. Noutra fase, intitulada Pioneiros – A História que Ninguém Contou, serão feitas entrevistas que trazem à luz fatos inéditos ou curiosos sobre a história de Brasília.

“O ArPDF entrou em contato com mais de dez pioneiros e estamos nos articulando para buscar essas imagens e as histórias inéditas que eles têm para contar. São pessoas que estiveram à margem ou não tiveram tanto espaço midiático quanto as grandes figuras do início da cidade, mas que merecem e devem ter seus feitos imortalizados porque também fazem parte dessa história”, avalia o superintendente do espaço, Adalberto Scigliano.

Encontros históricos

A primeira vez que Gervásio Cardoso ouviu falar sobre a construção de Brasília foi na escola, no final dos anos 1950, em Patos de Minas. Ele tinha 16 anos e a partir da inusitada notícia começou a traçar os destinos de sua vida profissional, intrinsecamente, ligada com a capital do país.

O pioneiro não esconde as lágrimas quando se lembra do episódio. “A professora nos disse que tinha se hospedado na cidade o arquiteto que estava planejando a nova capital do Brasil”, recorda. “Aquilo mexeu com a minha cabeça, me interessou de tal forma que falei para o meu pai que eu queria ser arquiteto”, conta ele, que já gostava de fazer alguns rabiscos.

Quando menos esperava, lá estava ele no coração do Planalto Central, no meio de um dos canteiros de obras da Esplanada, trazendo debaixo do braço uma caricatura de Oscar Niemeyer. O ano? 1959. Meses depois, já integrava a equipe de urbanismo e arquitetura do ídolo, colaborando com esboços e desenhos de prédios.

“Ele me recebeu da maneira mais carinhosa possível, olhou com atenção os desenhos, perguntou se eu gostava de desenhar, se queria aprender e mandou alguém trazer uma prancheta”, lembra Gervásio Cardoso.

Quase duas décadas depois, em meados dos anos 1970, depois de se formar na Universidade de Brasília (UnB) e passar temporada de um ano na França, o pupilo voltaria a se encontrar novamente com o mestre em Brasília. Agora experiente na profissão, recebeu a incumbência de dar sequência ao projeto de construção do anexo do Senado Federal e colaborou na finalização do edifício do Palácio da Justiça.

Foi mais ou menos nessa época, em 1977, que recebeu de presente os 14 rascunhos das ideias que teve para o Congresso Nacional com a simples dedicatória: “Para Gervásio, com um abraço de Oscar Niemeyer”. “Só de ele ter concordado que eu desenvolvesse um projeto dele, era a maior prova de que confiava em mim”, diz, orgulhoso.

Cerzindo história

Moradora há 51 anos da Vila Planalto, a paraense Icila Damasceno de Sena, 87 anos, tem muitas histórias para contar sobre os primórdios da construção de Brasília. Chegou aqui com o pai, o militar paraense Antônio Pereira Damasceno, que acabou se tornando um dos primeiros fotógrafos da nova capital.

Tal qual o mineiro Gervásio Cardoso, a família logo aprendeu a importância de registrar os fatos que a cercava. Afinal, não era todo dia que uma cidade nascia do nada bem diante dos olhos. Uma urbe, diga-se de passagem, que estava sendo projetada para ser a nova capital do país. Como o pai era fotógrafo, tudo ficou mais fácil.

“Ele era militar, tinha organização e anotava tudo que registrava com sua câmera. Nos ensinava a valorizar o resgate da memória das pessoas, dizia que era história”, comenta a pioneira, uma das primeiras moradoras da Candangolândia. “Quando ele veio trabalhar na Novacap, morava nos alojamentos; quando ganhou a casa, fez uma placa com os dizeres: ‘Retiro do Damasceno’. Depois fomos para uma casa na W3 Sul”, diz.

Entre as preciosidades que a família reservou para o Projeto Pioneiro, do ArPDF, estão imagens do antigo Rio Paranoá, antes de virar o lago, além de experiências como uma das primeiras cerzideiras de Brasília, atendendo uma clientela de peso, formada por presidentes como Costa e Silva, João Figueiredo e, veja só, até Fernando Henrique Cardoso. “Eu cerzia muito, tinha muito serviço”, destaca.

Fonte: Agência Brasília

O processo seletivo para as vagas não preenchidas no primeiro processo eletivo do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), ocorrido entre os meses de fevereiro e maio, terá início neste mês. As inscrições serão abertas a partir do dia 23 de agosto e poderão ser feitas até o dia 15 de setembro.

O edital com as regras e os prazos foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, desta sexta-feira (13). Como no primeiro  processo seletivo, toda a tramitação ocorrerá de forma virtual em função da pandemia.

No total, seis vagas poderão ser preenchidas. São elas: Entidades de caráter associativo ou sindical representantes dos praças da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) – 1 vaga; Entidades ou organizações da sociedade civil –  2 vagas; Núcleos de estudo e grupos de pesquisa – 1 vaga; Conselhos comunitários – 2 vagas.
 
“Daremos continuidade ao processo de escolha dos membros do Conselho e, para melhor efetividade dos trabalhos, precisamos do envolvimento de todas as entidades previstas. Não haverá nenhum prejuízo quanto ao formato escolhido, que será on-line, pois os critérios de escolha e desempate estão bastante claros na portaria que define as regras de escolha. Além disso, seguirá o mesmo formato do primeiro processo realizado”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

Nesta segunda-feira (16), a primeira fase do processo já é iniciada, de acordo com o calendário eleitoral. Desta forma, até o dia 20 de agosto, ocorre o processo de impugnação do edital.

O pedido de inscrição no processo eleitoral deve ser realizado por meio eletrônico, conforme calendário eleitoral previsto. Não serão aceitos pedidos de inscrição apresentados fora do prazo ou dos meios previstos pelo edital.

Uma das finalidades do Condisp é propor diretrizes para políticas públicas de segurança pública e defesa social. Além disso, é responsável pela realização de estudos e ações com objetivo de aumentar a eficiência na execução da política distrital de segurança pública e na prevenção e repressão da violência e criminalidade. As reuniões do Conselho são bimestrais e o calendário com as datas dos encontros já está definido
 
Sobre o Condisp

O Condisp é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP, previsto na Lei Federal n.º 13.675, de 11 de junho de 2018, e na Lei Distrital n .º 6.430, de 19 de dezembro de 2019. Sua natureza é consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a Política de Segurança Pública do Distrito Federal, com a participação de órgãos públicos, entidades de classe e sociedade civil.
 
Além disso, a instalação do Condisp, juntamente com a implementação da Política Distrital de Segurança Pública e o funcionamento do Fundo se Segurança Pública do DF, constituem contribuições do Distrito Federal à necessidade de o Estado brasileiro fazer cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável(“ODS”), iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas, que consolida conjunto de 17 objetivos e 169 metas que 193 países acordaram após dois anos de discussão e que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2016.
 
Formado por um representante titular e o respectivo suplente dos seguintes órgãos, associações, sindicatos e entidade da sociedade civil:

Secretaria de Estado da Segurança Pública do Distrito Federal – SSP/DF;
Polícia Militar Do Distrito Federal – PMDF;
Polícia Civil Do Distrito Federal – PCDF;
Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal – CBMDF;
Departamento de Trânsito do Distrito Federal – DETRAN/DF;
Casa Civil do Distrito Federal – CACI/DF;
Secretaria de Estado de Educação – SEDF;
Secretaria de Estado de Saúde – SES/DF;
Defesa Civil do Distrito Federal.

Acesse a regulamentação e os documentos para inscrição nos links abaixo:

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO 2º processo eleitoral Condisp

Portaria 110 de 27_07_2021 Disciplina o processo de eleição para a composição do CONDISP

* Com informações da SSP/DF

Durante toda a semana foram prestados serviços de consultoria aos ambulantes e microempreendedores que se dirigiram ao ônibus do Sebrae, que esteve ao longo da semana estacionado no Setor Comercial Sul (SCS) para atendimento. A 1ª Semana de Sensibilização dos Ambulantes é fruto de uma parceria entre a Administração Regional do Plano Piloto e o SEBRAE e contou com a presença de uma consultora e o apoio da equipe da Coordenação de Desenvolvimento da RA-PP para realização dos atendimentos, tais como formalizações, emissão de declarações e boletos, incentivo ao microcrédito, entre outros serviços.

Danilo Diniz, gerente de desenvolvimento econômico da Coordenação de Desenvolvimento, ressaltou os objetivos da ação planejada para atender os ambulantes do Setor Comercial Sul. “Trouxemos o caminhão itinerário do SEBRAE com o intuito de formalizar o maior número de ambulantes possível, oferecendo a eles seus direitos e obrigações como microempreendedor individual. ”, disse.

Sandra Estrela, consultora do SEBRAE, ressaltou a importância da Semana de Sensibilização para incentivar o incentivo e melhoria das atividades dos ambulantes e microempreendedores. “Entre outros serviços, oferecemos o acesso ao crédito, informações de acesso ao crédito. Muitos empreendedores, principalmente os ambulantes não têm essas informações, então aproveitamos para dar essas informações para crescerem e ampliarem seu negócio”.

Antonio Marcos, ambulante, atuante no SCS, foi atendido no ônibus do SEBRAE e aprovou a iniciativa sugerindo, inclusive, que seja algo frequente: “Achei muito legal, fiz meu cadastro de microempreendedor e gostaria que [a ação] continuasse na semana, o mês direto, porque às vezes a gente quer imprimir um boleto e não temos, e o caminhãozinho uma vez por semana ou uma vez por mês fica bem melhor pra gente.”, contou ele.

 

Foto: Xocolate Magalhães/ASCOM-RA-PP

Texto: Ana Luiza Santos/ASCOM-RA-PP

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue ampliando a sua malha viária de ciclovias e pretende licitar, ainda em 2021, mais 130 quilômetros de novas pistas. Atualmente, existem 586,5 quilômetros de ciclovias na capital, o que coloca o Distrito Federal como segunda unidade da federação com maior extensão em pistas seguras para ciclistas.

Com os novos quilômetros que serão licitados, o governo pretende ampliar a malha viária e integrar as existentes em todo o DF. Desde 2019, mais de 140 quilômetros de pistas novas foram construídas.

“Dentro desse projeto enxergamos a necessidade de integrar as ciclovias existentes. Temos diversos projetos para as Regiões Administrativas, inclusive construir 30 quilômetros de ciclovias em Samambaia. Vamos ampliar toda a malha viária do DF”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

Antes mesmo de a licitação sair do papel, o GDF tem dado atenção às ciclovias. Estão em execução, por exemplo, pistas para bicicletas em Arniqueira e no Itapoã. A primeira será integrada ao Parque Ecológico do Areal, com uma extensão de 2,4 quilômetros e previsão de entrega para o próximo mês. A outra, próxima à Rota do Cavalo, terá 1,5 quilômetros.

Outras ciclovias foram finalizadas este ano, como a de 14 quilômetros de extensão no Complexo Viário Governador Roriz, na Saída Norte; além de outra de cinco quilômetros, às margens da Avenida W9, no Noroeste.

O Setor de Indústrias de Ceilândia também vai receber esses passeios para ciclistas para melhorar a mobilidade na região, ainda carente de infraestrutura. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha inaugurou 4,8 quilômetros de pavimentação no Núcleo Rural Lamarão, local que também recebeu a mesma extensão em ciclovias.

“O GDF tem dado ênfase e importância ao modal cicloviário, incentivando o uso de bicicletas nas nossas vias, ajuda a melhorar o trânsito e traz comodidade e conforto para quem utiliza esse meio de transporte para os deslocamentos. As ciclovias são importantes para fazer ligações entre as regiões administrativas”, explica o Superintendente de Obras do DER/DF, Cristiano Cavalcante.

Adepto do pedal há oito anos, o educador físico Washington Luiz Camargo, de 27 anos, elogia as mudanças já feitas nos trajetos do DF. “Tenho utilizado muito as ciclovias do centro de Brasília. Tanto da L2 Norte como da L4 Sul. As ciclovias melhoraram muito. Antigamente elas não ligavam nada, hoje em dia elas têm uma ligação maior entre elas. Por exemplo, se eu quero sair da Asa Norte e subir para o Lago Norte com mais segurança e sem precisar passar pelo meio do Eixão, há uma ciclovia que liga as duas regiões”, explica.

Também na região Norte, o professor observa que os percursos foram mais bem pensados. “Na Saída Norte fizeram uma ciclovia sem paradas, ou seja, quem está de bike não precisa esperar o trânsito fechar. Ela cruza na lateral do viaduto e segue. Encontraram uma forma de o ciclista não ter que parar para atravessar para o outro lado”, observa Washington.

Planos

O governo, por meio da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), executa o Plano de Mobilidade Ativa 2020, que visa orientar e coordenar ações voltadas à Mobilidade a Pé e à Ciclomobilidade.

O foco do plano é melhorar as infraestruturas de mobilidade para a população que se desloca a pé ou por bicicleta; incentivar a migração dos usuários dos modos motorizados para os modos ativos de deslocamento; e melhorar e fomentar a integração entre os modos ativos e o transporte público coletivo.

A primeira ciclovia do DF foi construída pelo DER-DF em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), em 2006. Com extensão de 12,5 quilômetros, ela liga o Lago Norte ao Varjão, seguindo até a subida do Paranoá. Desde então, o número cresceu e o DF chegou a  586,5 quilômetros, ocupando a segunda colocação do país, atrás somente de São Paulo, que tem 651,9 km de ciclovias/ciclofaixas.

Bicicletas compartilhadas

Neste segundo semestre está prevista para iniciar a operação de bicicletas compartilhadas, que será retomada e operada pela empresa Tembici.

O contrato prevê oferta de 500 bikes distribuídas em 70 estações. Em um primeiro momento elas vão ficar disponíveis nas Asas Sul e Norte, Universidade de Brasília e Sudoeste.

As bicicletas compartilhadas ficarão disponíveis nos locais com maior demanda de usuários, de forma a integrar os deslocamentos dos pedestres com o transporte coletivo. O sistema será uma alternativa de transporte e mobilidade para a população.

O sistema contará com planos que atendem diferentes perfis de uso e todos poderão ser adquiridos via aplicativo no momento de uso ou antecipadamente.

A Secretaria de Transporte e Mobilidade também trabalha em uma licitação para instalação de três mil paraciclos no DF.

A operação DF Livre de Carcaças foi realizada nesta quarta-feira (18) no Plano Piloto. As equipes, sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), estiveram nas Asas Sul e Norte e recolheram oito veículos na região. Com a ação, chega a 683 o número de carcaças retiradas das ruas do DF desde fevereiro de 2020, quando a operação foi lançada.

Além da retirada dos materiais, é feito um trabalho educativo com moradores e comerciantes próximos. Os carros são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER/DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial.

“As equipes conversam com os moradores e explicam a importância de não deixar esses materiais nas ruas, pois incide na sensação de segurança das pessoas que circulam diariamente na região e, ainda, podem ser criadouros do Aedes aegypti, mosquito causador da dengue e outras doenças. Este é um aspecto muito relevante, pois atuamos alinhados às medidas da Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle Para o Enfrentamento de Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, do Governo do Distrito Federal”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

Participam da DF Livre de Carcaças as secretarias Executiva de Cidades e DF Legal, o Departamento de Trânsito (Detran), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), da Secretaria de Saúde. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) também participam da operação.

“A continuidade da operação mostra o comprometimento dos participantes, que desde o início são praticamente os mesmos. Além disso, temos o apoio integral das administrações regionais em que a operação é realizada e também dos representantes do Conselho de Segurança”, ressalta o coordenador dos Consegs da SSP/DF. Marcelo Batista.

DF Livre de Carcaças teve início em fevereiro de 2020 e já foi realizada em Samambaia, Candangolândia, Guará, Sudoeste, Taguatinga, SIA, Plano Piloto, Paranoá, Ceilândia, Águas Claras, Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Sobradinho, São Sebastião, Núcleo Bandeirante, Arniqueira, Riacho Fundo II, Cruzeiro e Planaltina. Também foram contempladas as faixas de domínio do DER, pátios da 15ª e 19ª delegacias de polícia e Setor de Oficinas Sul (SOF).

 

*Com informações da SSP

Fonte: Agência Brasília

No coração de Brasília, pulsa uma região por onde passam 40 mil pessoas diariamente. Localizado em área nobre, centro da capital da República, o Setor de Rádio e TV Sul (SRTVS), um conjunto urbanístico formado por pessoas e edifícios, passou pela primeira grande obra. O Governo do Distrito Federal (GDF) investiu cerca de R$ 4,5 milhões em infraestrutura no local. A reforma será oficialmente inaugurada na manhã desta quinta-feira (19).

Diversas obras e intervenções arquitetônicas foram feitas para recuperar esse patrimônio da capital, com vistas a melhorar o acesso das pessoas e o tráfego de veículos. Foi uma completa reurbanização, que contou com a ampliação e organização dos espaços. Foram criadas novas vagas de estacionamento, alguns quilômetros de calçadas foram construídos ou recuperados e o paisagismo é todo novo, com novas praças e área livres. Iniciada em setembro do ano passado, a reforma do SRTVS gerou mais de 300 empregos.

“As obras proporcionaram melhorias na acessibilidade, organização do trânsito, solução das ocupações irregulares de área pública, estacionamentos e segurança para facilitar o acesso aos estabelecimentos em funcionamento na região”, avalia a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro.

Para Alexandre Lins, operador de áudio, trabalhando há 13 anos em uma emissora de televisão sediada na região, agora é preciso que os cidadãos respondam às benfeitorias com educação. “Temos que fazer a nossa parte e manter esse patrimônio bem organizado. A partir do momento em que houve a reforma do setor, todos precisam contribuir com a conservação”, enfatiza.

Veículos motorizados

O número de vagas para carros e motos foi ampliado. O local passou a oferecer 475 vagas, um aumento de 64% na oferta no estacionamento público. Até então, eram 288 vagas. Os motociclistas também receberam novas vagas e, agora, são 58 locais exclusivos para as motos. Bicicletas também foram lembradas, com a instalação de 36 paraciclos, as estruturas metálicas que permitem apoiar e trancar as bikes com segurança.

“Colocamos cerca de 100 placas no setor, que indicam desde as vagas exclusivas de pessoas com deficiência (PCD) e idosos até as específicas de trânsito”, atesta o chefe do Núcleo de Sinalização Estatigráfica do Departamento de Trânsito (Detran), Rodrigo Salgado Pires.

A partir de agora, o SRTVS passa a ser uma Zona 30. A exemplo do que já ocorre no Setor Hospitalar Sul, a velocidade máxima permitida no local será de 30 quilômetros por hora, medida que vai permitir a humanização do espaço, já que, além dos ciclistas, os pedestres foram priorizados na readequação de espaços.

Cuidado com o pedestre

Foram construídos quase 11 mil metros² de calçadas em concreto. Esses acessos, mais largos, não têm degraus ou obstáculos, facilitando assim o deslocamento das pessoas com dificuldade de locomoção. Os locais de travessia para pedestres também foram melhorados, com uma plataforma elevada, que nivela o asfalto à calçada.

Nas cinco praças, os pisos foram revestidos com placas de vidro prensado, com tons de vermelho, cinza e branco, formando diferentes desenhos. O paisagismo incluiu o plantio de 85 mudas de árvores do cerrado. Todo o espaço recebeu também 46 lixeiras duplas, com capacidade para 60 litros.

“O SRTVS faz parte da história da cidade. Não podíamos fechar os olhos para a situação de completo abandono em que o local se encontrava. Essa reforma trouxe cara nova para a região, estimulando o comércio e o tráfego de bens e pessoas. Estamos trabalhando duro para recuperar todos os espaços públicos do DF”, afirma o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Para a secretária-executiva da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Janaína Vieira, a reforma do setor é “mais uma obra importante a ser entregue para a população, com o objetivo de requalificar toda a região central de Brasília.”

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Dona Albaniza, moradora pioneira da Vila Planalto, que faleceu nesta terça-feira, 17/8.


Muito querida por toda comunidade, fará muita falta para todos e todas que a conheceram. A Dona Albaniza foi líder comunitária e costureira em Brasília e contribuiu para o desenvolvimento da nova capital ao lado de muitas mulheres que protagonizaram a luta por moradia e outras melhorias na Vila Planalto.


O velório da Dona Albaniza será amanhã, 18/8, no Cemitério Campo da Esperança, na Capela 1, com início às 12:30. O sepultamento será às 15h.


A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Dona Albaniza nesse momento de dor.

 

 

A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) publicou nesta segunda-feira (16), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o edital do chamamento público nº18/2021, que credencia entidades sem fins lucrativos para ocupar espaços públicos sob a sua gestão, desenvolvendo atividades de esporte e lazer, em concordância às políticas públicas da pasta. Serão disponibilizadas áreas na Asa Sul (EQS 102/103 e 114/115), sete salas individuais no Complexo Aquático Cláudio Coutinho e uma no Estádio Augustinho Lima.

De acordo com o cronograma, a sessão pública para entrega das propostas ocorrerá em 2 de setembro, das 10h às 17h. O resultado definitivo da classificação das propostas sai em 5 de outubro. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição com toda a documentação exigida e formalizar a inscrição no protocolo da SEL (Setor Comercial Sul, Quadra 4, Bloco A, 7º andar). As visitas aos locais ocorrerão de 25 a 27 de agosto, com horários específicos para cada endereço e definidos no edital.

“Dentro da maior prioridade na secretaria, que é trabalhar em conformidade com a legalidade e a transparência, nós estamos regularizando todos os nossos espaços públicos internos para serem ocupados com base legal por entidades sem fins lucrativos que tenham atividades nas áreas de esporte e lazer na cidade. Isso faz parte da nossa missão de democratizar o esporte em todo o Distrito Federal”, especifica a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

As propostas deverão conter Registro do Estatuto Social e Ata de Constituição na Junta Comercial do DF ou no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, ou documento aceito pela Receita Federal para expedição do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); indicação da área pública pretendida; indicação da atividade a ser desenvolvida, com dias e horários de funcionamento; registro no CNPJ; certificado de regularidade perante a Seguridade Social e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); comprovante de regularidade fiscal junto à Receita Federal e à Secretaria de Fazenda do DF; e comprovante de regularidade de débitos trabalhistas.

 

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Fonte: Agência Brasília

Onde há fumaça, há fogo. O dito popular, no contexto do período de seca mais intensa no Distrito Federal, é um convite para a população ajudar no combate aos focos de incêndios florestais e queimadas irregulares. E a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), que coordena o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), intensifica esse convite.

O objetivo é que os cidadãos alertem o Instituto Brasília Ambiental e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) ao avistar focos de fogo. “Em 2021, a meta é diminuir o total de área queimada nas Unidades de Conservação (UCs) em relação ao ano passado, quando houve 50% de redução se comparado ao período anterior”, diz o titular da Sema, Sarney Filho.

O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF) do Brasília Ambiental, Pedro Cardoso, explica que, entre agosto e setembro, 99% dos focos correspondem a incêndios ambientais, ou seja, ocorrem de forma acidental, geralmente motivados por queima de restos de podas ou por bituca de cigarro.

“Nesta época de baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas, a propagação do fogo é favorecida. Em contato com material combustível do Cerrado, que é propenso a incêndios, as chamas podem se alastrar rapidamente”, ele explica.

Assim, quem detectar um foco de incêndio pode entrar em contato direto com o Corpo de Bombeiros, pelo número 193. Se houver certeza de que o fogo ocorre em uma UC, o Brasília Ambiental também deve ser informado, por meio do telefone (61) 99224-7202, que funciona 24 horas.

“Pedimos que, se possível, as pessoas mandem mensagem no WhatsApp, enviando a localização, foto e até um breve relato da situação. Isso vai ajudar a dimensionar a equipe e os equipamentos necessários para o combate”, afirma Pedro Cardoso.

De acordo com ele, em caso de dúvidas, a pessoa pode entrar em contato com um dos dois órgãos: “Estamos em linha direta com os bombeiros. Acompanhamos todos os protocolos e o deslocamento de viaturas e juntos realizamos a triagem das informações e definimos os procedimentos adequados”.

O Brasília Ambiental coordena o trabalho de 150 brigadistas florestais que atuam nas UCs, que incluem os parques ecológicos e distritais, frequentados pela população como opção de lazer, e unidades de uso restrito, que servem como reserva ecológica, por exemplo.

A DPCIF conta com três grandes eixos de atuação: Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq); Gestão de Brigada Florestal e Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais nas Unidades de Conservação geridas pelo instituto.

A Brigada Florestal está distribuída em 16 locais, sendo dez bases e seis postos avançados. As bases contam com cinco ou seis profissionais por dia e estão localizadas na sede do Brasília Ambiental, Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), Parque Distrital do Gama, parques ecológicos Águas Claras, Veredinha (Brazlândia), do Cortado (Taguatinga), do Riacho Fundo, Ezechias Heringer (Guará), do Lago Norte e do Paranoá.

Já os postos avançados contam com dois profissionais, diariamente, e estão localizados nos parques ecológicos Três Meninas (Samambaia), Saburo Onoyama (Taguatinga), Olhos d`Água (Asa Norte) e Jequitibás (Sobradinho), além do Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul) e Jardim Botânico de Brasília.

Serviço:

Corpo de Bombeiros Militar do DF: Ligar 193
DPCIF – Instituto Brasília Ambiental: Ligar (61) 99224-7202

*Com informações da Secretaria de Meio Ambiente do DF e do Instituto Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

No lugar do antigo terrão, o formato de um novo campo de futebol já está demarcado no chão. Por enquanto, os únicos “jogadores” em atividade são os operários da obra, mas em breve as ferramentas serão trocadas por bolas e os uniformes não serão de trabalho, e sim de futebol. Sonho antigo dos moradores e frequentadores da Praça Rabelo, na Vila Planalto, a construção do campo de futebol sintético segue a todo vapor.

Para a obra, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu mais de R$ 883 mil via emenda do ex-senador Hélio José. A Secretaria de Obras e Infraestrutura é a responsável por fazer a licitação e fiscalizar o andamento dos trabalhos, que geraram cerca de 60 empregos. Atualmente, os operários estão finalizando os serviços de terraplanagem e construção da base do campo.

“Estávamos nessa briga para construir o campo há mais de 12 anos”, destaca o presidente da Associação de Moradores da Vila Planalto, Vantuil Santana. “Era um campo de terrão, que foi muito frequentado nos anos 1970, mas que depois foi se deteriorando. Estava completamente abandonado”, conta ele, que mora há 54 anos na região.

Juntamente com a iluminação por holofotes, já instalada no local, a Praça Rabelo agora vai ter um campo de 89 metros de comprimento por 54,5 metros de largura, feito de grama sintética. No entorno, será erguido um alambrado de proteção, e o projeto também prevê a construção de calçadas e a inclusão de bancos e lixeiras, para melhorar ainda mais a urbanização do local.

A conclusão da obra vai marcar o renascimento do lazer para os amantes do futebol e também de toda a área da Praça Rabelo. “O futebol na Vila Planalto vai ser reativado, e vai ser muito bom tanto para as pessoas que querem praticar um esporte quanto para o comércio da praça, vai trazer o movimento de pessoas de volta”, explica Vantuil.

O secretário de Obras, Luciano Carvalho, se diz satisfeito com os trabalhos, que contemplam um desejo de toda a comunidade. “Além de oferecermos espaço coletivo adequado para a prática desportiva, vamos reforçar a função social desta importante praça para a comunidade”, afirma.

A administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, celebra o bom andamento das obras e destaca outros trabalhos que vão ser feitos na Vila Planalto. “Aqui é um espaço muito simbólico e temos tido um olhar supercarinhoso. Vamos começar a recuperar os parquinhos infantis, as praças e em breve colocaremos mais iluminação pública”, afirma.

De acordo com a Associação de Moradores da Vila Planalto, está sendo discutida a formação de uma liga de futebol do bairro, que tomará conta do campo quando ele estiver apto para uso.

* Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

Fonte: Agência Brasília

Nesta segunda-feira, iniciou-se o curso “Boas práticas para servidores comissionados das Administrações Regionais”, realizado remotamente. O curso, voltado para servidores públicos comissionados, é promovido pela Escola de Governo (EGOV).

O curso visa o compartilhamento de vivências, informações e instrução aos servidores sobre melhores práticas de gestão, visando o atendimento das diretrizes governamentais e a melhoria da gestão pública. Participam das aulas online servidores e empregados públicos de órgãos da Administração Direta e Indireta e militares do Governo do Distrito Federal (GDF), especialmente agentes públicos que ingressaram no serviço público pela posse em cargo comissionado, ou seja, que não possuem vínculo com a administração pública do GDF.

A capacitação teve duração total de 20 horas, divididas em módulos, quais sejam: competências das Administrações Regionais, Redação Oficial, Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo: Usar, Fluxo de Processos, Lei Complementar nº 840, de 23/12/2011, Atendimento ao cidadão, Assédio na Administração Pública, Introdução à Nova Lei de Licitações e Contratos.

A abertura do curso se deu com módulo ministrado pela administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, intitulado “Competências das Administrações Regionais”. Durante a explanação, foi abordado o regimento interno das Administrações Regionais bem como as atribuições de cada setor dentro das Regionais.

 

Texto: Ana Luiza Santos – ASCOM/RA-PP

Imagem: Xocolate Magalhães – ASCOM/RA-PP

A Biblioteca Digital (BDI) do Instituto Brasília Ambiental registrou um aumento significativo no número de consultas ao seu acervo. Enquanto em todo o ano de 2020 ocorreram 2.481 consultas, somente no primeiro semestre deste ano já foram realizadas 2.092 consultas. Em todo o ano de 2019, foram 1.579 consultas; em 2018, 1.198 e, em 2017, seu primeiro ano de funcionamento, 297 títulos foram consultados.

Para o bibliotecário da BDI Yuri Guimarães, o crescimento nas consultas revela a importância do acervo e a eficácia do seu funcionamento, sendo uma prova de que o serviço está se consolidando. “A BDI disponibiliza, de forma ágil e eficaz, acesso remoto, simultâneo e ilimitado, ao conteúdo digital completo para consulta de toda sociedade, democratizando o acesso às informações ambientais do DF e auxiliando no processo decisório do instituto”, explica.

Na BDI é possível encontrar textos integrais de legislações, atos administrativos, publicações institucionais, planos de manejo, educação ambiental e estudos ambientais, além de teses, dissertações e monografias dos servidores do órgão. Seu acervo é composto por 4.564 legislações, além de 937 estudos ambientais, 101 obras de conhecimentos gerais e 269 publicações institucionais, totalizando, assim, 5.871 publicações disponíveis ao público.

Bibliotecas virtuais

Para Yuri Guimarães, o caminho digital é certamente uma demanda dos tempos atuais, mas isso não quer dizer que a biblioteca tradicional deva desaparecer. Entre as vantagens do novo modelo estão a questão da sustentabilidade ambiental, com o incentivo ao uso de publicações digitais em detrimento das impressas, a acessibilidade e a economia orçamentária.

“Na maioria dos casos o acesso de usuários de forma simultânea e ilimitada é suportado sem limites geográficos, o que pode implicar em mais acessos e usabilidade do acervo. Não há também a necessidade de compra de vários exemplares de uma mesma obra com o intuito de possibilitar maior uso pelo maior número de usuários ao mesmo tempo”, explica o bibliotecário.

Mas o bibliotecário enfatiza que o modelo híbrido parece ser o melhor caminho a se adotar: uma biblioteca tradicional que ofereça serviços e informação de maneira digital.

“Nada substitui o espaço de encontro, estudo, pesquisa, reflexão e entretenimento de uma biblioteca. Mas são demandas que têm maior ou menor relevância, a depender da tipologia de biblioteca. Uma biblioteca pública, especializada ou universitária, atende a demandas diferentes”, finaliza Guimarães.

Democratização

A Biblioteca Digital é um serviço da biblioteca física do Brasília Ambiental, que funciona na sede da autarquia, na Asa Norte. Foi criada com a missão de sistematizar, processar e disponibilizar informações bibliográficas sobre meio ambiente e recursos hídricos no âmbito do Distrito Federal.

A BDI está disponível 24 horas e pode ser acessada pelo site do Brasília Ambiental; banner na intranet (para servidores do órgão) ou diretamente neste endereço.

* Com informações do Brasília Ambiental

Uma grande ação do GDF Presente contempla o Setor de Diversões Sul do Plano Piloto, próximo ao Conic, importante centro comercial da região central da capital. São melhorias como limpeza total da área, operação tapa-buraco, podas de árvores, pinturas de sinalizações horizontal e vertical, além de higienização, com desratização e dedetização.

“Realmente, era um cenário de abandono, tristeza. Tivemos muito trabalho por aqui. Cada dia há uma ação de melhoria no local”, comenta o coordenador do Polo Adjacente III do GDF Presente, Alexandro Cesar.  A administradora do Plano Piloto, Ilka Soares, reforça: “Acredito que o trabalho em conjunto terá impacto muito positivo na segurança e no cotidiano dos que transitam pelo local”.

Cerca de 60 homens trabalharam em atividades coordenadas, envolvendo parceiros das equipes da Administração Regional do Plano Piloto, Novacap, Secretaria de Governo (Segov), Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), Detran, Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e Serviço de Limpeza Urbana (SLU). A partir de visitas técnicas, os trabalhos são planejados e depois executados.

“Esse trabalho de educar a população sobre os trabalhos de inspeção e dedetização de um ambiente é rotina da Dival”, explica a agente sanitária Lucimara Serrão. Cinco agentes da diretoria atuaram na desratização do local com o uso de produtos químicos nas bocas de lobo e bueiros.

Imagem transformada

As açõse se estenderam também na parte de trás do centro comercial Conic, com operação tapa-buraco envolvendo 13 homens ao longo de três dias. Ao todo, foram usadas 21 toneladas de massa asfáltica no estacionamento. Depois de uma limpeza geral com jatos d’água – inclusive nas escadas que dão acesso ao Setor Hoteleiro Sul, calçadas e meios-fios -, toda a área ganhará nova sinalização horizontal.

Funcionária de uma das lojas de doces do setor, Pamela Rodrigues Santos, 32 anos, agradece a intervenção do GDF Presente. “Estava bem bagunçado, cheio de buracos que dificultavam estacionar, e esperávamos ansiosos por essas melhorias por parte do GDF”, conta.

Com intervenção do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, foram podadas galhas de árvores altas, que, com os ventos fortes, ofereciam perigo nas cercanias do prédio comercial. Grandes folhas caídas de coqueiros existentes atrás do histórico Hotel Nacional, que fica bem próximo ao Conic, também foram removidas, tendo sido cortadas as árvores mortas.

“O Conic é um lugar muito frequentado pela população de nossa cidade e que merece ser cuidado”, salienta o presidente da Novacap, Fernando Leite. “Esse mutirão vai transformar a imagem do local e levar mais segurança, limpeza e condições de circulação para as pessoas que o frequentam.”

Ainda esta semana, a coordenação do Polo Adjacente III do GDF Presente deve finalizar os serviços de capina, roçagem e reparos de calçadas na parte superior do centro comercial, além de pintar a passarela que liga o fundo do espaço ao Setor Hoteleiro Sul (SHS).

“Todas essas ações que estamos realizando no Conic visam, além da saúde com a limpeza e higienização, à construção de uma imagem positiva de toda a área”, ressalta Alexandro Cesar.

Você sabia que o vidro é um material totalmente reciclável e, ainda assim é um dos materiais que mais sofre descarte incorreto? No entanto, é possível fazer a correta gestão dos materiais vítreos depositando-os nos Pontos de Entrega Voluntária (PEV), no qual o vidro é recolhido para beneficiamento e triagem e posteriormente encaminhado para a indústria de reciclagem.

Aqui no prédio da Administração, temos um Ponto de Entrega Voluntária (PEV) para o recolhimento de potes, garrafas e outras embalagens de vidro, instalado em parceria com a Green Ambiental. No card abaixo, você encontra todos os pontos para descarte de materiais em vidro instalados no Plano Piloto.

 

Caso você, comerciante tenha interesse em instalar um contêiner da Green Ambiental no seu estabelecimento, acesse o site: https://www.greennambiental.com.br/pevs/

 

Texto: Ana Luiza Santos/ASCOM-RA-PP

Desenvolver programações que envolvam a população em eventos culturais, educacionais e turísticos em um mesmo espaço é uma tendência nas grandes cidades do mundo. E Brasília não vai ficar de fora. O Governo do Distrito Federal (GDF) vai criar um corredor cultural entre o Museu da República, a Biblioteca Nacional e o edifício do antigo Touring, onde vai funcionar o Sesi Lab.

Um grupo executivo foi criado nesta terça-feira (10) para desenvolver e acompanhar toda a programação desse corredor, cuja revitalização será feita dentro do programa Adote Uma Praça, pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). A entidade comprou o edifício do Touring, onde já começou a construir um espaço que vai unir ciência, tecnologia, arte e inovação. O investimento é de aproximadamente R$ 160 milhões, com previsão de entrega para abril de 2022, mês do aniversário de Brasília.

Para o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, esse corredor vai inserir Brasília numa agenda extremamente importante, contemporânea e relevante de revitalização e requalificação do espaço urbano em favor da sociedade. “Grandes cidades, no Brasil e no mundo, como acontece com a Avenida Paulista, em São Paulo, tem atividades como essa. O que cria um transbordamento para a manifestação cultural em espaços públicos, valorizando esses locais”, explica Lucchesi.

O grupo executivo é formado por representantes das Secretarias de Projetos Especiais (Sepe), que vai coordenar os trabalhos, de Turismo (Setur), de Cultura e Economia Criativa (Secec), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Administração Regional do Plano Piloto. Também farão parte, como convidados, a Secretaria de Educação (Seedf) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) – Departamentos Nacional e Regional do DF.

Além de desenvolver e acompanhar os roteiros culturais, turísticos e educacionais do corredor, o grupo será responsável por dirimir dúvidas e acompanhar o desenvolvimento e a execução dos projetos a serem realizados na área.

De acordo com o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, este governo trabalha integrado e também junto à iniciativa privada para melhorar a cidade. “Somos um governo coeso, que trabalha unido, e quem ganha com isso é a cidade e a população do DF. Toda essa região do corredor, cuja passagem subterrânea de pedestre também faz parte, pois foi adotada pelo Sesi, vai se transformar num espaço multiúso, interativo e tecnológico, aumentando as opções para o morador e para o turista”, afirma Andrade.

“Essa área ganhará uma dinâmica inteiramente nova, principalmente quando tivermos de volta ao cenário cultural o Teatro Nacional. Na prática, estamos efetivando o ideário de Lúcio Costa, que concebeu uma cidade essencialmente cultural”, destaca o secretário de Cultura, Bartolomeu Rodrigues.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, “essa é uma iniciativa inédita para curadoria das ocupações culturais, turísticas e educativas na área mais central da cidade. Uma parceria que nos enche de orgulho.”

Segundo o assessor especial da Secretaria de Ciência e Tecnologia, Eduardo de Oliveira Castro, o plano é que o corredor cultural se torne um dos principais pontos de divulgação cultural e científica do DF, junto com espaços como o Planetário de Brasília e o Museu Nacional. “Espaços como esses são essenciais para que possamos promover uma maior democratização do conhecimento e da cultura junto à população, que carece de espaços acessíveis e gratuitos, além de incentivar uma aproximação dos jovens com a pauta da ciência, tecnologia e inovação”, destacou o assessor.

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, afirma que o projeto Esplanada Cultural vai ressignificar ainda mais as experiências do morador e do visitante. “Entendemos que uma cidade só é boa ao turista se ela for boa para o morador. Ao revitalizar esse espaço que liga o Touring ao Complexo Cultural da República, equipamento turístico e cultural icônico para a cidade, tanto a população como os visitantes poderão explorar atividades múltiplas dentro do turismo, educação, tecnologia e cultura”, ressalta a secretária.

*Com informações da Sepe

Fonte: Agência Brasília

Para marcar o Dia Mundial do Pedestre, data instituída como 8 de agosto, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) marcou presença no domingo na W3 Sul, participando do projeto Viva W3. O órgão levou ações educativas e minipalestras com orientações voltadas à segurança dos pedestres e ciclistas, proporcionando também atividades em comemoração ao Dia dos Pais.

A equipe de Educação de Trânsito do órgão contou com o apoio de quatro professores palestrantes, mímicos e repentistas. Cerca de 150 pessoas foram abordadas durante a ação.

Estatísticas

No primeiro semestre deste ano, foi registrada uma redução de 35% de mortes de pedestres em relação ao mesmo período do ano passado, quando 28 pedestres morreram atropelados.

 

*Com informações do Detran

Fonte: Agência Brasília

Os artesãos de Brasília amanheceram mais fortalecidos na sexta-feira (30). Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) a Lei nº 6.924, de 29 de julho de 2021, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. O documento institui as diretrizes para a política distrital de fomento ao artesanato.

O Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) é responsável pela elaboração de políticas públicas em nível nacional. Para a execução, conta com a parceria das Coordenações Estaduais de Artesanato, responsáveis pela intervenção e execução das atividades de desenvolvimento do segmento.

No Distrito Federal, esse papel é desempenhado pela Secretaria de Turismo do DF (Setur). Com a nova lei, o artesanato passa a ter um programa local específico para desenvolver, qualificar e promover a atividade como instrumento de trabalho e empreendedorismo.

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, declarou que a medida é resultado do trabalho integrado e diuturno de um governo que olha para todas as necessidades da população.

“Não houve um dia em que a palavra artesanato deixou de ser trabalhada, seja pela qualificação ou pela busca de novos espaços e formas para o artesão comercializar seus produtos. O artesanato de Brasília representa o Brasil por meio de muitas técnicas. Assim, nos fortalece como destino turístico. Por isso, a minha voz é a voz do artesanato”, afirmou a dirigente.

Qualificação

“A lei de fomento ao artesanato é uma vitória e resultado de uma luta antiga nossa, pois a capacitação é muito importante para que nós artesãos tenhamos segurança para criar novos produtos com qualidade e encontrar a nossa identidade. Além disso, ensina o artesão a andar com os próprios pés, empreender e colocar preços nos produtos”, disse a artesã Maria de Fátima Rodrigues Lima.

Maria de Fátima borda lendas brasileiras em livros. Para ela, os cursos de qualificação que realizou ao longo da vida profissional foram essenciais para ela se posicionar de forma estratégica no mercado e encontrar uma atividade que representa a sua identidade, a sua alma. Assim, ela acredita que a Setur vai fortalecer o segmento por meio da sua qualificação.

A lei agora sancionada dá maior base para estruturar uma política distrital de fomento ao artesanato. Com ela, o setor será valorizado por meio do incremento de ações para qualificar, desenvolver e promover a atividade como instrumento de trabalho e empreendedorismo.

Muitas das diretrizes da política distrital de fomento ao artesanato já são desenvolvidas pela Setur, como a realização de feiras e exposições para a venda de produtos artesanais, integração de iniciativas relacionadas ao artesanato e à troca de experiências e aprimoramento de gestão de processos e produtos artesanais, realização de oficinas e ações educativas para aprimorar o trabalho artesanal, mapeamento do setor artesanal, por meio de estudos técnicos e do cadastro do artesão em sistema próprio, entre outras.

Promoção do artesanato

O artesanato é um dos principais segmentos da produção associada ao turismo no DF. Atualmente, existem mais de 11 mil profissionais cadastrados na Setur, com atuação e planejamento definidos. O projeto Loja do Artesanato é coordenado pela Setur em parceria com o Pátio Brasil Shopping, no Plano Piloto, e com o Alameda Shopping, em Taguatinga.

A seleção é feita por edital. Para concorrer ao processo seletivo, os artesãos precisam ter a carteira nacional do artesão. O documento é emitido pela Setur e possibilita ao profissional participar de todas as feiras das quais a instituição participa, no Distrito Federal ou em outras cidades.

“Desde o início da nossa gestão, trabalhamos diuturnamente para assegurar locais para a venda desses produtos, é uma meta prioritária. Conseguimos as Lojas do Artesanato localizadas nos shoppings Pátio Brasil e Alameda e em todas as ações e eventos apoiados pela Setur, a condição é a garantia de dar um espaço o artesão expor e vender o seu trabalho”, declarou a secretária Vanessa Mendonça.

As ações da Setur visam oferecer recursos para incluir os artesãos da cidade na cadeia produtiva, oferecendo os mecanismos necessários para a geração de renda e autonomia financeira pela atividade.

 

* Com informações da Secretaria de Turismo do DF

Fonte: Agência Brasília

ADMINISTRAÇÃO DO PLANO PILOTO COMPARECE À INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO SLU

Nesta terça-feira, 03/08, a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, compareceu à inauguração do Museu do SLU, que está localizado no Venâncio Shopping. O evento contou com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, da Secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, e do diretor-presidente do SLU, Sílvio Vieira, e outras autoridades.

O evento ocorreu no dia em que o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) completa 60 anos de prestação de serviços. O acervo do museu reúne peças descartadas a partir da década de 60, ano da inauguração de Brasília, o que resgata memórias daqueles que visitam o local. Além dessas peças, também estão expostos uniformes utilizados pelos garis ao longo dos anos, o que visa aproximar a população do serviço prestado pelo SLU.

A administradora ressalta a importância da gestão de resíduos: “Sustentabilidade, meio ambiente, gestão de resíduos sólidos estão entre os assuntos mais importantes na gestão urbana. Essas pautas precisam estar no centro, prioridade. E hoje temos a área central da cidade recebendo o Museu da Limpeza Urbana, demonstrando a importância do trabalho desenvolvido pelo SLU. Que avancemos muito rumo à sustentabilidade e uma gestão de resíduos exemplar”, disse.

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP

Texto: Ana Luiza Santos /ASCOM-RA-PP

Acesse: Clique aqui e acesse o álbum completo no nosso Flickr.

Na próxima terça-feira (3) será inaugurada, no térreo do Venâncio Shopping, a exposição itinerante do Museu da Limpeza Urbana. A data escolhida marca a comemoração do aniversário de 60 anos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Na mostra, serão exibidos documentos e objetos desde a década de 1960, muitos deles encontrados no lixo.

O Museu da Limpeza Urbana funciona desde 1996 em uma casa situada na Usina de Tratamento Mecânico Biológico de Ceilândia, na QNP 28 (Usina do P Sul), e conta com um acervo de 600 peças. Foi idealizado pelo servidor do SLU Cícero de Lacerda, que hoje atua no Papa-Entulho de Santa Maria.

A ideia do Museu da Limpeza Urbana itinerante é aproximar a população desse cenário, contando a história do SLU, não somente com essas peças encontradas no lixo, mas também mostrando o novo, com o que há de melhor atualmente na limpeza urbana do Distrito Federal.

“É uma oportunidade de conhecer objetos que contam a evolução dos tempos e também a história do SLU na gestão dos resíduos sólidos do Distrito Federal. Uma forma de sensibilizar e abordar temas sobre conscientização ambiental”, diz o diretor-presidente do SLU, Silvio de Morais.

São seis décadas de atuação do SLU e de lá para cá muita coisa aconteceu na gestão de resíduos sólidos. A limpeza pública do DF vem se aprimorando a cada ano com novas tecnologias e equipamentos de limpeza pública que muitas vezes passam despercebidos pela população.

Os visitantes vão conhecer os uniformes dos garis ao longo dos anos, telefones antigos, como orelhão, celulares analógicos e os primeiros digitais; quadros e fotografias das décadas de 1980 e 1990 com vários equipamentos de limpeza da época.

Será uma viagem com muita informação e novidades da gestão dos resíduos sólidos de antes até os dias de hoje, inclusive com maquetes do Papa-Entulho, Papa-Lixo, Papa-Reciclável, Aterro Sanitário de Brasília e antigo Lixão da Estrutural.

O selo dos Correios da série Profissões em homenagem aos garis também estará compondo o acervo do museu. Todas as peças estão catalogadas e cada uma contará sua história através de uma linha do tempo.

No Venâncio Shopping, a exposição ocupará uma loja ampla, de 92 metros quadrados, localizada próximo à praça de alimentação.

*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Fonte: Agência Brasília

Os frequentadores do Deck Sul, localizado próximo ao acesso à Ponte das Garças, na L4 Sul, vão encontrar um espaço mais organizado e seguro graças à ação do GDF Presente. As equipes do Polo Central Adjacente III, em parceria com a Administração Regional do Plano Piloto, atuaram na limpeza de estruturas físicas e desinfecção dos banheiros do local, que agora contam com vigilância 24 horas por dia.

O abrigo dos vigilantes é um velho conhecido dos brasilienses: uma antiga cabine da Polícia Militar do DF (PMDF) que, depois de desativada, permaneceu no local e foi reaproveitada. A Administração do Plano Piloto contratou a empresa de vigilância, que iniciou os trabalhos no último dia 19, e colocou à disposição uma equipe de quatro profissionais para trabalhar no Deck Sul.

Para o coordenador do Polo Central Adjacente III, Alexandre César de Oliveira, a presença dos vigilantes será vital para a preservação do local. “Esse serviço de segurança vai intimidar um pouco os vândalos e assegurar que os serviços que vínhamos fazendo aqui rotineiramente durem por mais tempo”, afirma. “Vão pensar duas vezes antes de vandalizar”.

Um dos locais que mais sofriam com a depredação eram os banheiros. Nesta passagem do GDF Presente pelo Deck Sul, eles foram completamente limpos e desinfetados. Além disso, foi feita a limpeza do abrigo de ônibus que dá acesso ao parque, bem como das quadras de esporte e outros espaços físicos.

A presença do GDF Presente foi comemorada pelo comerciante Vinícius Pereira, que trabalha no Deck Sul vendendo açaí. “Fiquei muito feliz ao ver as equipes na área, limpando os banheiros e cuidando do nosso parque. Aqui é muito frequentado e precisa muito de cuidados básicos”, afirma.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, reforça a expectativa de Alexandre César de Oliveira de que o posto de vigilância vai coibir atos de vandalismo, uma constante reclamação dos frequentadores do espaço: “O Deck Sul é uma área vulnerável nos horários de menor movimento. Além de permitir uma melhor zeladoria, manutenção, conservação e limpeza, a instalação da vigilância vai permitir a reforma dos equipamentos que foram objeto de depredação”.

Ilka informa que a administração trabalha em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em um projeto para permitir a locação de quiosques no local e para a construção de mais ciclovias e calçadas, que vão atrair mais visitantes ao Deck Sul.

“É uma área mais isolada, com acesso praticamente apenas por carro. A gente tem essa constatação de que as áreas mais usadas e acessadas pela população acabam sendo mais bem-cuidadas”, afirma.

* Colaborou Gizella Rodrigues

Fonte: Agência Brasília 

Fotos por: Emanuelle Sena/ ASCOM RA-PP 

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Hoje, 26/7, a Administradora do Plano Piloto Ilka Teodoro foi mais uma vez a entrevistada do programa CB.Poder — parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília. O jornalista Alexandre de Paula tratou de diversos assuntos na entrevista. Vistoria de edificações que oferecem riscos à população, revitalização e ocupação qualificada de espaços públicos, representatividade e diversidade nos espaços de poder foram algumas pautas abordadas.

Veja a entrevista completa no vídeo:

Veja aqui as fotos da entrevista.

Ao dirigir um veículo, o motorista é responsável não só pela sua própria vida, mas, também, pelos outros usuários da via pública. Para que os condutores da capital tenham cada vez mais consciência de sua responsabilidade ao volante, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) investe em campanhas educativas e sinalização.

O governo local também cuida das pistas. Desde 2019, 240 mil toneladas de massa asfáltica foram utilizadas para melhorar a mobilidade – o que equivale a cerca de 270 quilômetros de pistas novas.

Segundo o diretor-geral do Detran-DF, Zélio Maia, desde o início da gestão, o órgão investe na inovação, educação e humanização. Entre janeiro e junho deste ano, por exemplo, foram investidos R$ 8,6 milhões em sinalização, instalação e remoção de quebra-molas e manutenção de semáforo, entre outros.

“Intensificamos nossas ações educativas a fim de resgatar essa consciência dos condutores em relação ao respeito ao próximo, de que o maior protege o menor. Respeitar as normas de trânsito é uma questão de cidadania”, destaca.

Vias e estradas

O resultado das ações está refletindo nos números. De janeiro a junho de 2020 foram registradas 61.383 multas pelo avanço do sinal vermelho. Já este ano, no mesmo período, foram contabilizadas 19.441 mil, ou seja, uma diminuição de 68,32%. No ano passado, uma pessoa morreu em acidente de pedestre. Em 2021, ainda não foi contabilizada nenhuma morte.

Além disso, o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER/DF) atua para que as vias e estradas da capital estejam em condições de tráfego. Das 240 mil toneladas de massa asfáltica utilizadas, 30% foram para a zona urbana. “Fazemos o monitoramento constante para garantir que tanto o pedestre quanto o motorista tenham conforto e segurança na hora de transitar”, ressalta o superintendente de Obras do DER-DF, Cristiano Cavalcante.

Ações educativas

O diretor de Educação de Trânsito substituto, Régis Otávio Ramos, explica que o cronograma de campanhas educativas é definido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). “Fazemos ações nas ruas diariamente, inclusive aos domingos na W3 Sul e no Parque da Cidade, com foco em todos os usuários da via pública. Há a campanha de voltas às aulas, Maio Amarelo, respeito à faixa de pedestre, estacionamento irregular, álcool e direção”, informa.

“O objetivo é fazer com que a população entenda por que aquilo é errado. Se a pessoa estaciona de forma irregular, ela está tirando o direito de outras ir e vir, de um idoso, de um deficiente”, alerta. “Se um motociclista trafega pelo corredor, é perigoso. Os carros têm o ponto cego e podem não ver a moto ao fazer uma ultrapassagem”, diz.

Ramos reforça que o condutor precisa se antecipar a situações que podem surgir e, para isso, precisa estar atento. “Tudo que tira a atenção do motorista é perigoso, como o celular. Ele precisa de 5 a 10 segundos para ler uma mensagem, por exemplo. Em um segundo, um carro percorre 22 metros, ou seja, seriam cerca de 220 metros olhando para o aparelho. O álcool também diminui a capacidade de reação da pessoa a uma situação de perigo”, salienta.

Fonte: Agência Brasília

Entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Setor Comercial Sul, o Conic se impõe cheio de opções, mesmo que seja para uma espiada rápida de quem precisa fazer esse caminho. A diversidade de estabelecimentos comerciais, a presença de representações, como sindicatos e associações, os sebos e outras dezenas de atividades garantem um movimento enorme de pessoas no local.

Por isso mesmo, a equipe do Polo Central Adjacente III arregaçou as mangas, literalmente, para realizar uma faxina geral nas proximidades daquele centro comercial.

“Hoje a nossa atenção e cuidados foram para o Conic, para melhorar a circulação dos pedestres e trabalhadores que passam pela área”, disse Alessandro César, coordenador do Polo Central Adjacente III do GDF Presente.

Ao redor do local, as equipes investiram no reforço da varrição, lavagem das calçadas e na fresagem do pavimento. Também foi realizada a retirada de lixo e entulhos.

“Uma limpeza como essa que foi feita pelo GDF Presente traz muitos benefícios para os nossos clientes e para os nossos trabalhadores que, ao chegarem aqui, vão encontrar as calçadas limpas e tudo bem asseado. O nosso setor Conic estava um pouco esquecido”, comemorou José Severino, dirigente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília.

Rodoviária

Concluída a faxina no Conic, foi a hora da limpeza da Rodoviária. A equipe do Polo Central Adjacente III retirou o lixo e entulhos e fez a lavagem das calçadas que dão acesso à Rodoviária pelo Eixão Sul. O trabalho contou com a participação de uma equipe de reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

“O polo Central Adjacente III trabalhou para deixar limpas as alças, acessos e calçadas da Rodoviária do Plano Piloto, como o cidadão merece, que é do melhor jeito para que todos possam fazer a travessia”, disse o coordenador do polo, Alessandro Cesar.

Para o administrador da Rodoviária, Josué Martins, o trabalho do GDF Presente ajuda a melhorar o aspecto do terminal. “Estávamos mesmo precisando desse trabalho de limpeza na área central de Brasília e nas alças da Rodoviária”, comemorou o administrador.

Funarte

A limpeza chegou também ao prédio da Funarte. O Polo Central Adjacente III, com a participação de reeducandos, retirou lixo e entulhos e fez a lavagem geral do edifício, das calçadas às paredes. “É o GDF Presente colaborando para a reintegração do prédio, que passa a integrar a Secretaria de Cultura do DF”, informa Alessandro Cesar.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, aprovou o trabalho feito pelo Polo Central Adjacente III o GDF Presente. “As ações de limpeza realizadas nesta época de seca devolvem vida para área central da cidade. A lavagem dos prédios da Funarte e paredes do Buraco do Tatu e Rodoviária garantem a visibilidade dessas importantes edificações da cidade”, disse.

Fonte: Agência Brasília

Foi realizada nesta quinta-feira, 22/7, mais uma reunião da Administradora Regional do Plano Piloto Ilka Teodoro com lideranças comunitárias da Vila Planalto, desta vez de forma presencial. O encontro aconteceu nesta manhã, no Clube de Vizinhança da Vila Planalto.

 
Atendimento de ocorrências na Vila pela equipe do 6º Batalhão, localizado no Setor de Garagens e Manutenção Norte, na Asa Norte, projeto de cinema a céu aberto voltado para comunidade local, programa Adote uma Praça, vistoria de equipamentos públicos e destinação de emendas parlamentares e recursos para executar melhorias na região foram alguns dos assuntos tratados na reunião.

A Administradora agradeceu a presença das lideranças presentes e destacou que o diálogo da comunidade com o poder público é fundamental para melhoria dos espaços públicos. Após a reunião, Ilka realizou vistoria em alguns locais da região a pedido das lideranças presentes.

Veja as fotos de hoje: https://flic.kr/s/aHsmWfvjMe
Veja as fotos da última reunião online: https://flic.kr/s/aHsmUKaRNi

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP
Texto: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

A presença de 100 artistas visuais numa área de aproximadamente 1.500 metros quadrados da Galeria do Estados provoca de imediato uma sensação: Brasília ficou mais diversa e inclusiva. Com 92% de criadores vindos das Regiões Administrativas fora do centro político-administrativo do Plano Piloto, a arte espalhada pelos vãos do viaduto provoca um mosaico de sensações.

Numa ação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o IV Encontro do Graffiti é um projeto que reflete a política pública de valorização dessa arte urbana, uma das pioneiras no país. Foram investidos R$ 255.714,63 (sendo R$ 150 mil só de cachês). O legado da Galeria dos Estados transformada por 2 mil sprays de tinta em dois fins de semana é de pertencimento e valorização artística.

Muitos grafiteiros imprimem pela primeira vez a sua arte na capital federal. Antes, nunca tiveram essa oportunidade. Fazem esse processo após serem selecionados num edital de chamamento público, com recebimento de cachê (R$ 1, 5 mil por pessoa) e cercado de todos os cuidados de produção para a sua criação (infraestrutura de andaimes, segurança, matéria-prima, alimentação). Uma equipe da Subsecretaria de Economia Criativa, responsável pela execução do IV Encontro do Graffiti, esteve a serviço desses profissionais, numa valorização artística que muitos nunca tinham experimentado.

O resultado artístico fala por si. A representatividade negra, por exemplo, está estampada nas figuras e no imaginário das crenças, dos mitos e das matrizes africanas, bem como na tradução de seus cotidianos. A presença de elementos culturais de Brasília (lugares, fauna, comportamento) e da influência nordestina também estão presentes nas criações

A exclusão social é tratada em diversos painéis, como num grafite em que um jovem negro e em situação de rua é observado tendo o movimento frenético e bem-sucedido da capital federal como cenário. A presença feminina de grafiteiras, garantida graças à cota de 30% do edital, reflete-se em desenhos de empoderamento da mulher. Figuras fortes, de deusas e de mulheres comuns, explodem em cores nas paredes, trazendo questões como a equidade de gênero e a denúncia contra a violência. Outra vertente forte é a exaltação à natureza e a denúncia contra os crimes ambientais.

Os estilos também se misturam nas paredes, provocando um passeio à parte. É possível observar o estêncil, grafite feito no molde, convivendo com o 3D, aquele desenho que parece sair do muro. Há ainda as telas mais figurativas e realistas, as de influências surreais que parecem dialogar com o universo das tatuagens e o grafite mais tribalista e codificado por estilos conhecidos como Wild (setas e letras, às vezes indecifráveis), thrown up (vômito em inglês, feito rapidamente e que remete a letras) e bombing (um thrown up com letras bem mais arredondadas). Há ainda o diálogo com artistas visuais modernos, como Rubem Valentim e os grafites tags, que representam a assinatura dos artistas e revelam seus estilos.

Dez estilos

Há 100 telas na Galeria dos Estados, cada uma mais intrigante que a outra. Num passeio pelos trabalhos, os dez criadores falam dos seus estilos.

Argo

Roberto de Oliveira, de Santa Maria, conhecido na cena urbana como Argo, resolveu grafitar letras que mesclam com todos os elementos do grafite.

“O encontro reúne letras, desenhos e personagens de diversos estilos. Cada grafiteiro tem um codinome que remete à sua assinatura, e dessa vez vou deixar a minha marca em um letrado que significa a tag do artista, uma espécie de impressão digital artística”, esclarece.

Ganjart

Natural do Gama, a artista Kainan Campos – Ganjart participa pela segunda vez do evento e considera hoje o grafite não só um trabalho, mas algo que move sua vida.

“Nesse painel quis homenagear o conceito de mãe natureza. Meu trabalho busca retratar a força da biodiversidade como nossa mãe, que tudo nos provê, e os ataques que os recursos naturais têm sofrido”, contemplou a jovem.

Guga Baygon

De Recife, Guga Baygon traz toda a experiência com a arte de tatuar para o grafite e brinca com elementos do universo onírico e surreal.

“Gosto dessa mistura do sonho com cores muito fortes. O resultado é essa viagem intensa aos olhos”, frisa.

Leandro Vidão

De Ceilândia (19% dos selecionados foram da cidade, um dos berços do rap no Brasil), Leandro Vidão trabalha com o grafite desde os 13 anos. Ele trouxe a força de sua diversidade de estilos.

“Faço todo o tipo de desenho, do realismo às letras. Considero esse encontro uma grande oportunidade de fazer uma conexão com a arte e os colegas envolvidos neste trabalho feito especialmente para o público, como um museu a céu aberto, representando a verdadeira arte de rua”, revela o artista, com obras espalhadas por dez estados.

Carlos Astro

O artista, morador de Ceilândia e grafiteiro há 32 anos, traz a importância do grafite como um transformador de vidas para o painel que produziu.

“Hoje vivo da arte. O grafite me salvou e continua salvando vidas, formando novos artistas. Para este encontro, fiz uma homenagem ao Comitê Permanente do Grafite e o quanto este trabalho dá força para a nossa arte urbana”, destacou o veterano da arte urbana no DF.

Mathê

Moradora do Sudoeste, Mathê Avelar é professora de Artes Visuais na UnB e considera o grafite uma das principais fontes de expressão do seu trabalho. Em sua obra, Mathê trouxe uma mulher negra e empoderada, com um cabelo que revela sua beleza e identidade. Essa é sua primeira participação no Encontro do Graffiti, que foi motivada também por dançar hip-hop.

“Para grafitar esse painel, me inspirei também em Rubem Valentim, que tem uma tendência muito marcante de remeter com potência toda a simbologia do povo afro brasileiro”, explicou.

Nabrisa

Residente em Samambaia, Sabrina Falcão, conhecida na cena como Nabrisa, revela a sensação de poder grafitar em um mural feito completamente por mulheres. Com um desenho de uma mulher segurando uma lâmpada, que significa “a mulher sendo a luz na vida de outras mulheres”, a artista quis transmitir o alerta para as causas enfrentadas pela população feminina diariamente.

“Esse foi um projeto histórico destinado exclusivamente pro grafite que contemplou artistas com material, cachê e visibilidade. A localização escolhida também representou muito para a cena”, celebrou.

Iasmin Kali

De Planaltina, a grafiteira Iasmim Kali destaca que sua participação na intervenção tem o intuito não só de revitalizar o local, mas, também, de dar visibilidade ao grafite feminino e das artistas mulheres como um todo. Ela buscou representar as mães e filhas que passam todos os dias pela Galeria.

“Estes painéis representam o nosso sagrado feminino, a maternidade, para que mulheres possam se enxergar e se sentirem representadas pela nossa arte”, conta.

Oliver Onk

O artista urbano de Sobradinho Alain Silva, conhecido como Oliver Onk, trabalha no grafite há 19 anos e grafitou o foguete do Parque da Cidade e a Torre de TV.

“Estou muito admirado com a união e com o empenho que todos os grafiteiros estão tendo com esse projeto e com o estímulo para colorir a cidade e movimentar o segmento artístico”, arrematou.

Priscila Peçanha

Moradora de Samambaia, Priscila Peçanha revela que sempre buscou participar de eventos como o Encontro do Graffiti. Grávida de sete meses de uma menina que se chamará Dora, a artista atua no grafite há sete anos e seu desenho retrata o poder místico do sagrado feminino e seu encontro com a natureza.

“Combinamos uma conexão para que este painel coletivo transmita todos os nossos anseios e lutas”, acrescenta a artista.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

As equipes do GDF Presente estão trabalhando, nesta semana, nas proximidades do Hospital Materno Infantil (Hmib,) com serviços de poda de árvores. A proposta é garantir segurança a pedestres e preservar a rede de energia elétrica, já que as plantas cresceram muito e ameaçam alcançar a fiação.

Na sexta-feira passada (16), 44 grandes árvores foram podadas. Nesta segunda (19), os trabalhos prosseguem. “Atendemos logo a essa demanda da direção do Hmib, que era mais urgente, porque essas árvores estão localizadas muito próximo à rede de energia elétrica e havia perigo de curto-circuito”, explicou o coordenador do Polo Central Adjacente III, Alexandre Cesar de Oliveira.

Os técnicos da Novacap precisaram avaliar o local para mapear os cortes que precisam de atenção e mais urgência. “Dois pontos eram os mais vulneráveis, e isso já fizemos na semana passada”, informou Alexandre Cesar.

Segundo ele, as equipes também vão colocar fim a uma erosão na calçada de acesso ao Hmib. O buraco está próximo a uma boca de lobo e precisa de uma obra de contenção. “Vamos finalizar a erosão e depois partimos para a demarcação de vagas e sinalização do estacionamento”, completou o coordenador do polo.

Agenda cheia

GDF Presente também recolheu quatro toneladas de lixo verde nas quadras 700 e 900, da Asa Sul. Esse tipo de resíduo é originário da poda ou remoção de árvores e plantas.

É composto de troncos, galhos e cascas de árvores, folhas verdes ou secas, flores, grama e demais materiais orgânicos de jardins ou plantações. No parque Burle Max, no Noroeste, foi realizada a roçagem manual da área.

O Polo Central III esteve ainda na Vila Planalto. As equipes fizeram a limpeza de dez bocas de lobo e a lavagem da praça da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompéia.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, elogia as ações realizadas pelo GDF Presente durante a semana. “Essa ação demonstra que estamos olhando com carinho as demandas da comunidade. O GDF Presente nos auxilia a zerar as demandas acumuladas”, enfatiza.

Fonte: Agência Brasília

As passagens subterrâneas do Eixo Rodoviário (Eixão) passaram por uma boa limpeza nessa semana. O reforço na higienização dos espaços foi tarefa realizada pelo programa GDF Presente, que, até sexta-feira (16), vai concluir a faxina dos oito túneis da Asa Sul. Até agora, foram retiradas 6 toneladas de lixo da rede de drenagem pluvial. As da Asa Norte já haviam sido limpas na semana passada, em parceria com a Administração Regional do Plano Piloto.

As 16 passagens, construídas a cada duas quadras residenciais, garantem a travessia segura de pedestres sob os eixos W, L e o Eixão. Todas as canaletas para drenagem de águas pluviais, além do piso e paredes dos espaços, estão sendo higienizadas por servidores da Novacap e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

A ação também é executada por um grupo de oito operários, composto por reeducandos do programa Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), e servidores da administração regional, sob a coordenação do Polo Central Adjacente III do GDF Presente.

“As passagens subterrâneas bem-cuidadas são essenciais para a segurança e conforto das pessoas que passam por ali diariamente”, explica a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Esse trabalho demonstra o comprometimento do governo com a mobilidade e segurança da população.”

Segundo o coordenador do polo, Leandro Cardoso, as equipes recolheram milhares de garrafas plásticas e latas e papelão. Cobertores deixados por pessoas em situação de rua também estavam abandonados pelo caminho. Além disso, as equipes encontraram restos de fezes e urina.

“Infelizmente, muitos cidadãos preferem se arriscar e atravessar o Eixão, pois não se sentem confortáveis em usar as passagens”, aponta Cardoso. “O mau-cheiro e a sujeira [nas passagens subterrâneas] afastam os usuários, mas estamos entregando todas bem limpas.”

Operação tapa-buraco

Com apoio da Novacap, a operação tapa-buraco chegou às vias de acesso que levam até a Universidade de Brasília (UnB). As ruas da comercial da 713 Norte também foram reparadas.

Nas duas ações, foram usadas 11 toneladas de massa asfáltica. Já na Asa Sul, alguns pontos de encontro comunitário (PECs) foram lavados, entre esses, o da SQS 106.

Fonte: Agência Brasília

O viaduto da Galeria dos Estados deixou de ser só uma estrutura de concreto cinza que sustenta a passagem de veículos. Em seus vãos, cores, formas e estilos se misturaram uma centena de mãos de artistas selecionados para o IV Encontro de Graffiti. Desde a quinta-feira (8), ocupam seus metros quadrados em estado de felicidade. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e tem apoio da Administração Regional do Plano Piloto.

Um dos veteranos do grafite no Distrito Federal e membro do Comitê Permanente de Grafite, Carlos Astro considera a oportunidade de grafitar na Galeria dos Estados um privilégio, em se tratando de um local com histórico e recém entregue à população. Em seu painel, o artista resolveu homenagear o Comitê Permanente do Grafite. “Trabalhamos pelo fortalecimento dos valores da cultura Hip Hop, em que um dos principais deles é o resgate social. Este evento valoriza os pilares da arte urbana e age efetivamente no processo de reinserção social dos moradores de rua, que estão nos auxiliando neste processo”, declara.

Neste sábado (10), o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, foram conferir os trabalhos.

“Reinaugurada, a Galeria dos Estados é um destaque no coração de Brasília. O encontro traz para a comunidade e os artistas participação e inclusão. A Galeria dos Estados recebe essas cores da alegria das expressões artísticas e Brasília se tornará a capital do Grafitite. Viva à arte urbana do DF!”, celebra o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Ilka Teodoro, Administradora do Plano Piloto esteve presente durante as intervenções e ressaltou que grafite é arte urbana, uma arte superimportante para o Distrito Federal. “Expressões artísticas como essas são muito relevantes para a cidade, além de contribuir fortemente com a economia criativa local”, completou.

Em tempos de pandemia, os artistas selecionados estão cumprindo as normas recomendadas pelas autoridades de saúde. Além de receberem os devidos suportes de higiene, equipamentos de proteção individual e de segurança, os grafiteiros atuam em modo de revezamento, a fim de garantir o distanciamento social. Durante toda a ação que vai até este domingo (11), os artistas também recebem alimentação e insumos para a realização das obras.

De Planaltina, a artista plástica e grafiteira Iasmim Kali destaca que sua participação na intervenção tem o intuito de não só revitalizar o local, mas de dar visibilidade ao grafite feminino e das artistas mulheres como um todo. “Apesar de termos nomes muito importantes na cena da arte urbana feminina, ainda acho que o movimento das mulheres dentro da arte precisa ganhar mais força e proporção. Estes painéis representam o nosso sagrado feminino, maternidade, conquistas e desafios enfrentados por nós mulheres”, conta.

O artista urbano de Sobradinho, Alain Silva, conhecido como Oliver Onk, trabalha no grafite há 19 anos e grafitou o foguete do Parque da Cidade, Torre de TV e deu destaque ao contexto do segmento turístico. “Estou muito admirado com a união e com o empenho que todos os grafiteiros estão tendo com esse projeto e com o estímulo que a arte atua para colorir a cidade e movimentar o segmento artístico”, arrematou.

O edital lançado pela Secec selecionou 100 artistas para realizarem intervenção artística de tema livre em uma área de 10 a 20 m² do novo viaduto da Galeria dos Estados. Com investimento total de R$ 150 mil, cada artista selecionado recebeu R$ 1,5 mil.

Coordenadora da iniciativa, a subsecretária de Economia Criativa da Secec, Érica Lewis, considera o evento uma grande oportunidade de dar visibilidade ao grafite e estimular a interação dos artistas com os espaços públicos da cidade. “Este é um passo de um projeto maior, de estímulo ao empreendedorismo cultural, valorização da arte urbana e ressignificação  de espaços, sendo a Galeria muito representativa pelo grande fluxo de pessoas todos os dias”, relata

Érica Lewis lembra, ainda, que grandes cidades do mundo passaram por esse processo e conseguiram resgatar a identidade local, recuperar bairros inteiros com a arte urbana e se transformaram”, acrescenta.

Recém reinaugurada, a Galeria dos Estados se transforma em uma grande exposição de arte a céu aberto. Renovada, com acessibilidade garantida a pessoas com mobilidade reduzida, calçadas, pisos e banheiros novos, paisagismo refeito e, agora, repleta de arte urbana.

 

*Com informações da Secec DF

Fonte: Agência Brasília

Em virtude do Decreto Presidencial n° 10.731, de 28 de junho de 2021, fica prorrogado o prazo para o alistamento militar para 31 de agosto, para quem deverá se alistar no ano de 2021.

Interessados (as) devem acessar o site: alistamento.eb.mil.br.

O atendimento presencial na Junta Militar deverá ser agendado previamente por meio do e-mail:
jsm@planopiloto.df.gov.br

As paredes internas do túnel que liga o Eixo Sul ao Eixo Norte, conhecido popularmente como Buraco do Tatu e localizado no Eixo Rodoviário (DF 002), passaram por processo de limpeza no último domingo (4). O serviço foi feito entre as 8h e as 17h.

Durante a operação, houve a interdição da faixa no sentido em que a parede era lavada, enquanto a faixa do lado contrário seguiu liberada normalmente para pedestres e ciclistas, como ocorre tradicionalmente aos domingos e feriados nacionais.

O trabalho de conservação do túnel – realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) – já havia sido feito há três meses e foi reforçado agora. Nos serviços são utilizados água, sabão e solvente comuns.

O superintendente de Operações do DER, Murilo de Melo Santos, destaca a importância da manutenção periódica da estrutura: “Aproveitamos que aos domingos não há fluxo de veículos, por causa do Eixão do Lazer, para fazer a conservação desse espaço, que fica no coração de Brasília e precisa constantemente de manutenção. É importante manter um visual bonito da cidade”.

Na avaliação da nutricionista Aline Pacheco, de 28 anos, moradora da Asa Norte, a manutenção deixa o local mais bonito e convidativo para as atividades de lazer e esportivas. “Com essa limpeza das paredes do Buraco do Tatu, eu me sinto ainda mais motivada para praticar minha caminhada. A gente sabe que existem pessoas que vandalizam o bem público, mas espero que esse pensamento mude com o passar do tempo”, comentou.

*Com informações do DER

Fonte: Agência Brasília

O que fazer com os seus equipamentos eletrônicos que não possuem mais condições de uso?

Sabia que eles ainda podem promover a inclusão digital de alunos de baixa renda?

O Conjunto Nacional realizará, nos dias 08 e 09, das 10h às 19h, o Drive Thru do Resíduo Eletrônico, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Administração Regional do Plano Piloto, a OSC Programando o Futuro e a Green Eletron.

Separe seus equipamentos eletrônicos, como computador, impressoras, telefones, carregadores e eletrodomésticos, e descarte com segurança. Para isso basta levá-los para a
Praça Lúcio Costa, em frente ao Conjunto Nacional.


Além de descartar de maneira adequada seus resíduos, você estará contribuindo para que jovens possam estudar com o material doado, uma vez que os equipamentos que apresentarem condições de uso serão recondicionados e posteriormente doados.


O Drive Thru do Lixo Eletrônico faz parte do RECICLOTECH, que alinha capacitação profissional de jovens, recondicionamento de resíduos eletrônicos, doação de equipamentos, educação ambiental e preservação do meio ambiente.

Serviço:
Drive Thru do Lixo Eletrônico
Dias 08 e 09 de julho
Horário: 10h às 19h
Local: Praça Lúcio Costa – Em frente ao Conjunto Nacional
Informações: 61. 99231-1923 (Valéria)
Redes Sociais: @conjuntonacional, @reciclotech, @sectidf, @admplanopiloto,
@greeneletron, @programandoofuturo

O Governo do Distrito Federal (GDF) e a União assinaram um protocolo de intenções para que seja construído um novo bairro dentro do Plano Piloto, na área chamada de Pátio Ferroviário de Brasília (PFB), localizada no extremo Oeste do Eixo Monumental. O terreno, pertencente ao Exército e à União, pode ganhar 21 mil imóveis para abrigar 63 mil pessoas numa área de mais de 4,2 milhões de metros quadrados.

Nesta segunda-feira (5), o GDF e a União, por meio da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), também assinaram cooperação técnica para dar andamento ao projeto do novo bairro. O acordo vai permitir o aperfeiçoamento do Plano de Uso e Ocupação do Solo, bem como o parcelamento e o projeto de alienação do imóvel, etapas essenciais dentro do cronograma de nascimento do novo bairro. Pelo GDF, esse trabalho conta com o apoio técnico da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Não haverá repasse de recursos financeiros, sendo que caberá a cada uma das partes cumprir suas atribuições e utilizar recursos próprios. A área pertence ao Exército Brasileiro desde 2006, sendo ele o responsável pelo patrulhamento patrimonial, manutenção e conservação do terreno. A intenção é que seja construído um bairro com conceitos de sustentabilidade e de cidade inteligente.

“Nós tínhamos uma preocupação muito grande com o que poderia ser feito ali naquela área. A cerimônia de hoje tem um significado muito grande porque poderemos ter um dos bairros mais bonitos da cidade, atendendo todas as necessidades. Vamos transformar Brasília”, disse o governador Ibaneis Rocha.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, “a assinatura do protocolo de intenções define, regulamenta e formaliza a conjunção de esforços no sentido de criar um novo bairro”, diz. Ainda segundo o titular da pasta, a estruturação financeira para desenvolvimento do projeto e venda dos futuros lotes será realizada pelo Banco de Brasília (BRB).

O chefe do departamento de Engenharia e Construção do Exército, General Júlio César Arruda, destaca que a criação do novo bairro vai possibilitar a construção de novas estruturas para os militares, como moradias e hospital. “Esse projeto representa uma grande esperança para o Exército Brasileiro porque vai possibilitar novos aquartelamentos, entre eles o de um novo hospital para as Forças Armadas. Queremos fazer novas moradias aqui no DF e em todo o Brasil e isso vem dos recursos que vamos angariar com esse projeto, um dos mais importantes em andamento”, afirmou.

Ordenamento territorial

O Plano de Ocupação do Pátio Ferroviário foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com os militares e com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU). O documento estabelece diretrizes urbanísticas do novo bairro, como quais áreas e altura máxima que as construções poderão ter, assim como a delimitação do uso.

Conforme o plano, a ideia é valorizar os espaços públicos que devem ser amplos e arborizados, além dos investimentos em mobilidade, como construção de vias, calçadas e ciclovia. Haverá uma área destinada ao comércio e setores de saúde e educação.

Também será feita a integração com o sistema de transporte público, como ônibus, Veículos Leve sobre Trilhos (VLT) e trem para a conexão de outras áreas – DF-010, Eixo Monumental e os setores de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), de Indústria e Abastecimento (SIA) e Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia).

A proposta obedece aos parâmetros previstos na Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos) e o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot).

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)

Fonte: Agência Brasília

As hepatites virais B, C e D são doenças infecciosas que atacam principalmente o fígado e, embora nem sempre apresentem sinais e sintomas, quando não diagnosticadas, podem acarretar complicações das formas agudas e crônicas, muitas vezes levando à cirrose ou ao câncer de fígado. Entre 2016 e 2020, foram notificados 2.290 casos confirmados de hepatites virais no Distrito Federal.

Desse total, foram 877 (38,3%) de hepatite B, 1.410 (61,6%) de hepatite C e 3 (0,1%) de hepatite D. Nos quatro últimos anos, foi observado um crescimento nos números das notificações das hepatites B e C, chamando a atenção o aumento de 110,1% da hepatite C em 2020 em relação a 2019.

Neste ano, assim como em 2016, foram inseridas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) fichas das pessoas tratadas em anos anteriores na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e que estavam sem registro de notificação no ano de diagnóstico.

Também durante o período de 2016 a 2020, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ocorreram no DF 110 óbitos que tiveram como causa básica as hepatites virais, sendo 75 por hepatite C e 22 por hepatite B.

Os dados estão disponíveis no mais recente Boletim Epidemiológico das Hepatites Virais no Distrito Federal, divulgado pela Secretaria de Saúde.

Transmissão

A principal via de transmissão das hepatites B, C e D é por contato com sangue e hemoderivados, além de contato sexual e da transmissão de mãe infectada para o recém-nascido (durante o parto ou no período perinatal). A transmissão pode ocorrer ainda pelo compartilhamento de objetos contaminados, bem como em acidentes com exposição a material biológico, procedimentos cirúrgicos, odontológicos e endoscopia, entre outros, quando as normas de biossegurança não são respeitadas.

“As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde, seja em âmbito público, seja no privado. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no Distrito Federal e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas que levem à redução do número de casos da doença”, ressalta a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Saúde, Beatriz Maciel.

Prevenção

Todas as hepatites virais podem ser evitadas com alguns cuidados. Para a do tipo A, o recomendado é lavar as mãos com água e sabão após ir ao banheiro ou trocar fraldas e antes de cozinhar ou comer. Também é indicado o uso de água tratada e higienização adequada dos alimentos.

Já a prevenção das hepatites B e C passa por evitar o contato com o sangue contaminado, razão pela qual é recomendado usar preservativos nas relações sexuais; sempre exigir materiais esterilizados ou descartáveis e não compartilhar itens, equipamentos ou utensílios de uso pessoal. A rede pública de saúde dispõe de preservativos para distribuir.

Além disso, as hepatites A e B podem ser prevenidas por meio de vacinação, e ambas estão previstas no calendário nacional de imunização. A hepatite C não possui vacina.

Diagnóstico e tratamento

A rede pública de saúde do DF disponibiliza os meios para se diagnosticar as hepatites virais, como exames de sangue e testes rápidos ou laboratoriais, em qualquer unidade básica de saúde (UBS) e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), localizado no mezanino da Rodoviária do Plano Piloto. Os testes rápidos para a detecção da infecção pelos vírus B ou C estão disponíveis para toda a população na rede do SUS no Distrito Federal (DF).

O tratamento da hepatite A se resume a repouso e cuidados com a dieta do paciente. Já em caso de hepatite C, a intervenção terapêutica é feita com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais 95% e são administrados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. A hepatite B não possui cura, mas seu tratamento com medicamentos específicos (alfapeginterferona, tenofovir e entecavir) tem por objetivo reduzir o risco de progressão da doença e suas complicações, especialmente a cirrose e o câncer de fígado. Tanto o tratamento para a hepatite B quanto para hepatite C estão disponíveis na rede pública de saúde.

“Todas as pessoas com infecção pelo vírus da hepatite B ou C podem receber o tratamento gratuito pelo SUS. O médico, tanto da rede pública quanto suplementar, poderá prescrever o tratamento seguindo as orientações dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e B (PCDT Hepatite C e PCDT Hepatite B) do Ministério da Saúde”, esclarece Beatriz Maciel.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Estão abertas as inscrições para o programa Jovem Candango. O pontapé foi dado pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), nesta quinta-feira (1), em cerimônia realizada no Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia, com a disponibilização de 1,8 mil vagas para a iniciativa.

Jovens aprendizes de 14 a 18 anos, em situação de vulnerabilidade social, que desejam ingressar no mercado de trabalho, podem se inscrever no processo seletivo no site da pasta do Esporte. O prazo vai até 15 de julho e a previsão é que em agosto seja iniciada a fase de contratação dos jovens.

Durante o evento, foi transmitido um vídeo didático com o passo a passo para a realização da inscrição de maneira mais eficiente. Ao lado de representantes da Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi) e do Centro Espírita Fraternidade Jerônimo Candinho (OSJC), instituições selecionadas para efetivar os projetos, o primeiro jovem interessado no projeto realizou sua inscrição on-line.

Samuel Tito Martins, de 17 anos, reside na instituição Casa de Ismael há seis anos e acredita que ingressar no Jovem Candango vai ajudá-lo a se estabilizar financeiramente. “Mesmo participando do Jovem Candango, pretendo continuar estudando e depois avaliar em qual área me encaixarei”, explica. Os jovens vão receber dois terços do salário mínimo, que equivale a R$ 733, aproximadamente.

Sob a gestão da SEL, além da formação técnico-profissional, por meio de atividades teóricas e práticas, os aprendizes agora terão acesso à prática esportiva. “Qual jovem não quer ter uma renda com carteira assinada e ainda se preparar adequadamente para o mercado de trabalho? O Jovem Candango promove exatamente isso”, ressaltou a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, na ocasião.

Estiveram também presentes o secretário executivo de Futebol, Paulo Victor Barbosa de Carvalho; o subsecretário de Administração Geral, Clemilton Oliveira Rodrigues Júnior; o subsecretário dos Centros Olímpicos e Paralímpicos, Ziel Ferreira; o subsecretário de Projetos e Eventos de Modalidades Esportivas, Sidemeron Campos Silva; o chefe de gabinete da Administração Regional de Samambaia, Denílson da Costa; e a deputada federal Celina Leão.

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Fonte: Agência Brasília

A semana foi dedicada à limpeza de bocas de lobo no Plano Piloto. Equipes do GDF Presente atuam na manutenção da região central da capital para evitar inundações das ruas na época das chuvas. O foco foram os bueiros da Avenida L4 Norte e da Vila Telebrasília. Cerca de 40 bocas de lobo já foram desobstruídas.

Por ser ao lado do Lago Paranoá, em uma região de declive, toda a água da Asa Norte cai na L4 Norte e os alagamentos na avenida são comuns no período chuvoso. As equipes do Polo Central Adjacente III, com apoio de dez reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) e da Administração Regional, desobstruíram os bueiros na via.

Segundo o coordenador do Polo Central Adjacente III, Leandro Cardoso, as bocas de lobo estavam cheias de sujeira, terra e folhas levadas pelas chuvas, mas também por dejetos jogados pela população. “Tinha garrafa de refrigerante, latinha de cerveja, tudo que é lixo que as pessoas jogam nas ruas e a chuva leva para o bueiro”, conta. “Já estamos prevenindo os alagamentos que acontecem com as chuvas.”

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, explica que o trabalho de limpeza de boca de lobo não pode parar. “Ele é feito de forma corretiva, quando identificamos alguma obstrução, mas também de forma preventiva, que é esse trabalho fora do período de chuva que impede o acúmulo de resíduos nesses espaços”, afirma.

As equipes também utilizaram 6,2 mil toneladas de asfalto para tapar buracos na SQN 407, podaram árvores e recolheram lixo verde na 311 Norte, que também recebeu lavagem de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC). O PEC da 305 Sul também foi lavado.

A Vila Telebrasília, antigo acampamento pioneiro às margens do Lago Paranoá, também recebeu ações do GDF Presente. Além da limpeza de seis bocas de lobo, os trabalhadores acabaram com um transbordo irregular, de onde recolheram 40 toneladas de entulho, e lavaram um PEC, ao lado do campo de futebol sintético.

Fonte: Agência Brasília

Quem suspeita ter contraído a covid-19 ou já foi diagnosticado com a doença e sofreu piora em seu quadro clínico pode ser atendido no Distrito Federal em qualquer unidade básica de saúde, Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e nos hospitais da rede pública, exceto o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) e o Hospital de Apoio de Brasília (HAB).

“Todos os demais hospitais estão aptos e preparados para receber pacientes acometidos com a doença. O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) também atende esses casos, mas somente crianças”, informa a subsecretária de Atenção Integral à Saúde substituta, Arilene Luis.

Vale ressaltar que a porta de entrada para os atendimentos na rede pública de saúde são na Atenção Primária, ou seja, nas unidades básicas de saúde (UBSs). Todas elas estão preparadas com área e equipes destinadas exclusivamente para atendimento aos pacientes com sintomas típicos da covid-19, como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, diarreia e perda de olfato e/ou paladar.

“Para casos leves e moderados da doença, a porta de entrada é a Atenção Primária. Para os casos graves, orientamos acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) ou ir para a emergência hospitalar”, explica.

Todas as sete regiões de Saúde contam com prontos-socorros para covid nas emergências hospitalares. Além disso, a rede possui cinco hospitais de campanha, sendo dois em Ceilândia, um no Gama, outro no Autódromo de Brasília e o Hospital de Campanha da PM.

Ao todo, a rede possui exclusivamente para covid-19: 320 leitos de enfermaria; 452 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI); 135 leitos de unidade de cuidados intermediários (UCI) e 300 leitos de suporte ventilatório pulmonar (LSVP).

Ambulatórios pós-covid

A covid-19 pode causar várias sequelas em quem teve a doença. Entre elas, disfunções respiratórias, principalmente em pessoas que passaram por hospitalização prolongada, com ou sem uso de ventilação mecânica. Por conta disso, a Secretaria de Saúde estruturou serviços específicos para reabilitação pulmonar na rede.

Hoje, a rede conta com cinco Ambulatórios de Saúde Funcional (ASF) que ofertam a Reabilitação Pulmonar, funcionando no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF); Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Hospital Regional da Ceilândia (HRC).

Para acesso à reabilitação pulmonar, o paciente deve procurar uma das unidades que oferecem o serviço com o encaminhamento do pneumologista para agendamento da avaliação.

Fonte: Agência Brasília com informações da Secretaria de Saúde

Nesta segunda-feira (28) começou a vacinação contra covid-19 na população em situação de rua do Distrito Federal. Para esse público, a Secretaria de Saúde reservou 950 doses da vacina Janssen – aplicada em dose única. As equipes do Consultório de Rua serão responsáveis pela aplicação do imunizante.

Denise Ocampos, gerente de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais, ressalta que é melhor imunizar a população em situação de rua com uma vacina de dose única, como é o caso da Janssen, por se tratar de um público que não costuma voltar para tomar a segunda dose.

“Foi o que ocorreu em outros estados que aplicaram vacinas que necessitavam de duas doses. Algumas pessoas perdem o cartão, outras se recusam a retornar”, ela explica. Segundo Denise, a estimativa é que, atualmente, o DF possua 2,2 mil pessoas em situação de rua.

A vacinação está ocorrendo nos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro Pop) do Plano Piloto e de Taguatinga e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia. Também foram disponibilizadas 300 doses da CoronaVac para aplicação nos servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) que atuam nessas instituições.

Prioridade para não abrigados

“Estamos priorizando, neste momento, a população não abrigada, mais exposta à covid-19 e a outros agravos. A situação de higiene em que vivem é precária, o que prejudica a prevenção. Além disso, muitos possuem comorbidades, são idosos, e isso aumenta o risco”, afirma Denise Ocampos. “À medida que forem chegando mais doses da Janssen, vamos ampliar a vacinação até que todos sejam imunizados”, acrescenta.

Denise lembra que vacinar as pessoas em situação de rua é uma maneira de dar a elas maior qualidade de vida e de prevenir a circulação do vírus em toda a cidade, já que essas pessoas circulam por todo o DF, muitas vezes sem máscaras.

Francisco Souza, 35 anos, disse estar grato em receber a imunização contra covid-19. “Fico feliz em saber que o governo observa que nós também precisamos desta vacina. Muitos moradores de rua estão pegando a covid-19 e morrendo. Nós também temos uma vida e ela tem valor”, afirma.

Para Gilmar Melo, de 49 anos, tomar a vacina da Janssen é um alívio. Ele afirma ainda que o deixa muito satisfeito saber que com apenas uma dose já estará imunizado contra a doença.

Vulnerabilidade

Cleomar Ferreira dos Santos, de 53 anos, foi a primeira a ser vacinada, pouco antes das 9h30 desta segunda-feira (28). Apesar da fisionomia assustada com a agulha, ela não escondeu a emoção. “É uma vitória. Eu tinha medo de não conseguir ser vacinada”, comemorou.

“E é muito bom que seja dose única, pois não é sempre que a gente consegue voltar aqui no Centro Pop. Agora, é continuar se protegendo e, depois, vida nova”, completa a cidadã, que espera poder contar com a imunização para conseguir uma colocação profissional. “Vou poder mostrar nas entrevistas de emprego que já estou vacinada e pronta para o trabalho”.

Para Ivan Gomes, de 48 anos, a dose chega para coroar um grande momento em sua vida. “Virei autônomo e, após mais de ano nas ruas, estou saindo dessa situação e indo, finalmente, para minha casa.”

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, todos os usuários que estiverem na portaria dos Centros Pops vão ser vacinados, obedecendo o limite de doses. Os cerca de 180 cidadãos acolhidos no alojamento provisório montado no Estádio Maria de Lourdes Abadia (Abadião), em Ceilândia, também vão receber o imunizante.

“Trata-se de um público extremamente vulnerável, por ter contato com muitas pessoas ao longo do dia. O GDF sensibilizou-se com essa demanda, que tem o objetivo de chegar também às unidades de acolhimento e casas de passagem”, explica a gestora.

Públicos da assistência social

Desde o início do ano, vários integrantes dos grupos prioritários atendidos pela Política de Assistência Social do DF já receberam o imunizante contra o vírus. Ainda em janeiro, 92 idosos abrigados em instituições de acolhimento foram vacinados.

Em março, 48 indígenas de diversas etnias acompanhados pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Gama, tiveram acesso à primeira dose. Antes disso, porém, o trabalho alcançou 47 Guajajaras.

Em maio, as 17.182 pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no Distrito Federal, com idade entre 18 e 59 anos, receberam mensagens de texto ou ligações telefônicas convocando-as para a vacinação contra a covid-19.

Fonte: Agência Brasília

O fechamento da W3 Sul para os veículos aos domingos e feriados, por meio do projeto Viva W3, celebrou um ano com avaliação positiva. A oportunidade de ter a via aberta para o lazer de pedestres e ciclistas é comemorada pelos frequentadores da avenida tanto em declarações quanto em pesquisas oficiais. “Ter um lugar perto de casa para a gente fazer caminhadas é muito bom”, diz Graziella Pereira, moradora da 711 Sul, que costuma levar os três filhos para brincar e tomar sol na avenida quando o trânsito está proibido no local.

Realizado há uma semana pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) com 223 frequentadores da mais nova rua do lazer do Plano Piloto, um levantamento mostrou que 82% deles aprovam a iniciativa. Além disso, 67% das pessoas que utilizam o comércio aos domingos e feriados – principalmente os supermercados da W3 – também aprovam o projeto.

“Com esta pesquisa, confirmamos a aprovação dos moradores à abertura da W3 para pedestres e ciclistas”, reforça a secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo (Segov), Meire Mota. “Um total de 88% dos entrevistados que declararam ter frequentado o Viva W3 todos os domingos e feriados avaliou positivamente a iniciativa. Criamos mais um espaço de convivência, lazer e práticas esportivas para a população e ainda revigoramos a região, que tem tudo para se tornar novamente um dos grandes eixos de cultura, turismo e economia de Brasília.”

Resgate da avenida

O aniversário do Viva W3 é celebrado com números animadores. Além do alto índice de aprovação, são mais de 60 edições realizadas, com público médio de 400 pessoas. Instituído pelo Decreto nº 40.877/2020, o Viva W3 surgiu de uma ideia do governador Ibaneis Rocha. O objetivo era iniciar uma remodelação da avenida comercial, que já foi a mais importante de Brasília, e levar o público de volta ao local.

O projeto permite o fluxo livre de pedestres e ciclistas de todas as idades pela avenida, com a interrupção de circulação de veículos entre as quadras 503/703 Sul e 512/912 Sul, das 6h às 18h, aos domingos e feriados. Para que isso se tornasse possível, transportes coletivos que fazem a rota pela W3 durante a semana tiveram o percurso transferido para as vias W4 e W5 Sul nesses dias e horário.

Sempre que vai à W3 aos domingos e feriados, Graziella Pereira leva os filhos – Henrique, 6 anos, Bianca, 4, e Gael, 8 meses. Enquanto o caçula toma sol no carrinho para se aquecer do frio, os irmãos mais velhos aproveitam para correr, acompanhados pela cachorrinha da família. “É um espaço ao ar livre muito importante para as crianças”, comemora a mãe. “Eu nunca ia ao Eixão do Lazer porque era muito longe da minha casa”.

Melhorias

Para 45% dos entrevistados, nenhum aspecto da iniciativa merece preocupação, mas 19% deles acham que o projeto precisa de mais segurança, 17% apontam o trânsito como um ponto de atenção e 16% pedem mais limpeza. O presidente da Codeplan, Jean Lima, diz que, como se trata de uma política pública, o projeto deve ser constantemente avaliado. “Ano passado, também fizemos pesquisas com os moradores da Asa Sul por telefone e pessoalmente com transeuntes que apontaram necessidade de alterações no trânsito. Foi um pedido da Segov, para ver a necessidade de mudanças”, explica.

Para Meire Mota, o projeto está aberto a ser constantemente aperfeiçoado de acordo com as necessidades apresentadas pela maioria dos frequentadores. “A pesquisa foi uma oportunidade de ouvir a comunidade e orientar o governo na implementação de políticas públicas”, afirma. “A pesquisa registra também os anseios da comunidade por mais segurança e outras questões. É uma oportunidade de ouvir a comunidade e orientar o governo na implementação de políticas públicas”.

O estudo mostrou também que 82% dos entrevistados sugerem a replicação do Viva W3 em outras regiões administrativas (RAs), pedidos que também chegam pela Ouvidoria do GDF. Até mesmo quem avalia o Viva W3 de forma negativa também concorda com a implantação do projeto em outras cidades.  “O Viva W3 surge como a nova fase de Brasília, a Brasília do futuro, e retoma o protagonismo de uma avenida que se renova como sede da economia criativa do Distrito Federal”, comemora a secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo .

Atualmente, o DF conta com mais dois projetos dessa configuração: o famoso Eixão do Lazer, no Eixão Norte e Sul, e o Domingo da Gente, no Paranoá. A avenida de 1,1 km que liga o  Paranoá ao Condomínio Paranoá Parque também é fechada aos domingos para os carros das 7h às 17h. Livre de trânsito, a pista é usada pela comunidade para a prática de atividades esportivas ao ar livre desde julho do ano passado.

Fonte: Agência Brasília

Além de causar poluição visual, as faixas de publicidade privadas colocadas de forma inadequada, às vezes irresponsável e sem autorização em lugares públicos como rotatórias e gramados. Os trabalhos de fiscalização e retirada do material são realizados pela Secretaria DF Legal, em parceria com as administrações regionais. Só este ano, o volume apreendido nas ruas do Plano Piloto foi de quase 11 mil propagandas irregulares, uma média de 2 mil por mês, com mais de R$ 110 mil em multas.

“É importante essa fiscalização porque evita muitos danos para a sociedade, como a poluição visual, além de sujeira nas vias públicas e danos ao patrimônio público”, explica o coordenador de Fiscalização da DF Legal, Rildo Wagner. “Essas faixas podem cair e, de mera propaganda, passam a ser resíduos que causam entupimento de bocas de lobo, gramados e jardins, sem falar de consequências graves como acidentes de pedestres, ciclistas e motoristas”, reforça.

O uso indevido de publicidade em áreas públicas é uma infração punida de acordo com as leis distritais 3035/2002 e 3036/2002, sem previsão de prisão, com multas de R$ 623, 46 a R$ 1.870,57, dependendo da gravidade e localização da área comprometida. O DF Legal atua em todo o território distrital, com apoio logístico das regiões administrativas (RAs).

As ações do órgão fiscalizador ocorrem diariamente nos períodos diurno e noturno. As cidades com maiores incidências dessas transgressões são Plano Piloto, Águas Claras, Ceilândia, Samambaia, Taguatinga, Guará e Sobradinho. A maioria dessas propagandas irregulares remete ao segmento de aluguel e venda de imóveis.

Águas Claras, um dos alvos

Em Águas Claras, em um período de dez dias, mais de 300 faixas foram retiradas das ruas, uma média de 7 mil peças publicitárias irregulares por mês. Os trabalhos de remoção são feitos três vezes por semana. “O nosso objetivo é manter a cidade limpa, sem poluição visual, além de demais transtornos ocasionados, como o aumento de risco de acidentes”, reforça o administrador de Águas Claras, André Queiroz.

Na parceria com as RAs, geralmente dois inspetores fiscais fazem parte da patrulha, mas cada Administração Regional tem autonomia para fazer os trabalhos de retiradas das faixas dentro de sua própria logística, contudo, sem o poder de aplicar multa. É o que conta o gerente de Obras da Administração de Águas Claras, Norberto Duarte de Souza.

“Os servidores das administrações só podem recolher o material que está no chão, aqueles fixados com estacas ou cavaletes de madeira”, explica. “Não multamos, mas fiscalizamos, fazemos o mapeamento dos locais com esse material e registramos uma notificação que é encaminhada para o DF Legal.”

Reaproveitamento

Em Águas Claras, os locais mais utilizados pelos infratores são aqueles de maior fluxo de carros e pedestres, como as rotatórias e cruzamentos, como os acessos aos shopping centers Águas Claras e Metrópole, ligando a Rua 19 à Avenida Boulevard. “Atuamos quase que diariamente para não acumular material, mas nos fins de semanas o pessoal coloca as faixas de volta, agindo na calada da noite”, conta Norberto.

Moradora da Quadra 208, próximo à estação de Metrô Águas Claras, a arquiteta e servidora pública Edna de Souza, 33 anos, diz que as faixas, além de deixarem feias as ruas da cidade, às vezes causam incômodo a quem circula pela região. “Importuna muito, e às vezes é perigoso para quem anda de bicicleta ou a pé mesmo”, observa. “Acho que tem que ter um outro canal para esse pessoal se comunicar com seu público – as redes sociais, por exemplo”.

Boa parte das faixas recolhidas pelos servidores de Águas Claras é reaproveitada. Depois que um bom volume do material é acumulado no pátio da administração regional, as estacas de madeiras são encaminhadas para os parques de Águas Claras, Areal ou Samambaia e usadas como suportes de plantas.

O tecido também é aproveitado pelas associações de catadores de lixo da Estrutural. “Quando todo esse material não é direcionado para esses dois destinos, é descartado como entulho”, esclarece o gerente de Obras da Administração de Águas Claras.

Fonte: Agência Brasília

Para resolver o problema histórico de alagamentos e enxurradas no Plano Piloto de Brasília causados pelos períodos críticos de chuvas, o GDF vai construir uma ampla rede de drenagem pluvial complementar ao sistema já existente. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) iniciará a primeira etapa do Projeto Drenar DF pela Asa Norte, atendendo à área mais problemática da região, chamada de Faixa 1/2, principalmente nas quadras com final 2. Dessa forma, publicou nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), licitação para contratar empresas que executem as obras de engenharia – divididas em cinco lotes – para a implantação da infraestrutura de drenagem na região.

O edital da licitação também pode ser acessado no portal da Agência, na seção “Licitações Compras/Serviços”.

A solução prevê nova tubulação que começará nas imediações do Estádio Nacional Mané Garrincha e descerá à via L4 Norte e, depois, ao Lago Paranoá. Passará paralela às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando com o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte até chegar à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte.

“A drenagem do Plano Piloto foi projetada e executada quando nasceu a cidade. Sessenta anos depois temos outra situação, alterações diversas que exigem uma nova rede de captação de águas pluviais. Um projeto moderno, contemplando toda a região, trará conforto e segurança para transitar em época de chuvas a essa população que tanto já sofreu com inundações”, explica o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior.

Ao todo, são 7,68 km de túneis. O projeto foi aprovado na Novacap com obras de escavação e estruturação da nova rede subterrânea – entre 12 m e 15 m de profundidade – com danos mínimos ao trânsito e à fluidez do dia a dia da população.

E, para receber as águas das chuvas da Faixa 1 e 2 Norte, ao fim do percurso, será construído um reservatório de qualificação de água pluvial. Implantado em uma área de 36 mil m², dentro do Parque Urbano Internacional da Paz, o reservatório funcionará como uma lagoa e terá volume útil de 70 mil m³ de água, podendo chegar ao volume máximo de armazenamento de 96 mil m³.

“A lagoa será de quantidade e qualidade, responsável por decantar as impurezas, permitindo a retenção da sujeira carregada pelas águas da chuva, objetivando a melhoria da qualidade da água lançada no Lago Paranoá”, explica o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho.

Serviço:

Mais informações podem ser obtidas por meio do call center da Terracap, no número (61) 3342-1103, ou via chat on-line, disponível no portal da Agência. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Fonte: Agência Brasília

Nesta quinta-feira (24), é celebrado o Dia de São João, data que marca as tradicionais festividades juninas. Contudo, este ano, em função da pandemia, os “arraiás” devem se concentrar em ambientes familiares, com encontros nos quintais de casas ou em pequenas propriedades rurais, como sítios ou chácaras. Além de estar atento aos protocolos de segurança no combate à covid-19, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) alerta para alguns cuidados extras.

“Estando em ambientes familiares, o mais propício é, em vez de usar o álcool, fazer a assepsia das mãos com água e sabão”, orienta o tenente Marcelo de Abreu, do CBMDF, lembrando que álcool é uma substância altamente inflamável. “Se não for possível ou não quiser deixar de usar o álcool gel, então o melhor é evitar a aproximação das fogueiras e dos fogos de artifício.”

Os bombeiros estão reforçando orientações para cuidados essenciais a serem tomados nesta época do ano. Em caso de a situação fugir do controle e ocorrerem acidentes, a saída é acionar a corporação, pelo telefone 193. “O aumento e a diminuição de acidentes estão relacionados ao tamanho da prevenção que é adotada por cada pessoa”, salienta o tenente Abreu. “É sempre bom ficar atento a tudo ao redor, em especial às crianças e equipamentos pirotécnicos”.

Olho vivo

Costume popular nos países da Península Ibérica – Portugal, Espanha, Andorra, Gibraltar e uma pequena parte do território da França  –, as festas juninas começaram a pipocar no Brasil no século 16. Além da tradição e da simbologia religiosa, com homenagens a santos como São João, São Pedro e Santo Antônio, o evento preza também pelo aspecto social, já que é um momento de confraternização. Daí a importância dos cuidados não apenas com relação à pandemia, mas também no manejo de fogos de artifício, rojões, bombinhas e fogueiras.

As recomendações ganham um calor mais intenso neste mês, quando a campanha Junho Laranja chama atenção à importância de se prevenir contra todos os tipos de queimaduras. “Que os cuidados com queimaduras não morram no mês de junho, afinal as pessoas se queimam diariamente”, alerta o chefe da Unidade de Queimaduras do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o cirurgião plástico Anderson Damásio. “A melhor forma de tratar a queimadura é a prevenção, ou seja, evitando riscos.”

Referência no DF em tratamentos de queimadura, o Hran teve aumento de 76% de internação em comparação aos quatro primeiros meses entre 2019 – quando ainda não havia tinha pandemia – e 2020. Isso ocorre devido aos acidentes domésticos, já que o número de pessoas dentro de casa agora é cada vez maior. No período de festividades juninas – que compreende julho, julho e agosto –, os casos tendem a aumentar.

“Geralmente, o adulto se queima de sete a oito vezes a mais do que a criança”, observa Anderson Damásio. “A criança tende a ter queimaduras mais graves porque a pele é mais fina, mais delicada. Crianças dentro de casa, quase em sua totalidade, se queimam dentro da cozinha. Cozinha e criança não foram feitos um para o outro. Nesta época do ano, é importante se manter afastado de fogueiras, churrasqueiras e artefatos ligados ao fogo.”

Precaução, sempre

Antes de utilizar artefatos pirotécnicos, é importante verificar a faixa etária permitida para o uso de cada produto, conforme orientam os bombeiros. É comum as crianças brincarem com bombinhas. Mas, mesmo na utilização desse dispositivo pela garotada, a recomendação é contar com supervisão de um adulto. Outro detalhe importante é a procedência do equipamento, que deve ser adquirido sempre em lojas autorizadas e credenciadas. “Tanto os fogos de artifício quanto os rojões têm que oferecer condições de qualidade para utilização”, pontua o tenente Abreu.

Outro detalhe pertinente, ele destaca, é o fato de que bebida, fogos de artifício e equipamentos inflamáveis não combinam. Em caso de queimadura, orienta, nunca se deve aplicar sobre o local atingindo qualquer produto: “O indicado é água fria e corrente, procurando, na sequência, atendimento médico”.

Confira, abaixo, as orientações do CBMDF relativas à prevenção contra acidentes com fogo.

  • Evite soltar fogos de artifício ou rojões perto de pessoas, animais, árvores ou rede elétrica. O indicado é fazê-lo em áreas preferencialmente abertas por especialistas
  • Deixe sempre uma vasilha com água por perto no momento do disparo de um artefato e nunca reaproveite ou segure o objeto no caso de falhar, já que ele pode explodir
  • Nada de rojões na mão. O ideal é fazer uso do explosivo com um suporte
  • Respeite uma distância mínima de 50 metros da vegetação e jamais acenda fogo sob instalações elétricas, nem nas proximidades
  • Limpe o local onde será feita a fogueira e coloque areia entre o solo e troncos
  • Evite brincadeiras perto de fogueiras e redobre a atenção com crianças.

Fonte: Agência Brasília

O Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) é um serviço público de saúde voltado a crianças e adolescentes que apresentem intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes (até os 17 anos, 11 meses e 29 dias) ou sofrimento psíquico decorrente do uso de substâncias psicoativas (até 15 anos, 11 meses e 29 dias). Funciona de segunda a sexta-feira das 7h às 18h. No Distrito Federal, há unidades do CAPSi no Plano Piloto, em Taguatinga, Sobradinho e Recanto das Emas.

De acordo com a gerente do CAPSi de Taguatinga, Kelly Cristina Vieira, atualmente são realizados cerca de 1.100 atendimentos ao mês na unidade, entre consultas individuais, em grupo on-line ou com novos acolhidos – essa modalidade tem uma média de 40 novos atendimentos todo mês.

Houve aumento significativo da demanda na unidade de Taguatinga. “Em meio à pandemia, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados”, alerta Kelly. “Toda essa situação de pandemia, isolamento social e mudança de rotina pode afetar também a saúde mental das pessoas”.

Sintomas

Entre os principais sintomas que estão fazendo as pessoas procurarem mais esses serviços, destacam-se ansiedade, nervosismo, insegurança, tristeza, luto, perturbação de sono ou insônia e uso abusivo de álcool e/ou outras drogas e outros sentimentos diante do isolamento social e das incertezas. Em crianças e adolescentes, além desses sintomas, também ocorre alteração no apetite e comportamento, agitação psicomotora, medo, baixa tolerância à frustração e dificuldades em relacionamentos interpessoais.

Segundo Kelly, sofrimento psíquico é algo que aflige cada vez mais a população mundial; e, com as crianças e adolescentes, não é diferente. “Os CAPSis são os articuladores estratégicos desta rede e da política de saúde mental no seu território”, resume.

A atuação do centro de atenção psicossocial tem papel importante na sociedade, conclui a gestora: “Cabe aos CAPSis o acolhimento e a atenção às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais, promover o acompanhamento social, o desenvolvimento da autonomia e da cidadania dos usuários e reintegrando-os à vida social e à convivência familiar”.

Como funciona

O CAPSi possui equipe multidisciplinar composta por terapeutas ocupacionais, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, fisioterapeuta, clínico geral, pediatra e psiquiatra.

O atendimento é feito por meio de demanda espontânea ou encaminhamento da Rede de Saúde e Rede Intersetorial (Educação, Assistência social, Justiça). Para o primeiro atendimento, é indicado que o paciente esteja preferencialmente acompanhado de familiar ou responsável legal. Basta levar documentos pessoais e o cartão do SUS – o que não é obrigatório para a população em situação de rua.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Os interessados em aumentar o limite diário de uso do vale-transporte poderão solicitar a extensão desse benefício diretamente à Subsecretaria de Controle e Gratuidade, da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), na antiga Rodoferroviária ou em um dos postos BRB Mobilidade. Para tanto, basta preencher o formulário de requerimento, que pode ser baixado na página da Semob, na seção Serviços/Limite do Vale-transporte.

Junto ao formulário, o beneficiário deverá apresentar cópia da RG e do CPF, declaração do empregador com a descrição do endereço da prestação do serviço, comprovante de residência e a descrição das linhas de ônibus a serem utilizadas no deslocamento residência-trabalho.

Após entregar a documentação, o beneficiário deve aguardar até cinco dias úteis para análise do pedido pela Semob. Caso o requerimento seja aprovado, o BRB Mobilidade fará a alteração no Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) em até dois dias úteis.

Uso disciplinado

A regra de utilização do vale-transporte está em vigor desde o dia 18 deste mês, quando foi publicada a Portaria nº 96, da Semob, e tem como objetivo evitar o uso indevido do benefício. A medida está de acordo com a Lei Federal nº 7.418/1985, que instituiu o vale-transporte para ser utilizado em todos os modais integrados – ônibus, micro-ônibus, metrô e BRT.

Com a nova determinação, o benefício da integração tarifária poderá ser utilizado respeitando o intervalo mínimo de cinco minutos entre um embarque e outro. As demais regras de integração permitem ao usuário até três embarques no intervalo máximo de três horas entre o primeiro e o último embarque, pagando no máximo R$ 5,50. É necessário que as viagens ocorram no mesmo sentido, sem retorno ao ponto de origem.

De acordo com a norma, o vale-transporte deve ser utilizado pelo empregado somente para deslocamento entre a residência e o trabalho e vice-versa. Ao pleitear o benefício, o empregado precisa informar as linhas de ônibus, metrô e BRT que utiliza para chegar ao trabalho e voltar para casa. O trajeto é analisado de acordo com os comprovantes dos endereços residencial e comercial.

Confira, abaixo, a lista dos postos onde o formulário de  requisição de aumento do limite pode ser entregue.

  • Brazlândia – Rodoviária Central
  • Gama –  Rodoviária
  • Gama – BRT
  • Park Way –  BRT
  • Planaltina – Rodoviária
  • Plano Piloto – Galeria dos Estados e mezanino da Rodoviária
  • Santa Maria –  BRT
  • Sobradinho – Ginásio de Esportes
  • Taguatinga –  Rodoviária.

Consulte a localização e horários de funcionamento dos postos BRB Mobilidade.

*Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade 

Fonte: Agência Brasília

A iniciativa pioneira do Governo do Distrito Federal (GDF) de instituir repúblicas voltadas a pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social foi destaque nesta segunda-feira (21) na reunião de abertura do III Seminário Remoto LGBTQIA+ da Câmara Legislativa do DF (CLDF). A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lançou a primeira república em maio, com recursos de emenda parlamentar e parceria com o Instituto Ipês, como um espaço democrático e colaborativo, onde os moradores, diferentemente de uma instituição de acolhimento tradicional, cuidam do espaço, sob a supervisão da Sedes.

Todos os acolhidos são encaminhados por meio das unidades socioassistenciais. “É a primeira república do DF, nós não tínhamos experimentado essa modalidade de acolhimento antes. Não divulgamos o endereço por uma questão de segurança e para não estigmatizar a estrutura no território. Isso é um avanço muito grande porque é a primeira República LGBTQIA+ do país e o primeiro serviço de república do DF”, destaca o diretor de Serviços Especializados a Famílias e Indivíduos da Sedes, Felipe Areda, ao participar da abertura do seminário nesta segunda.

Com o tema “LGBTQIA+ da Periferia em Movimento”, o encontro on-line, promovido pela Câmara Legislativa no seu canal do YouTube TV Web CLDF, discute a diferença da realidade das pessoas LGBTQIA+ que moram nas regiões administrativas em relação às que vivem no Plano Piloto, no que se refere ao reconhecimento e ao alcance dos direitos, e debate as ações de inclusão dessa população.

Mediador do debate, o deputado distrital Fábio Felix destacou que a modalidade república para acolhimento é inovadora, mas pouco utilizada no país. “Estamos tendo, por meio da experiência com a população LGBTQIA+, as primeiras repúblicas da história do DF de aplicação prevista no Sistema Único de Assistência Social [Suas]. Instalar uma casa de acolhimento vinculada à Política de Assistência Social traz muita substância para esse atendimento, foi um grande passo”, reforçou o parlamentar. “Era uma ausência que todo mundo na rede de atendimento socioassistencial percebia. Nós não tínhamos para onde encaminhar as pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade”.

Atendimento especializado

Além das Repúblicas LGBTQIA+, Felipe Areda também destacou outras ações importantes na garantia de direitos dessa população, como a atuação do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) Diversidade e do Serviço Especializado de Abordagem Social (Seas).

“Temos há 11 anos do Creas Diversidade, que parte de uma mudança muito importante de avanço de concepção da política pública para entender que território para a política pública não é só espaço físico. Comunidades culturais são territórios e precisam ser pensadas nas suas especificidades enquanto territórios culturais historicamente estigmatizados. Então, assim como temos o Creas para atender uma região física, precisamos do Creas para atender comunidades culturais”, ressaltou.

“Também criamos um serviço específico de Abordagem Social composto por LGBTs para atender pessoas LGBTQIA+ em situação de rua. Um desafio muito grande responder aos impactos socioeconômicos da pandemia”, pontua Felipe Areda.

Capacitação

Além dos Creas Diversidade, há também a capacitação continuada dos servidores para atender especificamente à população LGBT. “Todos os novos servidores passaram obrigatoriamente no seu curso de formação por uma formação sobre conteúdo LGBT pensando no atendimento socioassistencial de pessoas LGBT. A Escola de Formação da Sedes também debate continuamente a questão LGBT com todos os servidores para avançar na qualidade da oferta do serviço”, finaliza.

 

*Com informações da Sedes

Fonte: Agência Brasília

Quando o governador Ibaneis Rocha determinou em junho de 2020 o fechamento da W3 Sul para a prática de esportes e lazer, um novo espaço público de recreação era criado aos domingos e feriados. A ideia foi aclamada por quem mora na região, mas como toda política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) está aberta para adequações e ajustes propostos pelo próprio cidadão.

Foi pensando nisso que a Secretaria de Governo, por meio da Companhia de Planejamento (Codeplan) realizou na manhã deste domingo (20) uma pesquisa de opinião para saber o que os frequentadores acham do Viva W3. Foram preenchidos 200 questionários.

Durante cerca de três horas, 14 pesquisadores espalhados ao longo das quadras 503 a 513 faziam 15 perguntas como as preocupações das pessoas com a abertura da via para o lazer, se tinham interesse em consumir alimentos vendidos por lá e se achavam que o projeto deveria ser expandido a outras regiões administrativas.

“A orientação no governo é de que as políticas públicas sejam sempre monitoradas e avaliadas, para que devidos ajustes sejam feitos, sempre de forma a atender os anseios da maioria da população”, informou o presidente da Codeplan, Jean Lima.

Ao lado da secretária de Turismo Vanessa Mendonça e da secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo, Meire Mota, ele acompanhou a aplicação da pesquisa de satisfação.

Adequações

“Digo sempre que esse projeto está aberto a ser constantemente aperfeiçoado e avançar de acordo com as necessidades apresentadas pela maioria dos frequentadores”, garante Meire. De acordo com ela, a Ouvidoria do GDF vem recebendo, inclusive, pedidos de para que projetos como o Viva W3 e o Eixão do Lazer sejam replicados em mais regiões administrativas.

“A recuperação da W3 é vital tanto para o turismo em Brasília quanto no resgate da história para que possa ser vivenciada pelas novas gerações”, completou a secretária Vanessa Mendonça.

Quem também fez coro às vantagens do Viva W3 foi o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo Ferreira. Acompanhado da esposa Francis Ferreira, 41 anos, e morador da Asa Sul, ele aproveitou a manhã de domingo para fazer uma caminhada próximo de casa. “Temos aqui um espaço seguro que conta, inclusive, com o suporte das forças de segurança integradas em prol do projeto.”

Passeando pela via de bicicleta, o servidor aposentado Carlos Cezar Soares, 60 anos, e o advogado Márcio Guidacci, disseram curtir a via de esporte e lazer próxima de casa. Entusiastas do projeto, eles se preparam para lançar uma associação de moradores das quadras 700.

“Somos totalmente favoráveis à ideia pois, além de uma opção de recreação na cidade, colabora na despoluição sonora e do ar nos horários em que o trânsito de veículos está interrompido”, resumiu Guidacci.

Fonte: Agência Brasília

Para mais transparência e aumento da interação com os diversos segmentos da sociedade e do governo no enfrentamento à violência contra a mulher, a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP) lança, nesta segunda-feira (21), o Painel Interativo de Feminicídios. O material será disponibilizado por meio de tecnologia de Business Intelligence (BI), semelhante ao Painel Covid, utilizado pelo Governo do Distrito Federal para divulgação dos dados referentes à pandemia no DF. O lançamento ocorrerá no Palácio do Buriti, com transmissão ao vivo pelo Instagram da SSP, às 14h30.

O painel trará, de forma dinâmica e interativa, as análises e estudos da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), da SSP. Haverá informações detalhadas de todos os feminicídios ocorridos no Distrito Federal desde a publicação da Lei nº 13.104, em março de 2015. O material subsidiará os gestores públicos, o sistema de justiça, acadêmicos, imprensa e população. Os dados serão atualizados sistematicamente e poderão ser acessados por meio do site da SSP, inclusive pelo celular.

“Nosso principal objetivo é envolver cada vez mais todos os segmentos da sociedade no enfrentamento a toda e qualquer violência contra mulher”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo. “Essa é uma prioridade da gestão do governador Ibaneis Rocha e da Secretaria de Segurança Pública. O painel interativo é, sem dúvida, um avanço essencial para continuidade de implementação de políticas cada vez mais assertivas e direcionadas. Utilizar a BI é inovador, e o acesso a informações qualificadas é essencial para a elaboração de políticas públicas e para o suporte à tomada de decisão e ao monitoramento de resultados.”

A iniciativa integra o programa Mulher Mais Segura, lançado em março deste ano pela SSP para coordenar iniciativas de proteção e prevenção a crimes dessa natureza. É mais uma entrega que materializa o comprometimento do governo como um todo com essa causa”, resume o titular da SSP. “São inúmeras parcerias para que vítimas de violência tenham, cada vez mais, acesso às políticas de proteção, aos mecanismos de denúncia e aos órgãos de proteção e repressão deste crime.  O painel será essencial para transparência e gestão técnica das políticas públicas”.

O secretário executivo de Segurança Pública, Milton Neves, faz um alerta: “Muito dificilmente um feminicídio é a primeira violência sofrida. Comprovamos isso por meio dos estudos que estarão disponíveis no painel e que apontam que, em cerca de 80% dos crimes ocorridos no DF desde 2015, as mulheres nem sequer tinham registrado um boletim de ocorrência contra o autor. O que impressiona é que, no decorrer da investigação, familiares, amigos e vizinhos relatam nos processos que já tinham visto ou escutado que aquela mulher tinha sido vítima de violência”.

A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, elogia a iniciativa: “A transparência da informação, de um estudo tão aprofundado e completo como o realizado pela Secretaria de Segurança Pública, é estratégica para direcionamento de ações e mostra a preocupação do governo com a prevenção desse crime. Na Secretaria da Mulher, utilizamos o estudo como base para nossas ações, como ocorreu com a elaboração do programa Empreender Mulher, por exemplo. O estudo mostra que existem muitos casos de mulheres que permanecem no ciclo de violência por conta da dependência financeira de seus parceiros, e o programa busca a autonomia financeira das mulheres”.

O coordenador da CTMHF, Marcelo Zago, avalia: “A possibilidade de manusear e realizar pesquisas, inclusive dos locais de maior incidência do crime, com buscas por idade ou regiões administrativas em que essas vítimas viviam, torna mais fácil o entendimento da dinâmica do crime e deixará em evidência a importância da denúncia ou registro de ocorrência, mesmo que de forma anônima, para que o Estado possa agir antes da morte dessa mulher”.

Transparência

Desde março deste ano, como parte das ações do programa Mulher Mais Segura, os dados da CTMHF passaram a ser disponibilizados no site da SSP. “A diferença é que, a partir de agora, os dados serão desmobilizados de forma interativa ao usuário e não somente publicados de forma estática”, explica Zago. A pesquisa de informações por meio da plataforma de BI possibilitará a busca segmentada de informações, argumenta. “Será possível, por exemplo, realizar a pesquisa dos feminicídios ocorridos em uma região administrativa específica ou ainda a motivação para os crimes num determinado ano”, detalha o gestor.

Para a coordenadora do Núcleo Judiciário da Mulher e titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Luciana Lopes Rocha, a transparência de dados por meio da CTMHF tem sido fundamental para a prevenção ao feminicídio. “A divulgação dos fatores de risco presentes nos feminicídios, sejam eles tentados ou consumados, é de extrema relevância para determinação de políticas públicas centradas na prevenção e proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar”, afirma.

A magistrada explica ainda que os estudos sobre fatores de risco que levam ao feminicídio são temáticas centrais das políticas públicas de vários países. “Trata-se de uma estratégia de atuação como perspectiva de gênero”, complementa.

Para a titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), delegada Adriana Romana, a transparência dos dados será essencial para divulgar, também, o alto índice de elucidação dos feminicídios no DF. “A divulgação da quantidade de investigações que levaram à prisão dos autores é importante para que a população saiba que esta é uma temática prioritária em nossas investigações”.

A segmentação dos dados poderá contribuir com o direcionamento e organização das visitas feitas pelo Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). “Somente em 2021, entre janeiro e abril, o Provid realizou 6,2 mil visitas solidárias, monitorando 1,2 vítimas de violência doméstica e familiar”, informa a coordenadora do Provid, Adriana Vilela. “Desse total, mil eram mulheres. Os dados disponibilizados no novo painel vão contribuir muito com nosso trabalho”.

Proteção da mulher 

O programa Mulher Mais Segura reúne medidas, iniciativas e ações de enfrentamento aos crimes de gênero e fortalecimento de mecanismos de proteção a esse público. O lançamento ocorreu em março deste ano, como parte das ações pelo mês da mulher.

Entre as medidas, destaca-se o Dispositivo Móvel de Proteção à Pessoa (DMPP), que atualmente monitora cinco casos de Medida Protetiva de Urgência (MPU) encaminhados pelo Judiciário local. É um mecanismo inédito que permite acompanhar vítima e agressor de forma dinâmica, impedindo que se encontrem e informando ambos, em tempo real, caso haja invasão do perímetro de segurança estabelecido pela medida protetiva.

Mulher Mais Segura coordena ainda iniciativas já implementadas pela SSP, como Viva Flor, Aliança Distrital – Instituições Religiosas no enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar, reformulação da estratégia de divulgação dos vídeos de combate à violência de gênero da Turma da Mônica, Maria da Penha On-Line, Provid e delegacias especiais de atendimento à mulher (Deams). “O Mulher Mais Segura nos proporcionou a possibilidade de implementar novas estratégias de ação e o fortalecimento daquelas já empregadas”, resume o secretário de Segurança Pública. “Desta forma, garantimos mais sincronia entre as medidas e, consequentemente, mais eficiência do que já foi implementado, com ações sistemáticas e o comprometimento da segurança pública e do governo local.”

*Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Fonte: Agência Brasília

A população do Distrito Federal conta com o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), mais conhecido como Farmácia de Alto Custo. Com acesso a medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o serviço tem como objetivo a busca do tratamento medicamentoso integral, em nível ambulatorial.

Atualmente, são distribuídos 268 medicamentos para doenças consideradas importantes do ponto de vista clínico-epidemiológico. Entre essas patologias, também se destacam asma grave, doença de Alzheimer, esclerose múltipla e esquizofrenia. Há  35 mil pacientes cadastrados no serviço.

“Para receber o medicamento, o paciente deve atender os critérios estabelecidos pelos PCDT [Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas] publicados pelo Ministério da Saúde, ou pelos protocolos clínicos da Secretaria de Saúde [SES]”, explica a diretora de Assistência Farmacêutica, Walleska Borges. Os protocolos detalham os critérios de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de cada doença e regulam o acesso a práticas e medicamentos no âmbito do SUS.

As três unidades das Farmácias de Alto Custo – Gama, Ceilândia e Plano Piloto (Asa Sul) – realizam cerca de 500 atendimentos por dia. De acordo com Walleska, antes da pandemia, esse número era em torno de mil atendimentos diários; com a implementação do serviço de entrega de medicamentos em casa, em abril de 2020, houve uma redução no fluxo de pessoas no atendimento presencial, o que leva mais segurança e comodidade para a população.

Cadastro

Para ser atendido, é preciso solicitar o medicamento administrativamente, por meio de um cadastro. O paciente pode ligar para 160, Opção 3 (Farmácia Ambulatorial Especializada); e, caso o medicamento solicitado faça parte do rol disponível no Ceaf, devem ser agendadas data e horário para levar o requerimento a uma das farmácias mais próximas à residência do solicitante.

A análise dos documentos é feita por um médico especialista da SES, conforme a doença para qual o paciente solicita a medicação, a fim de verificar se ele se enquadra nos critérios estabelecidos pelos PCDT. Em até cerca de 30 dias, o médico elabora um parecer e devolve para a farmácia. O resultado da análise pode resultar na aprovação do processo, na devolução para resolver alguma pendência de informação e/ou exame necessário para avaliação do paciente ou na reprovação, quando o paciente não apresenta os critérios exigidos.

Após essa etapa, caso a pessoa tenha a solicitação aprovada, é chamada para uma consulta presencial com um farmacêutico. “Essa primeira entrega é realizada dentro de um consultório farmacêutico”, informa Walleska. “O paciente recebe as orientações de uso do medicamento, armazenamento, interações medicamentosas, bem como [orientações] sobre o funcionamento da farmácia”.

Depois que faz a primeira retirada, o beneficiário pode ir mensalmente à farmácia na qual está cadastrado para retirar  a medicação ou optar pelo recebimento em casa. Além disso, quando há disponibilidade em estoque, o paciente pode levar a quantidade para um período maior.

Walleska alerta que o medicamento só pode ser retirado na unidade cadastrada mais próxima à residência do paciente. “Caso haja mudança de endereço, o paciente deve atualizar o cadastro, mediante apresentação de comprovante de residência”, indica.

Já para receber o medicamento em casa, é necessário que o paciente já tenha feito a retirada do remédio, esteja com o cadastro atualizado e com a autorização vigente. O agendamento deve ser solicitado pelo telefone (61) 3029-8080. Os novos pacientes precisam antes passar pela consulta farmacêutica e, só após isso, estão aptos a receber os medicamentos em casa.

Os pacientes podem indicar até cinco representantes para retirada de medicamentos. Para isso, é preciso apresentar uma declaração preenchida e assinada e cópia do documento de identificação da pessoa designada. Isso vale tanto para a retirada presencial quanto para o recebimento do medicamento em casa. O produto só será entregue ao titular do pedido ou a um representante devidamente autorizado.

Renovação

Para manter o cadastro ativo, é preciso renovar o processo semestralmente com a entrega do laudo para solicitação, avaliação e autorização de medicamentos (LME), receita médica válida e exames de monitoramento, quando solicitados.

Em virtude da pandemia, o Ministério da Saúde flexibilizou as regras de renovação. Assim, caso a pessoa não consiga os documentos, o processo será renovado de forma automática para mais três meses de uso.

“Pedimos que o paciente se organize para entregar os documentos no último mês da retirada antes da próxima renovação para que não haja atrasos na liberação do medicamento no mês seguinte”, recomenda Walleska. “Se ele já tem autorização para receber de janeiro a junho, deve entregar a documentação no mês de junho para continuidade do tratamento para os meses de julho a dezembro”.

Caso ainda haja alguma adequação no tratamento – inclusão ou exclusão do remédio, aumento ou redução de dose –, é necessária a apresentação da documentação presencialmente.

Dispensação

Segundo a diretora de Assistência Farmacêutica, a dispensação dos medicamentos no Ceaf é dividida de acordo com o grupo de financiamento: pela União ou pelas secretarias estaduais de Saúde.

Como grande parte dos medicamentos é de responsabilidade do Ministério da Saúde, o órgão estabeleceu, por meio de portaria, as diretrizes para o funcionamento dos Ceafs. Dessa forma, toda a organização e funcionamento do serviço deve seguir o disposto na normativa (Portaria de Consolidação nº 02/2017).

Programação

Os medicamentos das farmácias de alto custo possuem duas programações. Na primeira, o Ministério da Saúde adquire os remédios e fornece às secretarias estaduais de Saúde (Grupo 1A). Na segunda, as secretarias de Saúde adquirem os medicamentos (Grupo 1B e Grupo 2).

Cabe a cada secretaria de Saúde enviar ao ministério uma lista com os pacientes e a comprovação de que estão dentro das diretrizes do protocolo. O órgão, então, faz uma análise e envia os medicamentos (Grupo 1A).

A subsecretária de Logística em Saúde, Rogéria Romanholo, explica que a programação para aquisição dos medicamentos padronizados para os grupos 1B e 2 é feita com base na cobertura de estoque de cada remédio, ou seja, de acordo com o tempo suficiente para que o quantitativo disponível nos estoques centrais e nas farmácias é possa manter a rede da SES abastecida.

“Para isso, é realizado monitoramento diário dos estoques, bem como atualizações mensais do consumo médio mensal, a fim de obtermos dados diários referentes à cobertura de estoque”, relata a gestora.

Quando a cobertura de estoque indica que foi atingido o ponto de ressuprimento, é emitido novo pedido de compra com o intuito de garantir a manutenção do abastecimento da medicação na rede.

Unidades

Todas as unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e sábado, das 7h às 12h, para atendimento de pacientes já cadastrados. Confira, abaixo, os endereços das farmácias.

  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado na Asa Sul
    Estação 102 Sul do Metrô, subsolo – Ala Comercial, Asa Sul.
    Telefone: (61) 4042-6774 / WhatsApp: (61) 9935-0060.
  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado em Ceilândia
    EQNM 18/20, blocos A e C – Praça do Cidadão, Ceilândia.
    Telefone: (61) 4042-6773.
  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado no Gama
    Praça 1, s/nº – Setor Leste, Gama.
    Telefone e WhatsApp (61) 4042-6771.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

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